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A educação especial no Brasil - da exclusão à inclusão escolar

Informações sobre o autor

RECURSOS HUMANOS - PSICOLOGIA CLÍNICA
Nível
Especializado
Estudo seguido
GRADUAÇÃO...

Informações do trabalho

FERNANDA ANGÉLICA C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Quadro situacional
  2. O especial na educação x o especial da educação
    1. SOBRE A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES
  3. Pensando e fazendo uma escola para todos
  4. A inclusão escolar
  5. O trabalho do psicólogo junto aos educadores que atuam na educação especial

Este artigo trata das fases pelas quais a educação especial brasileira está evoluindo, partindo-se da exclusão dos alunos com deficiência em instituições especializadas de cunho eminentemente terapêutico até chegarmos aos dias de hoje, em que esta modalidade educacional está se chocando com as propostas de uma escola para todos, única, aberta às diferenças e, em conseqüência, inclusiva. O caminho percorrido é enfocado do ponto de vista dos documentos legais, dos planos e políticas educacionais. Finalizamos destacando a formação dos professores e apresentamos alguns indicadores pelos quais estamos avaliando os benefícios da inclusão, nas escolas brasileiras, por meio de investigações dos pesquisadores do LEPED/Unicamp ? São Paulo.

[...] O TRABALHO DO PSICÓLOGO JUNTO AOS EDUCADORES QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Segundo Bock, Furtado e Teixeira (2001), a psicologia escolar é um ramo da psicologia aplicada que lida com o indivíduo, nos diferentes aspectos de seu desenvolvimento enquanto sujeito de um processo educacional sistematizado. Acompanha não só o processo de aprendizagem como parte da educação, mas também a personalidade do aprendiz como membro da sociedade escolar, familiar e da comunidade. É importante que o psicólogo tenha visão panorâmica de seu campo de trabalho, de suas possibilidades e limitações, e tenha uma visão crítica da utilização de certas técnicas, não perdendo de vista o indivíduo como um ser integral. [...]


[...] Ele não planeja as decisões para as crianças, mas pode fornecer condições de aprendizagem para os que, investidos da autoridade e de responsabilidade, podem tomar as melhores decisões referentes a programas educacionais. O propósito do psicólogo é, sobretudo, atingir a personalidade dos participantes, de forma a permitir-lhes uma relação e uma produção que inclua a subjetividade. E que, portanto, permita integrar os níveis de sociabilidade sincrética, sem com isso impedir a individuação e a interação, promovendo saúde nas atividades de prevenção primária. [...]


[...] Em 1972 foi constituído pelo Ministério de Educação e Cultura MEC o Grupo Tarefa de Educação Especial e juntamente com o especialista James Gallagher, que veio ao Brasil a convite desse Grupo, foi apresentada a primeira proposta de estruturação da educação especial brasileira, tendo sido criado um órgão central para geri-la, seriado no próprio Ministério e denominado Centro Nacional de Educação Especial CENESP. Esse Centro, hoje, é a Secretaria de Educação Especial SEESP, que manteve basicamente as mesmas competências e estrutura organizacional de seu antecessor, no MEC. [...]

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