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Os professores e a concepção construtiva

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
27 páginas
Nível
Especializado
Consultado
339 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Conceituações do construtivismo
    1. O construtivismo na escola
    2. O construtivismo segundo Jean Piaget
  2. O papel do professor no construtivismo
    1. O erro no construtivismo
    2. Avaliação no construtivismo
    3. Como ser um professor construtivista?
  3. Abordagem tradicional x Abordagem contrutivista
  4. Pesquisa de campo
    1. Análise da entrevista na escola pública
    2. Análise da entrevista na escola particular
    3. Análise final
  5. Conclusão
  6. Anexos
  7. Referências

O novo século se configura como o momento de redefinição de papéis e conduta dos profissionais das mais diversas áreas de atuação. O perfil do educador se traduz na superação dos desafios que surgem a cada momento.
Considerando que hoje já existe a consciência de que o trabalho pedagógico deve ser realizado no equilíbrio e na harmonia do desenvolvimento de cada ser humano, e que a rapidez das mudanças da sociedade interferem na formação de valores das crianças dos adolescentes, a escola assume novas características no compromisso com valores ético políticos, na preparação de educandos como agentes da informação e não meros acumuladores de dados, na formação de cidadãos profissionalmente éticos e competentes, preparados para o momento presente e para um futuro que ainda está por vir.
?Os professores e a concepção construtivista? foi escolhido porque o construtivismo entrou no Brasil, há mais de uma década, e de lá para cá, vem conquistando adeptos.
Mudou totalmente a maneira de se alfabetizar, causando assim em muitos professores a insegurança, a dúvida entre ficar com o tradicional mais seguro ou buscar novas formas para alfabetizar, como o construtivismo. Sendo assim, precisa-se de teorias que forneçam instrumentos de análises e de reflexão sobre a prática, sobre como se aprende e como se ensina.
Como questões a serem respondidas apresentam-se: 1. O que é considerado na concepção construtivista? 2. Qual e o papel do professor no construtivismo? 3. O que é necessário para ser um professor construtivista?
Apresentam-se como hipóteses:
1. A teoria construtivista considera que o conhecimento é construído pelo individuo, num processo contínuo do saber ao longo de sua historia de vida, na interação com o meio onde vive e com as pessoas com as quais convive: Na escola, no clube, igreja, etc.
2. Em vez de dar matérias, numa aula meramente expositiva, o educador deve organizar o trabalho didático-pedagógico de modo que o educando seja o co-piloto de sua própria aprendizagem. O professor fica na posição de mediador ou facilitador desse processo.
3. É necessário que todos os educadores dominem e tenham conhecimento profundo das teorias que explicam a construção da inteligência e os processos de aprendizagem para que possam realizar mudanças significativas e eficientes na prática pedagógica e nas suas propostas didáticas, pois todo educador tem que ter por trás do seu fazer pedagógico, uma teoria que o suporte.
Mas os educadores têm de ter em mente que as teorias sobre o construtivismo, devem somente ser usadas como um suporte nas suas práticas pedagógicas. Pois não existe um método construtivista para segui-lo, como se fosse um livro de receitas, existe sim uma "Postura construtivista".
Toda teoria é construída num cenário cultural, nunca por um teórico individual. A teoria é o produto de suas reflexões e experiências. O papel do professor é de proporcionar situações que levem os educandos a aprenderem a aprender.
Então cabe ao educador-mediador gerar uma ponte educativa entre os conhecimentos reais que a criança já tem quando chega à escola, aqueles que trás de suas vivências extra-escolares, para que se transformem em objetos de conhecimentos a serem investigados e desenvolvidos dentro do espaço da sala de aula.
Apresentam-se como objetivos gerais analisar e entender qual é o papel do professor nesta concepção, que torna o educando agente do processo ensino-aprendizagem direcionando-o, questionando, permitindo e exigindo-lhe ação.
Como objetivos específicos apresentam-se fazer com que o professor deixe de ser apenas um conferencista e que estimule a pesquisa e o esforço, ao invés de se contentar com a transmissão de soluções já prontas.
A metodologia a ser utilizada para essa pesquisa será através de referências bibliográficas de grande educadores que tem contribuído para educação no mundo e no Brasil: Jean Piaget, Vygotsky .
O trabalho será finalizado com uma Pesquisa de Campo realizada em uma escola pública e outra em escola particular, que procurará mostrar como tem sido aplicada e trabalhada essa proposta.

[...] O professor fica na posição de mediador ou facilitador desse processo É necessário que todos os educadores dominem e tenham conhecimento profundo das teorias que explicam a construção da inteligência e os processos de aprendizagem para que possam realizar mudanças significativas e eficientes na prática pedagógica e nas suas propostas didáticas, pois todo educador tem que ter por trás do seu fazer pedagógico, uma teoria que o suporte. Mas os educadores têm de ter em mente que as teorias sobre o construtivismo, devem somente ser usadas como um suporte nas suas práticas pedagógicas. [...]


[...] Estágio sensório-motor - desenvolvimento inicial das coordenações e relações de ordem entre as ações, início de diferenciação entre os objetos e entre o próprio corpo e os objetos; aos 18 meses, mais ou menos, constituição da função simbólica (capacidade de representar um significado a partir de um significante). No estágio sensório-motor o campo da inteligência aplica-se a situações e ações concretas. a 2 anos) Estágio pré-operatório - reprodução de imagens mentais, uso do pensamento intuitivo, linguagem comunicativa e egocêntrica, atividade simbólica pré-conceitual, pensamento incapaz de descentrarão. [...]


[...] Os "erros" podem ser trabalhados, ao contrário do que a maioria das escolas pensam, esses "erros" demonstram uma construção, e com o tempo vão diminuindo, pois os educandos começam a se preocupar com outras coisas (como ortografia) que não se preocupavam antes, pois estavam apenas descobrindo a escrita Avaliação no construtivismo Em sentido amplo, NOGUEIRA & PILÃO (1998, p. afirmam que a avaliação do educando no construtivismo está relacionada ao julgamento de uma realidade, envolvendo valores e juízos com o objetivo de uma tomada de decisão. [...]

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