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Meio ambiente, desenvolvimento social e sustentável

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Desenvolvimento e sustentabilidade
  3. O manejo sustentável do recurso água

O homem sempre estabeleceu uma relação bastante estreita com o seu meio ambiente, no entanto, esta relação sofreu com o passar dos anos, intensas transformações, que estão intrinsecamente ligadas à capacidade evolutiva e tecnológica das diversas sociedades. Todavia, com este desenvolvimento pautado na exploração dos recursos naturais e no aprimoramento técnico, o homem tanto pôde aperfeiçoar o seu processo de extração dos recursos naturais aproveitando todas as sua potencialidades (produtos e subprodutos), como se impôs a natureza causando-lhe danos irreversíveis.
A sociedade considera-se em condições de infligir à natureza o seu ritmo de produção, exercendo uma pressão sempre crescente sobre todas as espécies de recursos naturais, buscando desta forma, suprir as necessidades de consumo criadas natural e artificialmente pela sociedade. No entanto, a natureza, possui um ritmo muito mais lento do que o qual lhe está sendo imposto neste momento e os sinais de esgotamento são visíveis à qualquer olhar mais atento.
O homem que anteriormente dependia mais dos processos naturais e por isso possuía para com a natureza uma relação de adoração e medo, agora com todos os avanços e evoluções conquistadas no seio da sociedade capitalista o sentimento e a relação mais freqüente do homem em relação à ela é de superioridade, como se o primeiro fosse totalmente independente do segundo, e que a existência da natureza, possuísse como principal objetivo a satisfação dos desejos produtivos da sociedade.
Todavia, a sociedade por mais que se esforce não venceu totalmente a sua dependência com relação à natureza. Em muitos casos, superar os obstáculos impostos por ela, representam um dispêndio de recursos muito grande, e em outros, o homem por mais que esforce-se, não conseguiu dominar suas manifestações.
Além disso, os materiais naturais utilizados para o nosso bem estar e para o desenvolvimento do sistema capitalista, não são inesgotáveis, ao contrário, sabemos que o potencial natural é limitado, que muitos elementos que constituem a terra comportam-se como um sistema fechado e que de acordo com o ritmo como utiliza-se estes recursos, eles demorarão mais tempo ou menos tempo, para esgotar-se.
Como DREW (1989) afirma, o princípio divulgado nas primeiras décadas deste século, de que na natureza nada é criado ou destruído, trouxe ao pensamento economicista, pleno direito de usar todos os recursos como infindáveis, no entanto, o princípio da entropia veio trazer à comunidade científica, algo bastante diferente, admitindo o fato de que a transformação da energia para um outro estado, ocasiona a dissipação de parte da energia original, impossibilitando na maioria das vezes, a sua reutilização, e gerando resíduos que, ficam em forma de poluentes no meio ambiente.

[...] Como DREW (1989) afirma, o princípio divulgado nas primeiras décadas deste século, de que na natureza nada é criado ou destruído, trouxe ao pensamento economicista, pleno direito de usar todos os recursos como infindáveis, no entanto, o princípio da entropia veio trazer à comunidade científica, algo bastante diferente, admitindo o fato de que a transformação da energia para um outro estado, ocasiona a dissipação de parte da energia original, impossibilitando na maioria das vezes, a sua reutilização, e gerando resíduos que, ficam em forma de poluentes no meio ambiente. [...]


[...] A realização de um processo de desenvolvimento conciliado as condições econômicas e ambientais, dão o suporte necessário para um a combinação sustentável e auto reguladora dos mesmos, sem que para tanto ocorram traumas de ambas as partes. O Princípio da Homeostase (DREW, 1989), é o que assegura que os elementos naturais possuem a capacidade de corrigir praticamente todo o desequilíbrio à ele imposto através de sua complexa rede de ciclos biogeoquímicos inerentes aos ecossistemas naturais. Todavia, como vários cientistas já concluíram, todos os elementos naturais possuem um limite para o restabelecimento do equilíbrio perdido, este limite é chamado por DREW (1989), de Limiar de Tolerância. [...]


[...] Existe uma necessidade premente que seja estabelecido um programa realmente eficaz de gerenciamento dos recursos hídricos e todos os outros e que toda a população tenha consciência da importância de se preservar o meio ambiente, pois dessa forma exercerão uma pressão crescente para que todos os segmentos até os menos interessados sejam obrigados a adaptar- se às novas formas de produção. Isto ocorre através do processo de educação ambiental, que visa atingir não apenas as crianças, mas também os adultos, para que estes sejam participantes efetivos da gestão dos recursos que lhes dizem respeito direta e indiretamente. [...]

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