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A arte de contar histórias no ensino fundamental

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
23 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Apresentação e a construção da identidade da criança
  2. A importância psicológica dos contos
    1. A emoção segundo Vygotsky
    2. Articulando realidade e fantasia, presente e passado
    3. A afetividade no processo de ensino aprendizagem
  3. A identidade das crianças através dos contos de fadas e contos maravilhosos
    1. A psicopedagogia e os contos de fadas
  4. As histórias enquanto componentes curriculares
    1. A leitura no dia-a-dia da criança
    2. A Literatura na escola
    3. Adaptação de um currículo informal à situação formal da sala de aula
  5. As técnicas de contar e do contador de histórias
    1. Como contar histórias
    2. Histórias reais
  6. Criando um programa com histórias
    1. Análise sobre a pesquisa

Há dois anos planejo meu trabalho pedagógico com o objetivo de propiciar aos alunos o contato e o conhecimento mais abrangente com os livros de histórias infantis, relacionando assim as diversas disciplinas, de maneira a organizar uma prática inovadora, carregada de significados que levem o aluno a maior compreensão da realidade pessoal e coletiva.
Nada é mais fascinante para o educador do que trilhar caminhos propostos pelo pensamento e pela imaginação infantis. Percebe-se que os livro infantis trazem linguagens que dialogam com a afetividade, com a emoção e que permitem à criança desvendar o mundo a sua volta, além de enfocar conceitos e atitudes importantes.
As crianças ficam curiosas, com profunda capacidade de aprendizagem e o desejo pelo conhecimento as levam a formular hipótese, expandir o campo da imaginação, interagindo com o mundo que as cercam e de maravilhar-se diante da vida.
Essa pesquisa terá como o intuito de saber se o pensamento em relação as histórias mostra ser verídico e, se essa investigação será relevante para contribuir no resgate da auto-estima da criança, para fortalecer a autonomia, segurança e melhorar as relações sociais; propiciando mudanças de atitudes que envolvam a escola, a família e a sociedade.
Considera-se também que essa pesquisa poderá contribuir para auxiliar outros educadores a planejarem suas aulas, aprofundando o olhar sobre o que se passa na sala de aula, para melhor construir conhecimentos que os auxiliem na compreensão do processo de ensino-aprendizagem de alunos com problemas afetivos.

[...] Ao contar uma história para a criança, o professor não deve interpretá- la, porque além de perder o poder de encantar, perderá o potencial da história em ajudar a criança a lutar por si só e dominar o problema que fez a história significativa para ela. As interpretações adulta, por mais correta que sejam, rouba da criança a oportunidade de sentir que ela enfrentou com êxito uma situação difícil. A história dirige a criança para a descoberta de sua identidade e comunicação, sugerindo ainda experiências que são necessárias para o desenvolvimento do seu caráter, mostrando à criança que uma vida compensadora e boa está ao alcance das pessoas, apesar das adversidades e que ela não deve se intimidar com as lutas do destino as quais, ajudam na construção da identidade. [...]


[...] A literatura tem um papel fundamental na reformulação de valores e na conscientização dos seres em formação, preservando princípios éticos e respeito aos direitos humanos. Nesse processo, o papel do professor é fundamental na mediação entre a criança e a literatura, cabendo-lhe o compromisso do estudo, da reflexão, do conhecimento das obras infantis e de seus critérios de seleção; da sua formação pessoal como leitor, que dá vida ao texto, preenchendo suas lacunas com a própria existência. Assim, como leitor e educador, apresenta a literatura para as crianças como uma brincadeira levada a sério, uma brincadeira, que partindo da palavra, acontece ?dentro da cabeça?, pondo em ação o corpo, a razão e a sensibilidade, numa relação plena do ato de conhecer Adaptação de um currículo informal à situação formal da sala de aula Adaptar as histórias infantis ao currículo informal é um desafio que se apresenta. [...]


[...] Contar histórias é um ato cultural que atua diretamente nos sentido e no subjetivo de cada um, possibilitando à criança conhecer melhor a si mesma, o outro e o mundo em que vive, através do contato com as diferentes culturas: uma ponte entre um mundo distante e o mundo de hoje. Torna-se participante ativo da cultura deixada por gerações que antecederam num processo contínuo de crescimento cultural e da memória, proporcionando um estado de encantamento, fazendo a criança esquecer-se de si mesma. [...]

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