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Movimento dos trabalhadores rurais Sem-Terra - MST

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

Fabio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Origens do MST
  2. Resultados
  3. Imposto do MST
  4. Objetivos
  5. As conquistas
  6. Radicalismo do MST
  7. Governo e as invasões
  8. O capitalismo como agravante da reforma agrária

O conceito de reforma agrária tem sofrido tantas e tais deformações em nosso país que antes de começarmos a falar sobre o assunto devemos esclarecer qual o conceito adotado. Esta questão tem sido motivo de preocupações de vários estudiosos do assunto, que em diversas oportunidades manifestam-se favoráveis à adoção do conceito de reforma agrária "em seu sentido mais amplo social e econômico", no sentido de contrapor-se aos pronunciamentos de Governadores de Estado, dirigentes de empresas e parlamentares, que dominados pela demagogia, deturpam a doutrina reformista, cunhando para a conveniência e uso pessoal, sua própria conceituação de reforma agrária.
Mas o que é reforma agrária? Em linhas gerais esse conceito contém um componente de redistribuição do direito de propriedade sobre a terra e/ou a concessão de segurança, longos prazos e baixos preços para as terras ocupadas de forma precária e que visam o melhoramento do setor agrícola. Essas medidas que visam o melhoramento do setor agrícola podem ser classificadas em três tipos:
a) simples instrumentos de política
b) modificações nas estruturas existentes
c) reformas propriamente dita
As mudanças instrumentais raramente conduzem a qualquer transformação substancial na estrutura da economia, uma vez que dizem respeito apenas à utilização de mudanças quantitativas, como são os aumentos dos impostos ou modificação nas taxas do arrendamento de terras ou parceria. Quanto aos outros dois tipos de políticas previstos, a diferença fundamental entre eles está no fato de que as "modificações nas estruturas existentes" são medidas de intervenção que visam apenas uma mudança no contexto e a permanência de um determinado status quo. Ao contrário, as reformas ou mudanças das estruturas implicam a troca dos sistemas vigentes por outros, como é o caso da modificação do regime de posse e uso da terra, da introdução da agricultura de grupos, etc.

[...] Os líderes dos trabalhadores sem-terra lutam por condições dignas de sobrevivência e moradia. O que eles querem é um pedaço de terra para morar com suas famílias, para ali poderem construir suas casas e viver do trabalho com a terra, seja plantando ou criando pequenos animais. Os sem-terra têm sido muito criticados por sua maneira de agir e de lidar com o problema. O alvo das críticas é a ocupação por eles praticada em terras produtivas ou devolutas. A "invasão de terras" é vista como uma maneira de chamar atenção exclusivamente para este problema, como se os trabalhadores sem-terra fossem as únicas vitimas da miséria brasileira. [...]


[...] Estas são na maior parte dos casos sem produção e poucas exceções fizeram sucesso nessa época um exemplo: Olacir de Moraes instalou-se no centro-oeste e se transformou no rei da soja ORIGENS DO MST O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra surgiu pela união de antigos militantes comunistas com católicos radicais e petistas. Nasceu das lutas concretas que os trabalhadores rurais foram desenvolvendo de forma isolada, na região sul, pela conquista da terra, no final da década de 70. O Brasil vivia a abertura política pós-regime militar. [...]


[...] Assim Rainha está chegando lá - as novelas, as sementes, à mídia, ao presidente do senado e a condição de dono de terras João Pedro Stédile ( O João Sem-Terra) Gaúcho anos, economista especializado em problemas agrários se tornou o verdadeiro maestro do MST(Movimento dos Sem Terra). Fala mansa, pequenos olhos azuis, casado pai de quatro filhos é o pulso do MST. João é fã do que escreveram sobre a questão agrária: Marx, Lênin, Kautski e o brasileiro Ruy Alarini e acredita que viverá para ver dividido o imenso latifúndio brasileiro "sou otimista". [...]

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