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A importância da escrita espontânea no processo de alfabetização

Informações sobre o autor

Técnica em Educação - Professora - Intérprete de língua...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Pedagogia -...

Informações do trabalho

Ana Maria R.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Aquisição da língua escrita: da pré-história a psicogênese
    1. Vigotsky e a pré-história da linguagem escrita
    2. A psicogênese e o apropriar-se da escrita pela criança
    3. Os níveis de conceitualização da escrita segundo a psicogênese
    4. Nível pré-silábico
    5. Nível Silábico
  2. Escrita espontânea: leitura, escrita e produção textual
  3. Considerações finais

O presente trabalho tem como objetivo evidenciar questões sobre o processo inicial de alfabetização no que diz respeito à produção de escrita espontânea da criança em processo de aquisição da língua escrita, ou seja, evidenciar como isso acontece desde o inicio e quais as implicações para a produção de textos infantis em se considerando as teorias apresentadas. Foram consultados alguns autores que entendem que esse processo se dá naturalmente e, posteriormente são colocadas algumas propostas para a produção de textos em uma perspectiva construtivista de ensino. Para concluir são colocadas algumas considerações que sugerem que produzir texto escrito com sentido, tanto para o indivíduo como com função social, é possível desde que sejam respeitadas as condições da criança durante o processo de aquisição da língua escrita.

[...] Entretanto, no processo de alfabetização, a hipótese silábica é, ao mesmo tempo em avanço conceitual e uma fonte geradora de conflito cognitivo, pois cria condições de contradição entre o controle silábico e a quantidade mínima de letras que uma escrita deve possuir para ser legível (uma letra só não pode ser lida), e entre a interpretação silábica e as escritas propostas pelo meio, que sempre apresentam um número maior de letras do que as que a hipótese silábica permite antecipar. [...]


[...] Desde esse momento podemos considerar que se inicia o processo de aquisição da língua escrita, portanto, já é possível trabalhar com a escrita oferecendo-a a criança da forma mais significativa e prazerosa possível: diferentes textos em seus mais variados portadores para que se interessem cada vez mais pela escrita e possam tornar-se produtores de textos significativos e que venham a servir para situações reais de uso. Kaufman e Rodriguez (1995) acreditam que; . ao escrever_ das diferentes maneiras em que as crianças vão escrevendo apresentam-se situações conflitantes que favorecem o aprendizado, razão pela qual é muito importante que todos escrevam, independente de qual seja seu nível de conceitualização?. [...]


[...] As principais características do nível pré-silábico podem ser relacionadas do seguinte modo: A criança desconhece a relação entre linguagem e escrita; Desconhece a intenção da escrita; Sua escrita pode ser indiferenciada, apresentando uma série igual de grafias, independentemente de estímulo; ou diferenciada, em resposta aos estímulos, variando o repertório, a quantidade ou a posição das grafias (tendo por referencial o objeto e suas propriedades, introduz a variação na quantidade de letras, por exemplo, para que corresponda ao tamanho do objeto referido); Apresenta problemas quanto à diferenciação de letras, utilizando as mesmas letras para escrever diferentes palavras e apelando para o valor posicional pela inversão das letras, assim sendo, todas as escritas se assemelham e o que as caracteriza é a intenção subjetiva do escritor; Sua escrita não funciona como veículo de informação, tornando-se ininteligível (só o autor entende seu próprio texto); Não repete marcas, pois com as mesmas marcas não há possibilidade de leitura; Ainda utiliza o desenho para escrever e supõe que a escrita para ter significado precisa do desenho; Pode ter controle de quantidade de letras (geralmente variando de três, no mínimo e a oito no máximo). [...]

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