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Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

Data de Publicação
15/01/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
105 páginas
Nível
Para todos
Consultado
7 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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A importância dos softwares educativos para a alfabetização

  1. Introdução
  2. Alfabetização
    1. Alguns elementos para a compreensão da problemática
    2. A construção da escrita na fase inicial
    3. Alfabetizar: Saber Ler Ou Saber Decifrar?
  3. Os softwares educativos
    1. A informática: presença indelével
    2. O uso do computador: bom ou mau?
    3. Informatizar para modernizar?
    4. As categorias dos softwares
    5. Elegendo critérios
    6. Softwares educativos - uma escolha limitada
  4. E agora, José?
    1. O novo e o velho
    2. Os softwares - uma descrição diferente da apregoada
    3. E o educador, onde está?
  5. Considerações finais
  6. Bibliografia

A razão de ter remetido meu pensamento do computador para a escrita está relacionada diretamente ao meu objeto de estudo, pois foi a fascinação inicial que tive pelos computadores e softwares educativos, destinados a alfabetizar crianças em idade pré-escolar, aliada à minha experiência como professor, que acompanhou centenas de crianças nas suas “descobertas”, seus avanços e recuos na apropriação da escrita e leitura, que me levou a aprofundar estudos e a desenvolver pesquisas nesse sentido.
Nesta pesquisa, iniciada no II semestre de 1995, foram muitas as indagações que surgiram, foram muitos os caminhos possíveis de serem seguidos. A princípio pensei em analisar todos os softwares destinados à Educação Infantil. Como a Educação Infantil compreende crianças entre 0 e 6 anos e encontrei softwares para crianças a partir de dezoito meses, levantava questões sobre os uso do computador para crianças nessa faixa-etária. Muitos programas continham propostas educativas que causavam, além do ceticismo, o desejo de usá-los com a faixa-etária apregoada para observar os resultados. No entanto, à medida que avançava na compreensão da problemática que a impulsionou, comecei a perceber que se fazia necessário e imprescindível optar por um aspecto e delimitar um campo de análise.
Como educador, meu interesse esteve sempre relacionado a aspectos da educação em geral e a um aspecto bastante específico que me vem instigando, incitando e estimulando: a alfabetização.
Atuando quase que ininterruptamente com crianças entre quatro e seis anos, durante dezoito anos de trabalho, venho tendo a oportunidade de vivenciar inúmeras situações onde a alfabetização foi e é tema de discussões, controvérsias e conflitos teóricos, porém, mais do que isso, tenho tido a oportunidade de vivenciar situações cotidianas de compreensão da escrita por parte das crianças com as quais atuo que, continuamente, vêm causando reviravoltas na minha própria compreensão sobre o ato de ler e escrever.
Descrevo estas “passagens” institucionais porque elas mostram, na prática, uma discussão que vem permeando a Educação Infantil desde a década passada, tornando-se mais forte no final desta década, após a Constituição; o reconhecimento dos Direitos da Criança e do Adolescente e, mais recentemente, com a nova LDB: A creche e a pré-escola como direito da criança, tendo um caráter não assistencialista, mas onde o binômio educar/cuidar se faz presente. Neste particular, KRAMER & JOBIM (1988), no princípio da década de 80, já buscavam investigar questões referentes às funções da pré-escola, situando e contextualizando o seu papel político, social e econômico através de sua origem e trajetória histórica.

[...] Para a pesquisa que ora apresento, o recorte para a análise dos softwares foi feito sobre a forma como poderia ser tratada a leitura e escrita de crianças em idade pré-escolar numa perspectiva diferente daquela tradicionalmente conhecida através dos métodos analítico, sintético e/ou eclético. No segundo capítulo, faço uma trajetória histórica da alfabetização, passando pela construção da escrita, os métodos de ensino, a mecanização e a compreensão, compondo todo um panorama e fazendo emergir alguns elementos que nortearam este trabalho, no sentido de indicar de que alfabetização estou falando. [...]


[...] Para poder fazer os registros do nome das pessoas e das mercadorias, evitando confusões nos registros, escrita logográfica evoluiu de logográfica para cuneiforme, passando a representar os nomes dos desenhos por sons desses nomes”(op.cit. p.35). A partir daí o signo passa a ter valor fonético, independente do significado: o signo torna-se palavra, a escrita vincula-se à língua oral. Nesse sistema bem mais complexo a representação passa a ser do som e não do significado. Acredita-se que por volta de 3000 a.C. [...]


[...] Pesquisa: softwares educacionais Nome do software: Baby Fun - Palavras Faixa-etária: a partir dos 18 meses atende a poucas uma média a totalmente especificaç situações razoável da especificaç a ão da especificaç ão quase especificaç especificaç ão que ão ão totalmente O material fornece condições para as X crianças expressarem suas idéias em: imagem, som, palavras e música. O programa oferece X ajuda sob forma oral para a criança. O programa oferece ajuda sob X forma escrita para a criança. [...]

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