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Educação ambiental e o consumo responsável

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A educação ambiental como prática transformadora do consumismo

A partir da Revolução Industrial, que ocorreu na Europa em meados do século XVIII, foram surgindo equipamentos sofisticados com alta tecnologia, favorecendo a vida do homem moderno em vários aspectos, principalmente no que diz respeito à economia de tempo e mão de obra.
Em todo o mundo, a propaganda comercial de jornais, rádio e televisão incentiva às pessoas a adquirirem vários produtos e a substituírem os mais antigos pelos mais modernos, caso contrário fica ?fora da moda?. Neste cenário o lixo cresce. É a era do descartável.
Nos dias atuais, os objetos em geral têm menos durabilidade, quebram-se facilmente, necessitam de reposição em curto prazo. Forma-se a mentalidade de usar o produto apenas uma única vez para, em seguida, jogar fora.
Na era dos descartáveis, muitas embalagens são de alumínio, plástico ou papel, portanto, não reutilizadas. As modernas lanchonetes, ao servir um lanche, oferecem caixinhas de papelão ou de isopor, guardanapos, talheres, copos e canudos que são depositados numa lixeira minutos depois.

[...] Nossa análise é centrada na escola, mas convém esclarecer que a família é o sistema primário de vida e o mais influente, e que a mídia possibilita em grande parte a aprendizagem dos repertórios e usos do consumo. A escola deve proporcionar aos alunos elementos de conhecimento, procedimentos e atitudes que lhes permitam situar-se na sociedade de consumo de uma maneira consciente, crítica, responsável e solidária, para que as futuras gerações usufruam dos mesmos recursos naturais de que dispomos atualmente (Busquets e Cainzos, 1997). [...]


[...] Segundo Guimarães (2004), desde o Plano Real, instituído em 1994, os brasileiros passaram a consumir e a descartar mais. O dinheiro deixou de ser privilégio de alguns, mas a qualidade da educação, não. O lixo não é um problema em si, mas o sintoma de uma doença da sociedade atual. O problema está no padrão de consumo, baseado na idéia do descartável e não sustentável. Assim sendo, o consumismo é fruto da desagregação familiar, da tecnologia e da propaganda que cria a cultura do excesso. [...]


[...] Nessa perspectiva, quando se é interpelado por estes discursos através das representações por eles produzidas desta forma, levado a ?comprar? idéias de supremacia da cultura sobre a natureza, ou mesmo sobre o que é ?natural? e ?civilizado?, o consumo passa a ser visto como que atrelado às práticas de representação. Enfatizado ao longo deste item, a reorganização de valores e atitudes foi vista como um objetivo a ser conquistado através da conscientização dos indivíduos. Os questionamentos defendidos por Gomes (2001) permitem relativizar essa construção e conceber o consumo como um campo onde diversos valores e atitudes podem ser colocados em disputa. [...]

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