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O caos no processo de urbanização e os problemas das cidades brasileiras

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
213 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. As raízes da urbanização no brasil
  3. Os problemas das cidades brasileiras
    1. Desemprego e violência
    2. O caos do setor habitacional
    3. A questão ambiental

As cidades ocupam posição central na vida brasileira, por isso é importante entender como processou o fenômeno da urbanização, pois a urbanização não é apenas um fenômeno de crescimento de cidades. Significa uma nova forma de vida para a humanidade. São novas relações sociais, novos comportamentos e o afastamento definitivo de uma existência ligada à natureza. Trata-se de um espaço artificial, histórico, um espaço humano por excelência, construído totalmente pelas mãos dos homens. Como qualquer espaço humanizado, as cidades também apresentam problemas.
Entretanto, quando analisamos e entendemos o espaço que estamos vivendo, fica fácil compreender o porquê dos problemas e desenvolver atitudes que visem à busca de soluções.

1. AS RAÍZES DA URBANIZAÇÃO NO BRASIL

As primeiras cidades do Brasil nasceram no século XVI, ao longo do litoral, funcionando como locais onde os produtos da colônia ficavam armazenados até o momento do embarque para Portugal. Além disso, esses locais eram também pontos de defesa do território e contavam com construções denominadas ?fortes?, para proteger contra a invasão de estrangeiros. Muitos povoados cresceram em torno destes fortes.
No decorrer dos séculos XVII e XVIII, a descoberta de ouro e diamantes em áreas dos atuais estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás provocou uma maior ocupação do interior do país, surgindo assim, várias vilas. A mineração levou a formação de várias cidades como: Ouro Preto, Sabará, Mariana, Congonhas, no estado de Minas Gerais. No Mato Grosso formou Cuiabá e em Goiás, a cidade de Vila Boa.

[...] Entre suas conseqüências, destacam-se, no quadro natural, os prejuízos relacionados com a vegetação e com a hidrografia; no quadro humano, os relacionados com a alteração na qualidade dos alimentos e da água para consumo; no quadro econômico, os relacionados com a intensificação do processo de corrosão dos materiais, das máquinas, dos edifícios e dos equipamentos urbanos (MOREIRA, 2003) A poluição da água Para Moreira (2003) são inúmeros os agentes poluidores dos cursos d'água, e os mais ativos hoje são os esgotos domésticos e os resíduos industriais. [...]


[...] Os centros das grandes cidades são o principal local de concentração de mercado de trabalho. Assim, os trabalhadores que recebem baixos salários preferem dividir os aluguéis elevados com várias famílias a gastar com transporte. Por outro lado, multiplicam-se os moradores de favelas. O IBGE considera favelas os aglomerados que reúnem pelo menos cinqüenta moradias, precariamente construídas, carentes de infra-estrutura urbana e localizadas em terrenos que não pertencem aos seus moradores. No Brasil, aproximadamente 80% da população das favelas concentra-se nas regiões metropolitanas; nelas das moradias são construídas pelos próprios moradores (BOLIGIAN ET AL., 2001) Os loteamentos periféricos Os loteamentos periféricos são atualmente a forma típica de expansão da moradia popular nas grandes metrópoles brasileiras. [...]


[...] No entanto, como a urbanização no Brasil não foi gradativa, como ocorreu em qualquer país subdesenvolvido, isso acarretou vários problemas para as cidades OS PROBLEMAS DAS CIDADES BRASILEIRAS O modelo de urbanização pautado na metropolização trouxe graves consequências sociais e ambientais. O crescimento das grandes cidades ocorreu não apenas pela verticalização, ou seja, a ampliação do solo urbano com a construção de prédios de muitos andares, mas também pela horizontalização, isto é, a expansão da mancha urbana. No entanto, a população dessas cidades cresceu de forma mais acelerada do que a oferta de empregos, habitações, infra-estrutura urbana e serviços sociais. [...]

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