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A epistemologia convergente segundo Jorge Visca

Informações sobre o autor

Quatro anos de professor de Ensino Fundamental e médio de...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Esécializaç...

Informações do trabalho

Daniela B.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
14 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Os caminhos da psicopedagogia no terceiro milênio
  2. O balanço
  3. Os caminhos
  4. Definições conceituais
  5. Como vetor de análise
  6. A inteligência
  7. Afetividade
  8. A pré-adolescência
  9. Aprendizagem
  10. O esquema evolutivo da aprendizagem
  11. O modelo nosográfico
  12. Os obstáculos da aprendizagem
  13. A matriz de pensamento diagnóstica
  14. Problemas de aprendizagem de acordo com a epistemologia convergente
  15. O processo diagnóstico

Este artigo trata de uma pesquisa de Referência Bibliográfica, onde descreve Jorge Visca, um argentino, considerado o ?pai da psicopedagogia?, formando a primeira geração de psicopedagogos no Brasil. Este que foi professor de graduação em escolas comuns, o que lhe rendeu o conhecimento e a vivência cotidiana em sala de aula e uma compreensão realista dos problemas de aprendizagem. Foi um dos primeiros psicopedagogos que se preocupou com a epistemologia da psicopedagogia e propôs estudos baseados no que se chamou de epistemologia convergente, resultado da assimilação recíproca de conhecimentos fundamentados no construtivismo, estruturalismo construtivista e no interacionalismo. A partir disto, este artigo tem como objetivo principal fazer um breve relato sobre esse autor, bem como seus modelos, métodos, problemas e obstáculos da aprendizagem. Parte de idéias do próprio autor e de autores que são influenciados por Jorge Visca. Aborda também, além de um pouco da história do autor, modelos propostos e exemplificados por ele, bem como sua evolução, fundamentados na integração dos aportes da psicanálise e da epistemologia genética, que forma a estrutura da teoria e técnica psicopedagógica de maneira muito clara. Apresenta os problemas de aprendizagem, a prevenção do ponto de vista psicopedagógico, a matriz de pensamento diagnóstica, os problemas de aprendizagem de acordo com a epistemologia convergente e enfim o processo diagnóstico, que serve de interesse e orientação aos alunos e de estudo para especialistas, professores ou interessados em acrescentar um pouco mais de informação aos seus conteúdos programáticos.

[...] Os caminhos O fazer da psicopedagogia no terceiro milênio igualmente a perspectiva da Epistemologia Convergente traz dois desafios principais e indissociáveis: aperfeiçoar os resultados alcançados sob a idéia de uma definição mais inclusiva e profunda do objeto de estudo da psicopedagogia, e abordar as eventuais provocações do futuro. Embora resultados pré-citados tragam uma clara dedicação ao sujeito individual, privilegiando os aspectos cognitivos e afetivos, faz-se necessário e indispensável levar a cabo investigações clínicas e experimentais aprofundando mais esta interação em situações de aprendizagem. [...]


[...] VISCA (1991), citado por SCOZ (1992) concebe a aprendizagem como uma construção intrapsíquica, com continuidade genética e diferenças evolutivas, resultantes das pré-condições energético-estruturais do sujeito e das circunstâncias do meio. Esta aprendizagem, como um fenômeno complexo não pode ser considerada como um objeto científico, deve ser situada como uma instância a ser explicada e não como uma instância que explique. Para investigá-la tomamos o pensamento, produtor de conhecimento e estruturador do sujeito, capaz de aprender, como objeto científico. Em relação à instauração de um campo da psicopedagogia, nos interessa especialmente o pensamento visto como um sistema composto por uma dupla estrutura: uma lógico-conceitual, estudada especialmente por Piaget e seus colaboradores cognitivistas, que tem a função de construir a objetividade, e outra simbólico-dramática estudada pela psicanálise (ótica laicana), onde o objetivo é o sujeito do desejo (BOUYER,2004). [...]


[...] Quanto ao nível metodológico existe um duplo sentido: da maneira utilizada para a integração de teorias - estabelecendo meras correspondências verbais ou o utilizado pela epistemologia convergente - assim como a forma de investigação da Epistemologia convergente investigação clínica), que permite contactar o fato real, desmontar o antigo sistema a partir do concreto, descrever e explicar (VISCA, 1991). A investigação clínica permite o contato com a realidade e tanto ela quanto a verbal pode ser realizada segundo três tendências: o paralelismo (afetividade e cognição), a assimilação unidirecional (uma teoria prevalece sobre a outra mantendo-se intacta e deformando a submetida) e a assimilação recíproca de teorias, onde se desmonta o sistema e se elabora um modelo que supera dialeticamente as falsas antimonias. [...]

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