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Armas de destruição em massa, perigo para a vida na terra

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
outros
Faculdade
fumesc

Informações do trabalho

Elisa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
53 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Armas químicas
    1. Origem das Armas Químicas
    2. Tipos de Armas Químicas
    3. Agentes neurotóxicos
    4. Agente VX
    5. Sarin
    6. Tabun
    7. Agentes vesicantes
    8. Gás Mostarda
    9. Agentes Sanguíneos
    10. Gás cianídrico
    11. Cianureto de Hidrogênio
    12. Gás Cloro (Cl2)
    13. Fosfogênio
    14. Agentes desfolhantes
    15. Agente laranja
    16. Proteção contra Armas Químicas
    17. Emergências
  3. Armas biológicas
    1. Tipos de Armas Biológicas
    2. Varíola
    3. Antraz
    4. Peste Bubônica
    5. Botulismo
    6. Tularemia
    7. Febres virais hemorrágicas
    8. Arsenal de defesa contra armas biológicas
    9. Vacinas
    10. Antibióticos
    11. Anticorpos sintéticos
  4. Diferenças entre a guerra química e a bacteriológica
    1. Potencial Tóxico
    2. Rapidez de Ação
    3. Duração dos efeitos
    4. Especificidade
    5. Controle
    6. Efeitos Residuais
  5. As armas nucleares
    1. A Bomba de Hidrogênio ou de Fusão
    2. Bomba Atômica
    3. A herança da bomba nas pesquisas nucleares
    4. Excertos da Constituição da República Federativa do Brasil
  6. Proteção militar
    1. Proteção Individual
    2. Defesa Contra os Agentes - Proteção Individual e Coletiva
    3. Defesa contra os Agentes Tóxicos
    4. Primeiros Socorros à vítima de Ataques Químicos
    5. Prescrições específicas à vítima dos Gases Neurotóxicos
    6. Descontaminação
    7. Descontaminação de Agentes Químicos
    8. Descontaminação de Agentes Bacteriológicos
    9. Métodos de descontaminação
  7. Entrevistas
    1. Entrevistado: Amadeu Fernando Alfano
    2. Entrevistado: 1º Tenente Olimpio Ferreira Magalhães
  8. Protocolo para proibiçãodo uso na guerra dos gases asfixiantes,venenosos e outrosmétodos de guerra bacteriológica assinado em Genebra
    1. Resolução 2162 B (XXI) Assembléia Geral
    2. Legislação - Proibição de armas químicas
    3. Medida Provisória
    4. Decretos
    5. Portarias
    6. Projeto de Lei
  9. Atualidades
    1. Países que possuem estoques de armas químicas, biológicas ou nucleares
  10. Conclusão
  11. Referências bibliográficas

O perigo invisível que vem do ar.
Nem carros-bomba, nem aviões transformados em mísseis. A nova arma utilizada por grupos terroristas para espalhar o medo pelo mundo são prosaicos microorganismos, mas com um poder de devastação impressionante. Na história da humanidade, a varíola e a peste provocaram milhares de mortes. O desenvolvimento científico que em outra época anulou este poderio, hoje potencializa e direciona seu poder para a destruição.
A Organização para Proibição de Armas Químicas (Opaq) ? entidade internacional que congrega 143 países ? considera o uso de agentes biológicos a maior ameaça para a humanidade depois das armas nucleares. A Opaq não acredita em ataques em larga escala, mas teme que terroristas se apoderem de parte dos arsenais biológicos de alguns países ou de amostras de pesquisas com a finalidade de realizar atentados.
Transformar agentes biológicos em armas pode ser simples. A bactéria Bacillus anthracis, por exemplo, causadora do antraz e utilizada em ataques nos Estados Unidos e outros países, pode ser reproduzida em larga escala em laboratórios desprovidos de grandes recursos tecnológicos. O manejo do bacilo é relativamente simples e barato. A bactéria pode resistir por anos privada de nutrientes protegida por um esporo ? espécie de cápsula. Basta reproduzir o ambiente propício para que retome seu desenvolvimento e se reproduza de forma rápida e constante.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), principal agência norte-americana de pesquisa em saúde, considera de alta periculosidade em caso de ataque, além do antrax, as bactérias causadoras da tularemia, do botulismo, da peste e os vírus da varíola e das febres hemorrágicas, como o ebola ? todas mais mortíferas que o antrax.
Com um poder de contaminação teoricamente maior que os das bactérias, os vírus são mais difíceis de manejar, ressalva Roehe, sua reprodução exige conhecimento apurado. A inserção destes agentes nos centros urbanos também gera dúvidas no meio científico. As formas prováveis seriam a contaminação através da água, do ar ou dos alimentos. "Em centros desenvolvidos, onde existe higiene e sistema de saúde adequado, uma ação rápida impediria um número grande de mortes. Já na frente de batalha, tropas inteiras ficariam inutilizadas" especula Barth.
Se existisse uma lista para classificar as armas de destruição em massa por seu grau letal, os artefatos químicos ocupariam o terceiro lugar. Perderiam para as armas biológicas, criadas em laboratório a partir de vírus e bactérias, e para os acidentes nucleares. Todos são invisíveis e matam indiscriminadamente civis, militares, velhos e crianças.

[...] O próximo passo será a realização de novos testes em animais para verificar se a enzima consegue deter a infecção causada pelo antraz. Como sempre, vai levar algum tempo para desenvolver completamente e validar essa técnica para termos certeza do seu valor terapêutico, mas é bastante promissora Peste Bubônica Doença bacteriológica infecciosa aguda, usualmente fatal. Sua contaminação se dá pela bactéria Yersina pestis,descoberta em 1.890 pelo pesquisador suíço Alexandre Yersin e o japonês Shibasaburo Kitasato. O bacilo da peste, ao infectar o organismo humano, se aloja nas células dos gânglios linfáticos que, aproximadamente, dois dias mais tarde ficam inflamadas, formando ínguas ou bubões - eis a razão do nome peste bubônica. [...]


[...] Na bomba de fusão, que parte de uma mistura entre o deutério e o lítio, os nêutrons liberados pela explosão da bomba atômica, utilizada como detonador para que a energia necessária para o início da reação seja atingida, servem para transformar o lítio em trítio e as altas temperaturas produzidas por essa explosão provocam a reação de fusão entre o deutério e trítio que acaba de se formar. A bomba de hidrogênio ou de fusão, tem um poder de destruição muito superior à bomba atômica. [...]


[...] Mas a Itália aparentemente se abriu para qualquer ação militar dos EUA em território iraquiano - em linha com esforço de se mostrar como um aliado próximo de Washington na guerra contra o terrorismo. O ministro da Defesa italiano, Antonio Martino, foi citado dizendo que a Itália deveria permitir o uso de seu espaço aéreo em caso de um ataque, embora o envio de tropas seria apenas permitido caso houvesse provas de que Saddam estivesse produzindo armas nucleares. A Alemanha também advertiu os EUA contra a ação militar. [...]

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