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Plantas daninhas em reflorestamentos

Informações sobre o autor

consultoria
Nível
Especializado
Estudo seguido
Agrárias

Informações do trabalho

Álguém Da Silva S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
pdf
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Estado da arte
    1. Plantas daninhas
    2. Interferência das plantas daninhas no cultivo florestal.
    3. Métodos de controle de plantas daninhas
  3. Considerações finais
  4. Referência bibliográfica

O mato sempre disputou espaço palmo a palmo com as plantas cultivadas, causando transtornos aos que se dedicam aos empreendimentos agrícolas. Eliminá-lo é princípio básico dos agricultores, desde o início dos tempos. No reflorestamento, a presença de plantas daninhas e a necessidade de se efetuar o controle das mesmas se destaca com efetiva importância, especialmente nos dois primeiros anos de implantação, uma vez que estas podem causar prejuízos significativos exercendo competição por água, luz e nutrientes disponíveis no solo. Porém, não se trata de uma tarefa simples, uma vez que a planta daninha se adapta às condições mais adversas possíveis, o que a torna bastante agressiva. Os métodos que a humanidade tem utilizado e, atualmente utiliza, para o controle das plantas daninhas são os mais variados possíveis e tem-se verificado uma grande evolução dos mesmos, principalmente nas últimas décadas. Na área florestal, entretanto, a prática do controle de plantas daninhas se restringe aos métodos de controle manual, mecanizado e/ou químico. Este último tem sido o mais utilizado pelas empresas do setor florestal, dado à sua praticidade e rapidez. Sem dúvida nenhuma o controle da vegetação invasora é condição primordial para o estabelecimento e bom desenvolvimento de plantios de espécies de rápido crescimento.

[...] Assim, novas linhas de trabalho tem surgido com pesquisas dos efeitos de plantas sobre plantas e de se desenvolver métodos de controle biológico de plantas daninhas que atacam as áreas agricultáveis, como também as áreas florestadas e reflorestadas CONSIDERAÇÕES FINAIS A atual realidade florestal brasileira requer o uso de espécies aptas para reflorestamentos nos mais variados sítios que propiciem elevada e econômica produtividade, após intensivo preparo e manuseio do solo; uma vez que o reflorestamento brasileiro passou por um grande avanço tecnológico nos últimos anos. [...]


[...] DEUBER, R. Ciência das Plantas Daninhas: fundamentos. Jaboticabal,FUNEP,1992, v1,431p. LEITÃO, F. et alii Aspectos Ecológicos de Plantas Invasoras de Culturas. In: Simpósio sobre Tecnologia de Herbicidas,1. Campinas, IAC-SBHED.1977.p.1-17 LISBÃO JR, R. Formação de florestas de rápido crescimento. In: SIMPÓSIO BILATERAL BRASIL-FINLÂNDIA SOBRE ATUALIDADES FLORESTAIS,1988,Curitiba. Anais . p.340-356 LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas. Plantio Direto e Convencional: Nova Odessa,1984. 237p. [...]


[...] Muitas são as plantas daninhas infestantes em reflorestamento. Os fatores envolvidos na convivência entre plantas dependem das características da lavoura, das planta daninhas, condições ambientais e do momento e duração da convivência. A complexidade dessa interação fica evidente pois os componentes e condições variam, em graus diversos, com o tempo e de região para região. De um modo geral, e bem amplo, pode-se separar algumas plantas daninhas comumente presentes em reflorestamento (Quadro QUADRO Principais ervas daninhas infestantes em reflorestamento (MONSANTO DO BRASIL Reflorestamento Rondup) ERVAS PERENES Brachiaria decumbens (c. [...]

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