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A evolução da tecnologia e seus efeitos ambientais: o caso do desmatamento da Floresta Amazônica

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
110 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Da sociedade primitiva à contemporânea
  3. Ação antrópica e desequilíbrios ambientais: O desmatamento da amazônia

No século XX teve início a Revolução Tecnológica que continua no século XXI. O homem, enquanto detentor de sabedoria, desenvolve e aperfeiçoa máquinas para melhor suprir suas necessidades, dentre elas, o conforto, a comodidade, a facilidade de acessos, entre outros.
Entretanto, paralelamente a essas maravilhas desenvolvidas pelos homens para tornar suas vidas mais fáceis, caminham, cada vez mais firme e resistente, os efeitos que essa Revolução Tecnológica nos deixam. Ao mesmo tempo em que o ser humano sente a necessidade de melhorar suas condições de vida, ele esquece, ou melhor, ignora, que está caminhando para a sua própria destruição.
Não podemos pensar apenas no momento ao planejarmos um projeto de grande escala; mas sim, termos uma visão do que isso causará futuramente, como alerta Schwartz: "Veja as coisas não como são, mas sim como poderão vir a ser () não ficar estagnado no presente" (1994, p. 64).
Muitas das ações dos homens têm, com o tempo, sua recuperação, mas outras tantas são irrecuperáveis. Dentre as inúmeras formas de destruição do seu espaço natural, destaca-se, aqui, uma das mais agravantes ofensas ao Meio Natural: a extinção das florestas, quer através da extração vegetal e mineral, quer pela ampliação da pecuária.
Desta forma, este trabalho teve a questão do desmatamento como tema central de estudo, porém, para a presente oportunidade, a discussão foi ampliada, trazendo à tona algumas questões que são imprescindíveis ao tratarmos da problemática ambiental como um todo.

[...] O IBAMA, órgão federal responsável pela fiscalização das florestas, principalmente no que se refere à extração da madeira, nada pode fazer já que faltam recursos humanos e financeiros para combater a voracidade dos grandes latifundiários que estão dominando a área. Entretanto, deve haver um cuidado especial em selecionar os responsáveis pela segurança e defesa da floresta, pois combater madeireiros que devastam a Amazônia é uma tarefa árdua; a situação fica mais complicada quando agentes do próprio IBAMA aliam-se aos destruidores, casos sempre noticiados pelos meios de comunicação. [...]


[...] A preservação da variedade genética da Floresta Amazônica - que faz da região uma espécie de banco de genes, o maior do mundo - deve ser um dos argumentos mais fortes contra o desmatamento por atacado e a ocupação sem critério da Amazônia. É esse patrimônio que deve ser preservado junto com as florestas. É um desafio urgente para todos os cidadãos preocupados com um futuro não muito distante. Porém, o debate em torno da preservação das florestas tropicais ainda está longe de se esgotar. [...]


[...] Também tem preocupado muitos ambientalistas o fato de que após a derrubada da mata é praxe atear fogo para deixar o terreno completamente limpo e posteriormente poder semear o pasto ou mesmo praticar a monocultura. O que resulta na produção de gás carbônico na atmosfera que contribuirá decisivamente com o problema do "efeito estufa"; esse aumento de temperatura irá repercutir nas geleiras dos pólos, fazendo-as derreterem e assim elevar o nível dos oceanos, conseqüentemente muitas terras principalmente, cidades inteiras à beira-mar serão encobertas por águas salobras. [...]

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