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A história do socialismo

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
70 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Conceito de socialismo
  2. O socialismo do leste europeu
  3. Tentativa de periodização
  4. Socialismo no Brasil
  5. O surgimento das idéias socialistas
  6. Nasce a imprensa social no Brasil
  7. A sementeira prossegue, germina e assusta a nova burguesia
  8. O despertar do nosso século
  9. Sindicatos, congressos operários e reivindicações
  10. Reflexos do fuzilamento de ferrer no brasil, o teatro operário e a imprensa libertária
  11. A guerra de 1914-1918, a revolução popular de fevereiro de 1917 e a ditadura bolchevista de outubro na Rússia
  12. A utopia libertária inquieta stalinistas e estremece as bases do estado brasileiro
  13. Manifesto do partido socialista brasileiro - 1902
  14. Carta de princípios do partido dos trabalhadores (pt)
  15. Manifesto do movimento socialista libertário
  16. Movimento socialista libertário
  17. Programa socialista construindo o futuro do Brasil Anita Garibaldi 1996
  18. Manifesto nacional do movimento de luta socialista
  19. Elementos centrais da estratégia socialista
  20. Novos caminhos para a revolução brasileira

A "pré-história" das lutas sociais no Brasil remontam à época inicial da ocupação branca. Colônia antes de ser nação, este imenso território foi povoado pelo trabalhador-escravo, a maioria negro, vendido e comprado em leilões públicos aos lotes, como mercadoria de consumo diário, dando ao mercador branco, lucros e o direito de vida e de morte sobre outros seres humanos(1).
Tratado a chicote e recebendo como salário um punhado de farinha, um pedaço de pão, um pouco de sal e água, o trabalhador negro reagia através do ato rebelde ou das fugas, individuais ou coletivas, que originaram verdadeiras "aldeias" comunitárias, os Quilombos.
O mais importante foi o Quilombo dos Palmares, reduto populacional que chegou a abrigar 20 mil pessoas, derrotou 17 expedições militares enviadas pelos colonizadores para destruir essa experiência de comunidades livres e resistiu quase um século!
E se este movimento reflete um desejo de libertação física, econômica e social, não podemos esquecer também que foram estes trabalhadores negros os primeiros a formar uma pequena nação dentro de uma nação grande, convertendo sua deserção no primeiro grito de Independência do Brasil, antecipando-se a Tiradentes em mais de dois séculos!
O Quilombo dos Palmares é, na história do Brasil, uma epopéia que os historiadores ocultaram durante séculos e quando não o puderam fazer mais, trataram de não registar o seu subversivo modelo de organização social. Uma sociedade de iguais, uma comunidade de irmãos, onde tudo era de todos: terras, produção agrícola e trabalhos artesanais.
Depositando em celeiros públicos o produto do esforço coletivo, segundo as capacidades de cada um, era distribuída também publicamente de conformidade com as necessidades de cada habitante. Sem patrões, empregados ou autoridade para além daquela que provinha da inteligência, privilégio que não dava aos que a possuíam o direito de mandar nos menos favorecidos, puderam, a partir do ano de 1600, desafiar a administração econômica e militar dos colonizadores-governantes e prosperar dentro de uma igualdade de admirável harmonia coletiva.
A iniciativa durou 92 anos (o governo destruiu-a incendiando as casas e matando homens com sua 18ª expedição militar em 1694).
Vencido o reduto de Palmares, outros foram implantados no imenso território brasileiro, destacando-se muito mais tarde as comunidades de Canudos, e do Caldeirão.
A rebeldia desses povos contra as autoridades e a exploração do homem pelo seu semelhante, de 1602 a 1694, oferece-nos um exemplo colossal, um equilíbrio extraordinário numa população de 20 mil vidas, dentro dos padrões de igualdade econômica e social, com propriedades e trabalho coletivo, sem leis escritas, autoridades constituídas, que desafia a nossa interpretação e leva-nos a concluir que a forma de vida no Quilombo dos Palmares era anárquica, que as idéias dos quilombos eram libertárias!
Estas formas remotas de anarquismo, que remontam a uma tradição comunitária e libertária, que subsistiu na África e mesmo na Europa durante séculos, anda por terras brasileiras há muitos e muitos anos trazida pelos negros escravizados e mais tarde pelos novos escravos: os assalariados imigrantes.

[...] 1915- Realização do Congresso Anarquista Sul-Americano no Rio de Janeiro, de 18 a 20 de outubro 1917- Em várias manifestações operárias (greves, comícios, comemorações do 1o. de maio), ocorridas neste ano, os participantes cantam a Internacional, composta em 1871 para comemorar a Comuna de Paris. 191- Criada por Santos Soares a Liga Comunista de Livramento, no Rio Grande do Sul. - São fundados um Partido Comunista do Brasil, no Rio de Janeiro, e um Partido Comunista do Brasil em São Paulo, ambos anarquistas. [...]


[...] Ao mesmo tempo, lutaremos pela mais ampla unidade de ação, respeitando a diversidade e as diferenças programáticas, pois estamos cientes de que sem o desenvolvimento de lutas comuns não será possível reduzir as desconfianças e os preconceitos Nossa Concepção do Poder Revolucionário Outro aspecto estratégico de nossa concepção é o conceito de poder e de transição para o socialismo na atualidade. Ele tem como centro a necessidade de superar a divisão social e política, tanto entre os que produzem e os que exploram quanto entre os que dirigem e os que executam. [...]


[...] Motor do desenvolvimento histórico, a luta de classes acabará sobrepondo o proletariado à burguesia O socialismo sucessor histórico do capitalismo 11. O FUTURO grandioso de todos os povos está ligado à substituição do sistema capitalista pelo socialismo científico. É uma exigência do desenvolvimento histórico, conseqüência inevitável da luta de classes. A humanidade já passou por vários estágios em sua evolução - comunidade primitiva, escravismo, feudalismo e o capitalismo que ainda sobrevive em sua última etapa. Do sistema capitalista, passar-se-á à outra formação econômico-social, o socialismo em marcha para o comunismo. [...]

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