Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

A inclusão escolar

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
23 páginas
Nível
Especializado
Consultado
8 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Conceituação e histórico da inclusão no Brasil
    1. Educação especial e as diretrizes nacionais
    2. Histórico da inclusão no Brasil
  2. O papel do psicopedagogo na inclusão na escola
    1. Trabalhar com inclusão requer mudanças de paradigmas
    2. Trabalhar com inclusão requer reflexão sobre a prática
    3. Trabalhar com a inclusão é postura ética
    4. Escuta de todos os setores
    5. Como se dá o trabalho do psicopedagogo na escola?
    6. O que é fundamental na atuação psicopedagógica?
  3. Estudo de caso
    1. Intervenção da psicopedagogia institucional
    2. Elementos e conteúdos desenvolvidos em sala de aula
  4. Conclusão

Este trabalho apresentará os principais pontos de uma situação que hoje atinge as escolas tanto Estaduais, como Municipal e Particular: a Inclusão Escolar.
A inclusão escolar visa reverter o percurso de exclusão de qualquer natureza e ampliar as possibilidades de inserção de crianças, jovens e adultos em escolas regulares. O movimento mundial por uma educação para todos vem se fortalecendo, sobretudo, a partir das últimas décadas.
A complexidade que envolve a questão da identidade pessoal, da identidade social e mesmo das identidades nacionais deve-se, em grande parte, à dualidade determinada pela presença ou ausência de participação ativa, dignidade e respeito. Em outras palavras, deve-se às situações de inclusão e exclusão ou marginalização do ser humano enquanto ser que pensa e age.
A escolha por esse tema foi pela observação em sala de aula, do trabalho com crianças que apresentam esse tipo de situação a partir do momento que chegam na escola. São situações novas que, nos educadores, estamos tentando compreender e de certa forma procurar meios para ajudá-las a superar todo esse processo.
Para todos aqueles que trabalham com Psicopedagogia é bastante comum a vivência de situações em que é preciso estabelecer a intervenção psicopedagógica em função das necessidades especiais da criança. Os brinquedos, jogos e materiais pedagógicos desempenham neste momento um papel muito importante.
O objetivo, neste estudo, implica em resgatar o sentido da "Educação Especial", ainda que isto possa desagradar aos que se colocam à frente das discussões sobre "Educação inclusiva", já que, diante de "necessidades educacionais especiais", a educação escolar deve responder com situações de ensino-aprendizagem diferentes das organizadas usualmente para a grande maioria dos educandos, ou seja, das situações comuns de ensino ou ensino regular.
A problemática discutida nesta pesquisa é: A falta de recursos que esses alunos encontram na escola e, a falta de preparo por parte do corpo docente que trabalha com criança portadora de deficiência.

[...] O psicopedagogo na instituição escolar poderá: Ajudar os professores, auxiliando-os na melhor forma de elaborar um plano de aula para que os alunos possam entender melhor as aulas; Ajudar na elaboração do projeto pedagógico; Orientar os professores na melhor forma de ajudar, em sala de aula, aquele aluno com dificuldades de aprendizagem; Realizar um diagnóstico institucional para averiguar possíveis problemas pedagógicos que possam estar prejudicando o processo ensino-aprendizagem; Encaminhar o aluno para um profissional (psicopedagogo, psicólogo, fonoaudiólogo etc) a partir de avaliações psicopedagógicos; Conversar com os pais para fornecer orientações; Auxiliar a direção da escola para que os profissionais da instituição possam ter um bom relacionamento entre si; Conversar com a criança ou adolescente quando este precisar de orientação O que é fundamental na atuação psicopedagógica? [...]


[...] Trata-se, portanto, de duas questões: o direito à educação comum a todas as pessoas e o direito de receber essa educação sempre que possível junto com as demais pessoas nas escolas ?regulares'. De acordo com esses autores referindo-se às pessoas com necessidades especiais, tais necessidades ?podem ser de várias ordens: visuais, auditivas, físicas, mentais, múltiplas, distúrbios de conduta e também superdotação ou altas habilidades?. Além disso, utilizam indiferenciadamente estimativas da Organização Mundial de Saúde como torno de 10% da população com necessidades especiais?, e dados estatísticos de matrículas de alunos com tal classificação recebendo atendimento na Educação Básica, em 1998, conforme informações do MEC/INEP. [...]


[...] Felipe andou com 1 ano e 7 meses, começou a falar com quase 2 anos e usou fraldas até os 3 anos. Em relação a família, sua mãe, informou-me que Felipe é mais ?apegado? a ela do que ao pai e que o mesmo se mostra pouco paciente com o filho, só fala gritando com o mesmo e ela consegue perceber que o filho se isola do pai, procurando mais a mãe. A criança possui um bom relacionamento com os irmãos sendo um casado e os outros dois adolescentes. [...]

Estes documentos podem interessar a você

A importância da sala de recursos para a educação inclusiva

 Sociedade   |  Educação   |  Monografia   |  17/07/2007   |  BR   |   .doc   |   39 páginas

Mais Vendidos educação

A ética da educação

 Sociedade   |  Educação   |  Estudo   |  14/03/2007   |  BR   |   .doc   |   5 páginas

Cronologia educação no mundo no Brasil de 1500 a 2007

 Sociedade   |  Educação   |  Estudo   |  27/03/2008   |  BR   |   .pdf   |   96 páginas