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Voçorocas

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
36 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revisão de literatura
    1. como se originam as Voçorocas
    2. conseqüencias do processo de erosão por Voçorocas
    3. medidas de controle da Voçoroca
  3. Conclusão
  4. Referência Bibliográfica

Esta monografia tem por objetivo analisar o fenômeno da Voçoroca.
As voçorocas se constituem na forma de erosão mais severa, origem da degradação dos solos agrícolas, com repercussão na produtividade, causando assoreamento de rios e reservatórios, comprometendo a navegabilidade e a geração de energia elétrica.
Devido ao aumento intensivo do desmatamento e das queimadas, tem crescido, assustadoramente, o número de voçorocas em todo o território brasileiro, com perdas sensíveis de áreas agrícolas que, antes, eram produtoras de alimentos ou de pastagens.
Em função do alto grau de erodibilidade de alguns tipos de solos, a simples retirada da mata (cobertura vegetal) que protege o terreno, facilitando a ação direta da água da chuva, ocasiona a formação de voçorocas. A deficiência de conhecimentos tecnológicos, por parte dos agricultores, pecuaristas, lenhadores, carvoeiros e outros usuários, tem contribuído para que os terrenos com voçorocas aumentem demasiadamente.
O controle de voçorocas é uma operação de custo elevado. Normalmente, o usuário que concorre para a formação da voçoroca ignora que, em conservação dos recursos naturais, é sempre mais econômico preservar do que restaurar.
O controle da Voçoroca consiste em realizar a sua estabilização ou evitar que cresça, tanto em largura como em profundidade. Quando possível, a primeira medida a ser adotada é o desvio do fluxo de água que está ocasionando a voçoroca, para impossibilitar o seu aumento. Se essa providência não for realizável, deverão ser adotados processos que controlam a velocidade e o volume da água que escorre sobre a garganta. Há situações em que é possível a construção de um terraço tipo murundu ? canal com um camalhão ou dique bem alto. A finalidade desse terraço é desviar a água que escorre da área superior à parte inicial da voçoroca e é chamado terraço-de-dispersão.
A fim de evitar a entrada de animais na área da voçoroca é indicado que ela seja devidamente cercada. Se a declividade da área da voçoroca, por onde escorre a água, não é forte, pode ser adotado o plantio de grama com septos-de-capim, intervalados, com o objetivo de reter a velocidade da enxurrada, evitando que a voçoroca aprofunde.
Normalmente, o controle da voçoroca compreende o estudo e a análise de toda a bacia de captação da água que escorre para o local erodido.

[...] Uma voçoroca estabilizada pode servir como um canal escoadouro vegetado para descarga de enxurrada dos terraços, um habitat para a fauna, uma área reflorestada ou mesmo para pastagem. Se for usado como canal escoadouro, a gota deverá ter a sua seção de tamanho e proporção adequada, e a vegetação escolhida deverá ser bem resistente à erosão. Nas áreas com grotas onde a erosão é menos crítica, consegue-se um bom resultado, com menos gastos, cercando a área para evitar o pastoreio e o cultivo. [...]


[...] As piteiras também foram plantadas com esse objetivo em espaçamento adensado ( 0,5 x 0,5m). Houve ainda o plantio de Sanção do Campo, Acácia Mangium, Leucena, Sibipiruna e adubos verdes super adensado ( 10 x 10 cm) em sulcos contínuos perpendiculares aos taludes para se formar uma barreira aos deslizamentos e à água. As mudas de Leucena, Acácia e Sibipiruna foram plantadas na proporção de 1:20 em relação às de Sansão do Campo. Construção de paliçadas: como no fundo da voçoroca apresenta afloramento de lençol freático torna-se necessário estabelecer paliçadas, isto é, barreiras em forma de pequenos diques dispostas transversalmente ao sentido do comprimento da mesma. [...]


[...] Teores elevados contribuem para aumentar o tamanho dos agregados do solo, dificultando sua dispersão e seu arraste pela enxurrada. Bennt (1947) propôs o valor de Kr (Si02) Al203 + Fe2O3) como índice de erodibilidade dos solos e concluiu que quanto menor o Kr mais resistente é o solo, sendo os solos com Kr menor que 2,0 aqueles com maior resistência à erosão. Em relação a solos tropicais esse índice parece não refletir bem a erodibilidade. Os diferentes grupos e classes de solos apresentam cada qual diferentes combinações de fatores intrínsecos que promovem comportamentos diferenciados frente ao processo erosivo. [...]

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