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Comparação entre as políticas econômicas das décadas de 50 à 80 com as respectivas políticas do Governo Fernando Henrique Cardoso.

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
ucg

Informações do trabalho

Bruna C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
avançado
Consultado
288 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Política cambial e industrial da década de 50 à 80
  2. Comparação dos períodos

Na década de 50, a economia brasileira foi marcada por um ponto de inflexão que caracterizou a passagem de uma produção industrial primitiva, baseada no modelo agrário exportador, para uma economia voltada essencialmente para o desenvolvimento industrial . Neste contexto, o Estado assumiu uma posição ativa na industrialização do país através de um forte planejamento econômico estatal, baseado nos estudos realizados pela Cepal.
No início deste período (1953), a política industrial e cambial foi norteada pelo Plano de Metas, através do qual o Governo JK promoveu um enorme desenvolvimento no parque industrial do país, principalmente no setor de bens de capital e da industria de base. Como por exemplo a instalação da industria automobilística, de construção naval, de materiais elétricos pesados, ou a expansão dos parques siderúrgicos, de química pesada e do petróleo.
Para sustentar este pesado investimento, aumentou-se a carga tributária e o déficit fiscal, através da instrução 70 da SUMOC; abriu-se o crédito oficial subsidiado para as indústrias; foi criado grupos executivos como o BNDE para organizar e incentivar a implementação das metas setoriais; e incentivou-se a entrada de investimento estrangeiro a curto prazo, principalmente através da entrada de bens de capital fixo sem a incidência de qualquer imposto.

[...] O exemplo prático foi o ataque especulativo a moeda mexicana, que forçou o governo a abandonar a âncora cambial, levando o país a uma grave crise financeira. Quanto maior for a duração do regime de câmbio valorizado, mais danosas serão as conseqüências para o país, no momento em que se tornar insustentável a posição externa. Em particular, uma valorização duradoura acaba levando a perda de posições conquistadas nos mercados do exterior e a desarticulação dos setores que competem com as importações, suscitando enormes dificuldades para o posterior ajustamento da economia. Bibliografia: Agência Dinheiro Vivo, [...]


[...] A parada abrupta do ingresso de capital estrangeiro reduziu a capacidade de investimento, enquanto que a alta dívida externa afetou profundamente as finanças públicas, além de provocar um aumento na inflação. A década de 80 foi marcada pela transição para o regime democrático, e por uma enxurrada de pacotes econômicos de poucos resultados no combate à inflação. Na segunda metade dessa década, foram tomadas sérias medidas para tentar estabilizar a moeda como o congelamento de preços e o fim da indexação, que ajustava salários e contratos de acordo com a inflação. [...]


[...] Logo foram tomadas diversas medidas com o intuito de estabilizar a economia, como por exemplo a criação de uma nova lei salarial, a contenção de créditos, a redução do salário real, juntamente com uma política para reconstruir as finanças públicas, a ampliação do sistema financeiro e o equilíbrio das contas externas. Essas e outras medidas do PAEG, acabaram por levar a economia brasileira a boas condições no ano de 1967, possibilitando a retomada de um novo surto de acumulação. Isto, devido a resultados do programa de estabilização, como a melhoria da arrecadação tributária e a contenção das despesas correntes, o incentivo a poupança pessoal pela multiplicação dos instrumentos para a sua capitação pelo mercado de capitais, a atração de capital estrangeiro, entre outros. [...]

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