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A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Data de Publicação
01/04/2008
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
14 páginas
Nível
Especializado
Consultado
8 vez(es)
Validado por
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O brincar na educação infantil

  1. Introdução
    1. O brincar na educação
  2. Brincar na educação infantil é fundamental
    1. As contribuições do brincar para o desenvolvimento infantil
    2. A brincadeira como metodologia indispensável para o professor da educação infantil

Brincar é a atividade mais típica da vida humana, por proporcionar alegria, liberdade e contentamento. É a ação que a criança desempenha ao concretizar a fantasia e a imaginação no mundo real. Segundo o dicionário de língua portuguesa o termo brincar significa “divertir-se; folgar; não levar a sério. Verbo transitivo: adornar; zombar; gracejar.” (FERREIRA, 2001, P. 152).
Para Piaget (apud KISHIMOTO, 1999), a brincadeira não recebe uma conceituação específica, e entendida como ação assimiladora, a brincadeira aparece como forma de expressão da conduta, dotada de características metafóricas como espontânea, prazerosa, semelhantes às características do Romantismo e da Biologia. Piaget (apud KISHIMOTO, 1999) distingue a construção de estruturas mentais da aquisição de conhecimentos. A brincadeira, enquanto processo assimilativo, participa do conteúdo da inteligência, à semelhança da aprendizagem.
De acordo com Vygotsky (apud KISHIMOTO, 1999), os paradigmas para explicar o jogo infantil localizam-se na filosofia marxista-leninista, que concebe o mundo como resultado de processos histórico-sociais que alteram não só o modo de vida da sociedade, mas as formas de pensamento do ser humano. Desta forma, a conduta do ser humano, incluindo suas brincadeiras, é construída como resultado de processos sociais. Considerada situação imaginária, a brincadeira de desempenho de papéis é conduta predominantemente a partir de 3 anos de idade e resulta de influências sociais recebidas ao longo dos anos anteriores.
Conforme Freud (apud ANTUNES, 2003), o brincar é o mais saudável caminho para canalizar energia, construindo-se processos de sublimação saudáveis e identificadores. A tarefa, pois, de uma boa educação infantil seria a de propiciar, através de brincadeiras, o afeto e a sociabilidade, dando voz aos sonhos infantis. A criança que de maneira saudável brinca e se realiza nos seus brinquedos está se distanciando de torturas psíquicas possíveis e de neuroses que sempre se guardará.
KISHIMOTO (1999), ao afirmar sobre jogos, brinquedos e brincadeiras pontua que a palavra jogo tem inúmeras formas de compreensão. Os jogos recebem uma mesma denominação, porém cada um tem sua especificidade.

[...] E para cada etapa do desenvolvimento infantil existem tipos de brincadeiras, por isso a brincadeira e o jogo têm uma função essencial na vida da criança. Tão essenciais que interferem nas atividades como brincar/ jogar, comer/ dormir, nem sempre nessa ordem. A sociedade propõe numerosos produtos (livros, filmes, brinquedos) às crianças. Esses produtos integram as representações que os adultos fazem com as crianças, bem como os conhecimentos sobre a criança disponíveis numa determinada época. Mas o que caracteriza a cultura lúdica é que apenas em parte ela é uma produção da sociedade adulta, pelas restrições materiais impostas à criança. [...]


[...] No item a seguir apresentaremos as contribuições do brincar para o desenvolvimento infantil depois de explicar que o brincar na educação infantil é de fundamental importância As Contribuições do Brincar para o Desenvolvimento Infantil Teóricos como Kishimoto (19999), Antunes (2003), dentre outros, defendem e valorizam a inserção de atividades lúdicas no processo ensino- aprendizagem, uma vez que estas são percebidas como um processo pelo qual a criança aumenta o senso de responsabilidade, desenvolve-se física, cognitiva e socialmente também enriquece sua auto-estima. [...]


[...] E veremos no próximo capítulo que brincar na educação infantil é fundamental Brincar na Educação Infantil é Fundamental De Froebel (apud KISHIMOTO, 1999), a partir dos anos 80, até os nossos dias, o brincar foi sendo cada vez mais desenvolvido na educação constituindo-se numa peça importantíssima na formação da personalidade, nos domínios da inteligência, na evolução do pensamento e de todas as funções mentais superiores, transformando-se num meio viável para a construção do conhecimento. Sendo o brincar uma ação presente em todas as dimensões da existência do ser humano muito especialmente, na vida das crianças, entendemos que na fase infantil, brincar é uma necessidade básica, assim como a nutrição, a habitação e a educação. [...]

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