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A literatura infantil como metodologia de ensino para o ensino fundamental I

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

RIBAS A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
14 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
3
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  1. Introdução
    1. A literatura infantil e o ensino
    2. Literatura infantil e formação de professores
  2. Proposta pedagógica

Um dos problemas, ainda em aberto neste início do século XXI, é a necessária articulação da Literatura (para crianças e adolescentes) com os projetos e métodos de ensino. Por que Literatura? Em que ela é importante para a formação das crianças e jovens, visando a adultos conscientes e atuantes? São interrogações necessárias e com respostas em constante elaboração, (Pierrô,1996,pg.12).
Consultando a História, vemos que no âmbito do Ensino Fundamental, no Brasil, de alguma maneira, ainda que não trabalhada enquanto obra literária, a Literatura sempre esteve presente. No final do séc. XIX, com o processo de consolidação do sistema social consagrado pelo II Império (Dom Pedro II), a L.I. era considerada como caminho de transformação e, por isso foi inserida no contexto escolar.Vejamos o que dizem Zilberman e Lajolo2 a respeito:

[] por causa da aliança entre literatura infantil e escola, foram os pedagogos os primeiros a se preocupar como aparecimento e valor dos livros para crianças. Carlos Jansen, professor do Colégio
D.Pedro II, foi tradutor e adaptador de histórias européias.

[]Na mesma época, José Veríssimo, crítico literário de renome, escreve A educação nacional, no qual reivindica livros brasileiros para crianças brasileiras. E, ainda, podemos citar Leonardo Arroyo3, no seu precioso trabalho Literatura Infantil Brasileira:

[] Devemos destacar desde logo a atuação de Carlos Jansen, a quem se deve a apresentação, em tradução brasileira, de muitas obras clássicas da literatura infantil, assim consideradas. Desde logo percebeu o ilustre professor do Colégio Pedro II as deficiências que havia no Brasil no terreno da literatura infantil e juvenil e as já manifestas inconveniências representadas pelas traduções ou originais portugueses.[]

[...] ] Fui confrontado com o problema de deduzir quais as experiências na vida infantil mais adequadas para promover sua capacidade de encontrar sentido na vida; dotar a vida, em geral, de mais signifi-cados. Com respeito a esta tarefa, nada é mais importante que o im- pacto dos pais e outros que cuidam da criança; em segundo lugar vem a nossa herança cultural, quando transmitida à criança da maneira correta. Quando as crianças são novas, é a literatura que cana liza melhor este tipo de informação. [...]


[...] ] por causa da aliança entre literatura infantil e escola, foram os pedagogos os primeiros a se preocupar como aparecimento e valor dos livros para crianças. Carlos Jansen, professor do Colégio D.Pedro II, foi tradutor e adaptador de histórias européias. [ . ]Na mesma época, José Veríssimo, crítico literário de renome, escreve A educação nacional, no qual reivindica livros brasileiros para crianças brasileiras. ainda, podemos citar Leonardo Arroyo3, no seu precioso trabalho Literatura Infantil Brasileira: [ . ] Devemos destacar desde logo a atuação de Carlos Jansen, a quem se deve a apresentação, em tradução brasileira, de muitas obras clássicas da literatura infantil, assim consideradas. [...]


[...] Conclusão A Literatura Infantil como qualquer outra forma de expressão artística se relaciona com o contexto social, em seu sentido mais abrangente. Relação que pode se estabelecer no confronto ou na consonância, mas que sempre existirá, mesmo quando o escritor inventa um texto introspectivo, de caráter subjetivo. A relação autor-texto-mundo será sempre da perspectiva de alguém autor) pousando seu olharsobre o mundo, relação que gera uma outra: leitor-texto-mundo, ( Zilberman, 1988). Para que as possibilidades formativas da L.I. (adesão a alguns valores, resistências a outros, re-elaboração de alguns, disponibilidade para a ação) se desenvolvam ao máximo em sua potencialidade, é preciso oportunizar e intensificar as relações possíveis da L.I. [...]

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