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Compreensão de impactos ambientais nas áreas urbanas numa visão integradora

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Economia e ecologia política do ambiente urbano
  3. Espaço, ambiente e impacto ambiental
  4. Os impactos ambientais e sua distribuição nas áreas urbanas
  5. O simples e complexo: compreensão dos impactos ambientais

A complexidade dos processos de impacto ambiental urbano apresenta um duplo desafio. De um lado, é preciso problematizar a realidade e construir um objeto de investigação. De outro, e necessário articular uma interpretação coerente dos processos ecológicos e sociais à degradação do ambiente urbano.
Os geógrafos, tanto físicos quanto humanos, nunca falaram tanto das relações entre sociedade e natureza quanto nos dias atuais. Na prática, porém, a Geografia humana permanece alheia à dinâmica da natureza, tanto quanto a Geografia física é alheia à dinâmica da sociedade. Os geógrafos físicos ou geomorfólogos se restringem a tentativas incipientes de incluir o ser humano ou a população (quase nunca a sociedade) nas suas interpretações. Os geógrafos humanos se limitam a ver o ambiente como substrato físico.
De forma mais ou menos generalizada, as Geografias, em geral, falham em demonstrar a importância das relações socioespaciais e da estrutura de classe no entendimento da problemática ambiental. Além dos aspectos sociais e políticos, cabe aos geógrafos, especificamente, analisar a estruturação e reestruturação socioespacial, processo no qual as áreas de maior risco ambiental são destinadas aos segmentos sociais menos favorecidos. As análises realizadas no campo dos impactos ambientais falham, portanto, devido principalmente à falta de profundidade teórica e ao seu reduzido poder explicativo. Não apenas os geógrafos físicos, mas também os estudiosos da problemática ambiental, em geral, e da questão ambiental urbana, em particular, comumente desconsideram suas vinculações com a estrutura de classes (HOGAN, 1981).

[...] Além disso, população desfavorecida economicamente que, está confinada nas áreas mais suscetíveis as transformações próprias dos processos ecológicos, porém aceleradas pelas ações humanas, não podem enfrentar os custos da moradia em áreas ambientalmente mais seguras ou beneficiadas por obras mitigadoras de impactos ambientais (COELHO, 2001). Os estudos urbanos de impacto ambiental relacionam-se a um conhecimento insuficiente dos processos ambientais, pautado numa noção defasada de equilíbrio e na ausência de uma teoria dos processos ambientais integradora das dimensões físicas, político-sociais, socioculturais e espaciais. [...]


[...] Finalmente, por meio do aumento da possibilidade do conhecimento, que recusa os saberes biofísico ou social já estabelecidos; buscam-se as múltiplas causalidades, a diversidade e a complexidade, e amplia-se a possibilidade de decisões e de ações, isto é, a probabilidade de conceber soluções alternativas mais eficazes. Privilegiar assim o conhecimento como fonte de saber incerto é conceber o espaço urbano como parte de um mundo encantado não revelado. Referências Bibliográficas BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil COELHO, M. C. N. Impactos ambientais em áreas urbanas: teorias, conceitos e métodos de pesquisa. In: GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. [...]


[...] Para Grossman citado por Coelho (2001), preocupado com a conservação do solo em áreas de pequenos produtores rurais, a ecologia política da erosão do solo centra sua atenção nas relações entre ambiente, padrão de uso dos recursos e as forças político-economicas. Aplicada ao uso urbano, a ecologia política da erosão do solo se ocupa, essencialmente, do espaço físico, das condições ecológicas, padrão de uso do solo urbano, das forças político-economicas e dos custos acarretados para os diferentes grupos ou categorias sociais. [...]

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