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Informações sobre o autor

monitorameto ambiental - professor de escola particular...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Engenheiro...

Informações do trabalho

Marcio M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. O efeito estufa
  3. Energias remováveis
    1. Energia eólica
    2. Energia elétrica
    3. Biodiesel
    4. Energia solar
    5. Energia nuclear
  4. Análise dos gráficos relativos à energia renovável
  5. Conclusão
  6. Referências

A produção e consumo de energia podem ter um impacto sobre o meio ambiente maior do que qualquer outra atividade humana. Os acidentes em usinas nucleares, por exemplo, têm causado o alastramento da radiação. Projetos de hidrelétricas de grande porte inundam centenas de quilômetros quadrados, deslocando pessoas e rompendo os ecossistemas. Em muitas partes do mundo em desenvolvimento, a luta por madeira combustível está destruindo florestas e transformando terras produtivas sm desertos.
Além disso, a queima de combustíveis fósseis lança enormes quantidades de componentes químicos ria atmosfera, incluindo o dióxido de carbono, óxidos sulfúricos e nitrogenados, monóxido de carbono e hidrocarbonetos, os quais, agora, ameaçam alterar o clima global. O custo final da recuperação dos solos, florestas e lagos mundiais que foram degradados pela poluição do ar, através do uso de combustível fóssil, seria exorbitante.
O relacionamento do homem com o ambiente, tradicionalmente, tem se baseado na exploração e consumo dos recursos naturais. O pensamento geral da sociedade era privilegiar o crescimento econômico a qualquer custo, relegando, a um segundo plano, a capacidade de recuperação dos ecossistemas (Silva, 1994). Todavia, tem sido crescente a conscientização da necessidade de conservação e recuperação ambiental para a própria sobrevivência humana.
O desenvolvimento industrial após a Segunda Guerra Mundial e os resultados destrutivos desta, mostraram à sociedade civil a capacidade modificadora que o homem dispunha à época.
Em diversos países, a partir da década de 60, cresceu a conscientização do público quanto aos problemas de degradação ambiental e suas conseqüências sociais, o que levou à demanda de uma maior qualidade ambiental. Para tanto os fatores ambientais deveriam ser expressamente considerados no planejamento em geral e nos projetos específicos, pois os métodos tradicionais de avaliação, baseados tão somente em critérios econômicos e técnicos, mostravam-se inadequados para auxiliar nas decisões, pelo menos do ponto de vista ambiental (Rohde, 1995).

[...] Somente com aquecimento doméstico de água para banho, são gastos anualmente bilhões de kWh de energia elétrica, os quais poderiam ser supridos com energia solar, com enormes vantagens socioeconômicas e ambientais. Mais grave ainda é o fato de que quase toda essa energia costuma ser consumida em horas específicas do dia, o que gera uma sobrecarga no sistema elétrico. Além disso, há uma enorme demanda em prédios públicos e comerciais, que pode ser devidamente atendida por sistemas de aquecimento solar central. [...]


[...] O grau de civilização não se mede apenas pelo número de quilowatts produzidos pelas fontes de energia. Mede-se essencialmente por uma infinidade de critérios morais e espirituais, pela sensatez dos homens que participam de uma civilização cuja perenidade pretendem assegurar no contexto mais favorável ao seu desenvolvimento, de acordo com as leis naturais de que jamais conseguirão emancipar-se, pois elas estão inscritas na própria constituição do mundo. Deve-se desenvolver em harmonia com o meio ambiente sem o desejo de ganância por altos lucros em um período curto de tempo, deve-se ter um desenvolvimento sustentável e usar todas as formas possíveis de energias renováveis, mesmo assim ainda poderá ocorrer que algumas destas energias renováveis possam ter impactos no meio ambiente, mas mesmo assim o meio ambiente terá um saldo positivo se comparado aos dias atuais Referências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE REFRIGERAÇÃO, AR-CONDICIONADO, VENTILAÇÃO E AQUECIMENTO (ABRAVA). [...]


[...] N. et al. Panorama do potencial eólico no Brasil. Brasília: ANEEL p. LOW, S Industrial sector end-use forecast. Toronto: Ontário Hydro 44p. Main Report Pinheiro, S.F. SILVA, E. Curso de avaliação de impactos Ambiental. Viçosa: UFV p. ROHDE, M.G. Estudos de impacto ambiental: a situação brasileira. In: RIMA. Relatório de Impacto Ambiental: Legislação, elaboração e resultados/organizado por Roberto Verdum e Rosa Maria V. Medeiros. 3a ed. [...]

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