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Causas da repetência no ensino fundamental da rede pública de Varginha

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
39 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revisão de literatura
    1. O que é aprendizagem
    2. Habilidades e competências na 1.ª série do ensino fundamental
    3. Definindo Competências e Habilidades
    4. O Desafio de Alfabetizar
    5. Geografia
    6. Ciências Naturais
    7. Educação Física
    8. Educação Sexual
    9. História
    10. Matemática
    11. Arte
    12. Ética
    13. A Construção do Conhecimento Segundo Piaget
    14. Introdução
    15. Estágios da Construção do Conhecimento / Inteligência
    16. Estruturas de Aprendizagem
    17. Diagnóstico das Dificuldades
    18. Conceito
    19. Características
    20. Objetivos
    21. Levantamento de hipóteses
    22. Dificuldades de aprendizagem
    23. Conceituação das Dificuldades
    24. Problemas Familiares
    25. Aquisição da Leitura e escrita
    26. Disortografia
    27. Análise Qualitativa das Trocas Ortográficas
    28. Disgrafia
    29. Fatores que causam as disgrafias
    30. Os diferentes tipos de Disgrafia
    31. Atraso na linguagem
    32. Dislalia
    33. Disartria
    34. Linguagem Tatibitate
    35. Rinolalia
    36. Dislexia
    37. Diagnóstico
    38. Imaturidade
    39. Falta de Perseverança na Execução das Tarefas
    40. Outros Problemas de Saúde
    41. Distúrbios Psicossociais
    42. TDAH - Hiperatividade
    43. Características
    44. Evolução do distúrbio hiperativo
    45. Implicações educacionais
    46. Domínio dos Conhecimentos Básicos da Matemática
    47. Deficiência Motora Fina
    48. Relacionamento interpessoal
    49. Deficiências Visual e Auditiva
    50. Algumas Manifestações Comportamentais
  3. Proposição
  4. Materiais e métodos
  5. Resultados
  6. Conclusão
  7. Referências bibliográficas

O ?ambicioso? objetivo desta dissertação é mudar o olhar para a escola. O mundo e a criança, consciente de que a escola.
Sendo membro do mundo e uma parcela da criança o objetivo é tornar-se melhor, é continuar o trabalho ardoroso de completar-me, de burilar a professora que existe nas minhas entranhas, no meu espírito e na minha missão que Universo busca em mim.
As pessoas que se interessam pela educação sentem necessidade de saber como as crianças pensam, se desenvolvem, adquirem conhecimento do mundo. Para atender a essas necessidades procuramos estudar, pesquisar, aprender
Levando em consideração a vida diária de um professor, observamos o surgimento de fatos que não lhe são comuns, confusos e até preocupantes. Isto acontece quando nos deparamos com crianças que têm dificuldades em aprender. Apesar de ter estudado algo sobre a aprendizagem o professor às vezes se sente impossibilitado quando se defronta com tais obstáculos, quando surge uma criança que não pára no lugar, não consegue aprender, por mais tentativas que se faça, a lacuna na compreensão do ser humano se apresenta em toda sua grandeza.
Este trabalho foi uma pesquisa quantitativa e qualitativa junto a Rede Pública Municipal de Educação em Varginha, em razão dos altos índices de repetência na 1.a Série do Ensino Fundamental, no ano de 2002.
A Rede Pública Municipal de Varginha trabalha com o sistema de seriação, portanto a criança que não consegue aprender um mínimo de conteúdos e adquirir as competências básicas da 1.a série não será aprovada. Isto gera ansiedade e frustração, levando as crianças a apresentarem baixo rendimento escolar e serem taxadas de ?burras? ou ?lerdas?, podendo levá-los a perder a motivação para aprendizagem, até mesmo abandonar a escola.
Frente às dificuldades escolares elas apresentam um declínio no prazer da aprendizagem logo que se deparam com os primeiros obstáculos.
Na primeira parte abordaremos o que é aprendizagem? Quais as possibilidades do conhecimento e da construção da inteligência segundo Jean Piaget e Sara Paín.
Buscamos definir as competências e habilidades da 1.a série do ensino fundamental, considerando que a Rede Pública Municipal de Varginha trabalha com séries e não com ciclos.
Num segundo momento foram elaboradas três questões básicas em um questionário objetivo, que aplicado aos professores da 1.a série de todas as escolas e respondido um a um em tempo e espaço diferenciado.
Ficou evidente num gráfico comparativo que os professores da zona rural e urbana atribuem aos problemas familiares a principal dificuldade para aprender, seguidos das dificuldades da leitura e escrita na zona urbana e imaturidade na zona rural.
As habilidades e competências que deve adquirir a criança em fase de alfabetização foram de acordo com a pesquisa. Na zona urbana: domínio e interpretação de textos simples; domínio dos conceitos básicos da matemática, domínio das funções motoras, socialização, autonomia, domínio do jogo de regras. No entanto, na Zona Rural a socialização primordial, juntamente com o domínio e interpretação de textos simples, domínio dos conceitos básicos da matemática, funções motora, autonomia, domínio do jogo de regras. Portanto, observamos que necessidades diferenciadas estão articuladas a cada contexto social, segundo a pesquisa, a socialização da criança da zona rural é fundamental para seu desenvolvimento e percebe-se maior envolvimento entre os seus moradores.
Quanto aos pré-requisitos para cursar a 1.a série, ambos justificaram ser as habilidades motoras bastante significativas, porém na zona urbana segue-se habilidades de espaço/tempo, habilidades psicossociais, percepções sensoriais e o desenvolvimento do nível silábico-alfabético. Na zona rural segue-se as habilidades psicossociais, percepções sensoriais, habilidades de espaço/tempo e nível silábico-alfabético.
Compreende-se que não é tão importante o conhecimento das letras e sílabas e sim a aquisição de outras habilidades que propiciem o processo de alfabetização.
Na parte III da dissertação sugerimos algumas recomendações para se trabalhar com as dificuldades de aprendizagem, a autora sugere procedimentos para promover o pensamento divergente e criativo, despertando a motivação, desejos de novas experiências, de aprovação social.
Aulas ministradas como brincadeiras, com histórias, cantos e dramatizações são estímulos para despertar a razão de aprender.
Quando as dificuldades escolares surgem, deve-se procurar atendimento especializado. Quanto mais tempo for demorar a intervenção, mas graves serão as conseqüências. Ao realizar uma atividade e não obter êxito, a auto-estima da criança diminui: ela não faz os deveres escolares, falta às aulas e em casos mais graves, abandona o ambiente escolar ou transfere isso a dificuldades de relacionamento com colegas, professores e família. Existem sinais claros que estão relacionados à queda do interesse pela escola: perda do orgulho pelo trabalho escolar, queixas que não apresentam relação com a aprendizagem, como ?o lanche é ruim?, ?o professor é chato?, recusa em falar sobre a escola, que é caracterizada por respostas curtas, tarefas escolares são ?cansativas? em vez de dizerem que apresentam dificuldades.
Os conceitos aqui desenvolvidos são resultado de pesquisa e a troca de idéias com colegas, crianças e outros profissionais.
Só conhecendo o ser humano em sua natureza própria, nas relações entre seus membros constitutivos e o mundo é que poderemos nos aproximar da criança. O entendimento dessas modificações exigirá por certo interesse e dedicação de nossa parte e só deverá empenhar se aqueles que querem dar o passo de professor para educador.

[...] Buscamos definir as competências e habilidades da 1.a série do ensino fundamental, considerando que a Rede Pública Municipal de Varginha trabalha com séries e não com ciclos. Num segundo momento foram elaboradas três questões básicas em um questionário objetivo, que aplicado aos professores da 1.a série de todas as escolas e respondido um a um em tempo e espaço diferenciado. Ficou evidente num gráfico comparativo que os professores da zona rural e urbana atribuem aos problemas familiares a principal dificuldade para aprender, seguidos das dificuldades da leitura e escrita na zona urbana e imaturidade na zona rural. [...]


[...] Um ?déficit? em qualquer um destes aspectos, sem dúvida alguma, afeta o ritmo gráfico, a legibilidade do traçado e sua organização Os diferentes tipos de Disgrafia Ajuriaguerra conclui que as crianças disgráficas podem apresentar deficiências nestes fatores analisados, sendo que, os fatores que se apresentam mais freqüentemente deficitários são, a orientação espacial, seguida da integração motora e da adaptação afetiva, No entanto, o que tem chamado à atenção é que o mesmo ?déficit? pode ocasionar disgrafias completamente diferentes ou mesmo, não causar qualquer tipo de dificuldade gráfica. [...]


[...] Abandono O abandono é um complicador na vida da criança, que vai demonstrar isto através do fracasso na escola, na diminuição da auto-estima, no sentimento de menos valia. É necessário uma intervenção social e psicológica para dar suporte ao sujeito, levando-o a confiar em si mesmo e estabelecer vínculos positivos com o processo ensino- aprendizagem. Dificuldades financeiras Esta é uma questão econômica que gera outros comprometimentos; quando as dificuldades financeiras são apontadas, surge a desnutrição, falta material adequado a aprendizagem (não pode comprar livros, cadernos, lápis, etc.), irritação, instabilidade, depressão, perda do interesse pela aprendizagem, agressividade, desatenção . [...]

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