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A importância do marketing de relacionamento no varejo

Informações sobre o autor

professor P1 e P2
Nível
Especializado
Estudo seguido
letras

Informações do trabalho

De Oliveira J.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Biografia
  3. Análise crítica
  4. Conclusão
  5. Bibliografia

O varejo vem assumindo uma importância crescente no panorama empresarial no Brasil e, também, no mundo. Notícias sobre o varejo aparecem quase diariamente nos cadernos econômicos dos principais jornais brasileiros. Atualmente, os consumidores podem adquirir produtos e serviços em uma ampla variedade de organizações de varejo. Há varejistas de loja, varejistas sem loja e organizações de varejo.
As empresas varejistas devem dedicar cada vez mais esforços para satisfazer seus clientes. Tecnologias de banco de dados estão possibilitando que os varejistas desenvolvam um relacionamento mais individualizado e duradouro com seus consumidores, procurando atender a suas necessidades, mediante procedimentos de micro segmentação, cultivando, assim, a fidelidade dos clientes.
O marketing de relacionamento é uma estratégia baseada em um conjunto de conceitos, ferramentas, processos, softwares e hardwares, provento a empresa de meios para atender os requisitos dos clientes em temp real, disseminando as informações dos clientes por todos os departamentos da empresa, para que esse possa ter m tratamento diferenciado em qualquer setor em que for atendido. Para que isso possa ocorrer, é necessário que os recursos humanos disponíveis na empresa estejam treinados e aptos nesse atendimento.
O intuito do marketing de relacionamento é fazer com que as organizações, com fins lucrativos ou não, possam ter os recursos necessários na informática e telecomunicações integradas de uma forma eficaz, provendo ainda para todos os departamentos, informações atualizadas sobre os clientes em tempo real, para que cada cliente seja tratado como se fosse único, de uma forma singular que transcenda suas expectativas.
O marketing de relacionamento é denominado estratégia de marketing one to one, pois, com esta ferramenta é possível mensurar a importância das necessidades dos clientes e utilizá-los como uma ferramenta de identificação e diferenciação de cada cliente, pode também criar meios ou programas eficazes de fidelização. Possibilita também, verificar quais são as carências comerciais de seus clientes, identificar e analisar novas oportunidades de negócios para a organização, potencializando contra seus concorrentes.
Para que uma empresa varejista ao decidir implementar o marketing de relacionamento é necessário que toda estrutura mude seus conceitos e a visão da própria organização, pois, a eficiência e eficácia desta estratégia implica diretamente em todos os processos, sistemas, organização, pessoas e cultura empresarial, que tem como objetivo melhorar os processos internos a fim de aumentar a percepção de valor dos clientes em relação ao fornecedor.
Os consumidores estão desejosos de receber respostas mais eficientes das empresas varejistas e mostram-se receptivos a estabelecer relações mais contínuas, apoiadas na confiança e na qualidade dos serviços. A interatividade proporcionada pela Internet amplia o conceito de relacionamento para a criação de comunidades entre varejistas e clientes.

[...] O marketing de relacionamento pode ser definido como planejamento, gerenciamento e operacionalização de experiência do cliente, aplicando-se as mais avançadas tecnologias da informação, visando a fidelização e criação de valor, incluindo ex-clientes como posíveis novos clientes. O marketing de relacionamento envolve caputar os dados do cliente ao longo de toda a empresa, consolidar todos os dados capturados interna e externamente em um banco de dados central, analisar dados consolidados, distribuir os resultados dessa análise aos vários pontos de contato com o cliente e usar essa informação com o cliente através de qualquer ponto de contato com a empresa. [...]


[...] Se viajasse de volta, pelo túnel do tempo, e desembarcasse em uma metrópole brasileira no início da década de 60, se ficaria surpreso ao verificar que a maioria dos atuais formatos de lojas não existiam naquela época. Não se encontrariam shopping centers, ou hipermercados, ou lojas de conveniência, ou clubes de compra, ou auto-serviços de material de construção, ou lanchonetes fast food, ou restaurantes por quilo, ou redes de franquias, ou locadoras de vídeo, ou pet shops, nem lojas de informática, nem empresas globalizadas como Carrefour, Wal-Mart. [...]


[...] A parceria com fornecedores vem sendo também fortalecida pelo Gerenciamento de Categorias (ou Gerenciamento por categorias) um processo apoiado na intensa sinergia entre fornecedor e varejistas, no qual o varejista gerencia todos os produtos dentro de uma categoria de produtos e que, envolve a gestão simultânea do preço, espaço em prateleira, esforços promocionais e outros elementos do composto de marketing de uma categoria, para melhorar as vendas e o desempenho da categoria. O varejo no canal de distribuição De acordo com Parente (2000, p. [...]

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