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O analfabetismo no Brasil sob a ótica da psicopedagogia

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
42 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A educabilidade do homem
    1. Concepções sobre a educação
    2. Meios de produção e a educação para adultos
    3. Dois mundos do trabalho diferentes
    4. Fatos históricos
    5. Os analfabetos no brasil
    6. A situação atual no brasil
    7. Quanto às leis
    8. Um trajeto tortuoso para a educação de jovens e adulto
    9. Campanha nacional do combate ao analfabetismo
    10. A retomada da mobilização e o programa de emergência
  3. A escola e a cidadania negada
    1. Direitos de cidadania
    2. Período pós-64 e a política educacional

Educação é um processo social que tem por objetivo o desenvolvimento integral da personalidade sendo que um outro objetivo é o homem em desenvolvimento, a criança. A educação é um processo sistemático pelo qual a pessoa realiza e se integra à sociedade e o professor ao realizar a prática educativa, orienta para a justiça, para a verdade e para o bem, estimulando a coragem e persistência.
A educação é um dos principais instrumentos para acabarmos com os problemas sociais, muito embora a realidade hoje no Brasil, mostra-se um tanto triste pois aumenta o empobrecimento da população, acompanhado por crises políticas e de valores morais.
As nossa leis não visam respostas aos problemas existentes e nem mecanismos de acompanhamentos que possam reduzir os alarmantes números. A abordagem do problema deve partir de suas possíveis causas; no entanto, seríamos ingênuos ou simplistas se apontássemos esta ou aquela instituição social que não sofre as influências da sociedade da qual é parte integrante.
Sabe-se que o número representativo de analfabetismo, bem como o da evasão escolar está situada entre as primeiras preocupações no sistema de ensino.A democratização do acesso não é garantia de democratização de ensino. Ao esforço de ampliação de vagas dentro do sistema escolar, não se seguiu uma política segura de intervenção, no sentido de torná-lo competente para ensinar os que dependem exclusivamente da escola para a aquisição dos conhecimentos e habilidades socialmente valorizadas. Tal negligência tem provocado, consequentemente, a crescente inflação dos custos da educação, uma vez que tanto a evasão como a repetência oneram o sistema.

[...] Primeiro o estado passou a ser ele mesmo capitalista Estado produtor, visando a participação do trabalho no consumo através de diversos instrumentos. Depois surgiram organizações transnacionais como a ONU, UNESCO, OIT, AMT que passaram a suprir a necessidade de mecanismos reguladores entre as nações. Os estados perderam a capacidade de gerir sua própria moeda, o que é fruto do processo de globalização. Surge os blocos do Mercado Comum Europeu, Nafta, Tigres Asiáticos e Mercosul como mecanismos de proteção. A partir daí acontece maior concentrações de rendas, aumenta a capacidade de consumo dos que tem e exclui os trabalhadores como se fosse necessário, assim como a violência é legitimada, a morte dos mais fracos é um mal necessário e a sociedade neoliberal o Estado Neoliberal se desobriga de dar assistência aos mais necessitados, surgindo assim os sem- terra, sem-teto, etc. [...]


[...] O estudo da UNESCO (1990), sobre o perfil das crianças no mundo que hoje não têm acesso à escola, revela que geral, os meninos que não se encontram na escola tendem a ser do sexo feminino, a ser pobres e a viver em tugúrios em bairros urbanos ou periurbanos em zonas rurais apartadas?. No Brasil, certamente a maior pobreza se concentra nas periferias urbanas e zona rural e está correlacionada com sucesso/insucesso escolar. O professor Alceu Ferrari (1985), em seu trabalho sobre a situação do analfabetismo no Brasil, mostra que ao longo deste século houve um movimento de queda no índice percentual de analfabetismo, apesar do crescente número absoluto de analfabetos. [...]


[...] O exercício da cidadania se coloca como papel primordial para a educação escolar e para que se forme o cidadão é necessário o exercício da liberdade, a qual compreender a formação do homem social, participativo, responsável, político e produtivo. Portanto, é necessário criar condições e habilidades para a participação da comunidade, para que se forme no indivíduo a consciência de sua responsabilidade social e política. O conhecimento deve ser vivo e dinâmico, levando o indivíduo a ser um agente de mudanças para que estas aconteçam impõe-se que se estruture o conselho escolar de forma a atuar com dinamismo e com os olhos atentos à realidade do aluno, da escola e da sociedade. [...]

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