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Caracterização do consumo alimentar de escolas do 5º ano do ensino fundamental em escola pública, município de Campo Grande, MS

Informações sobre o autor

Vendedora- 2005 - Farmacêutica -RT-2006/2008 -...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Bacharel em...

Informações do trabalho

Juliana F.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
7 páginas
Nível
Especializado
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Consumo Alimentar de Escolas

1. INTRODUÇÃO
A adolescência é um período da vida caracterizado por intensas mudanças biológicas, psicológicas e sociais que podem interferir no consumo alimentar deste grupo populacional (CARMO, 2006).
A dieta de adolescentes caracteriza-se pela preferência de alimentos com elevado teor de gordura saturada, colesterol e substancial quantidade de sódio e carboidratos refinados, representados muitas vezes pela ingestão de batatas fritas, alimentos de origem animal fritos e bebidas com adição de açúcar (CARMO, 2006).
O Brasil tem sido considerado um país em trânsito nutricional em razão da crescente prevalência de obesidade e doenças crônicas. O aumento da freqüência do excesso de peso é preocupante, pois está associado a vários fatores de risco para doença metabólicas e cardiovasculares que afetam o indivíduo na fase adulta (ZANCUL, 2004).
A questão nutricional ocupa hoje um lugar de destaque no contexto mundial. Pode-se perceber uma grande preocupação com a nutrição adequada e com as conseqüências de uma alimentação incorreta (ZANCUL, 2004).
Sabe-se que a formação de hábitos alimentares é influenciada por fatores fisiológicos, psicológicos, sócio-culturais e econômicos.
Considera-se que diante do papel fundamental que a escola ocupa na tarefa de educar e informar sobre hábitos alimentares saudáveis é importante conhecer, comparar e analisar que tipo de alimentação é oferecido aos alunos do ensino fundamental da rede municipal, estadual e particular dentro do espaço escolar (ZANCUL, 2004).
Este trabalho caracterizou o consumo alimentar de escolares do 5 ano do Ensino Fundamental de uma Escola Municipal no município de Campo Grande-MS, através de comparações de ingestão de nutrientes pelos alunos e as recomendações nutricionais para a faixa etária avaliada, estabelecendo as possíveis relações entre o perfil alimentar e fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis.

2. METODOLOGIA
Foram avaliados escolares do 5º ano da escola municipal da cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
A escola conta com cinco turmas de alunos na referida série, com total de 148 estudantes. A amostra foi composta através de sorteio de dez alunos de cada turma, compreendendo cinqüenta adolescentes. Os alunos sorteados foram encaminhados para uma sala reservada para esta atividade, onde receberam instruções da pesquisadora sobre o preenchimento do questionário. A pesquisadora com o auxílio de estagiários supervisionou toda a atividade diminuindo dúvidas que surgiam durante o preenchimento.
Os dados foram obtidos através do preenchimento do Questionário de Freqüência Alimentar, validado por PHILIPPI. et. al., (2003).
Os itens avaliados, relativos ao consumo, foram descritos conforme questionário e a quantidade dos alimentos ingerida pelos alunos de acordo com a freqüência foi descrita em porções. Outras variáveis foram coletadas da ficha do aluno, como sexo e idade.
Os dados foram transcritos para planilha eletrônica Excel, versão 2002, e foram realizados cálculos de médias, medianas e desvios-padrão, através do software Epi-Info versão 3.2 (CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION, 2004).

3. RESULTADOS
Dentre os adolescentes estudados, 38% eram compostos pelo sexo masculino e 62% feminino. A média de idade foi de 10,08+- 0,85 anos completos. A Tabela 1 mostra a distribuição da faixa etária dos alunos, segundo sexo.

Tabela 1- Distribuição da faixa etária dos alunos do 5 ano do ensino fundamental, segundo sexo Campo Grande/MS, 2007.

[...] Este trabalho caracterizou o consumo alimentar de escolares do ano do Ensino Fundamental de uma Escola Municipal no município de Campo Grande-MS, através de comparações de ingestão de nutrientes pelos alunos e as recomendações nutricionais para a faixa etária avaliada, estabelecendo as possíveis relações entre o perfil alimentar e fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis METODOLOGIA Foram avaliados escolares do 5º ano da escola municipal da cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A escola conta com cinco turmas de alunos na referida série, com total de 148 estudantes. [...]


[...] A carência de vitamina A pode levar a cegueira; a carência de vitaminas do Grupo B leva a problemas de coordenação motora, falta de apetite, distúrbios nervosos, distúrbios digestivos e pelagra. A falta de vitamina C causa doenças relacionadas à dentição e escorbuto. Sem a vitamina podem ocorrer problemas de dentes e ossos fracos, artrite e raquitismo. A vitamina E é importante no desenvolvimento dos sistemas reprodutores, masculino e feminino e a vitamina K é essencial no processo de coagulação sangüínea (KAZAPI, 2001). [...]

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