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A Inclusão de Alunos com Necessidades Especiais no Ensino Regular

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
educação
Faculdade
UEPG:Univer...

Informações do trabalho

Graciane G. F.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
32 páginas
Nível
Para todos
Consultado
5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Necessidades Especiais
    1. Conceito
    2. Clientela
  2. O Histórico da Educação Especial
  3. Inclusão
  4. Estratégias Pedagógicas Para a Intervenção na Adptação Curriculares

Para que uma escola se torne realmente inclusiva/democrática ela necessita garantir a todos os seus alunos, sem exceção, os conhecimentos essenciais para seu adequado desenvolvimento e socialização. No entanto, o fato de que os objetivos e as aprendizagens devam ser comuns não significa que todos os alunos possam alcançá-los da mesma maneira, seguindo o mesmo processo e recebendo o mesmo tipo de atenção educativa. É preciso que os professores diversifiquem os procedimentos e estratégias de trabalho em função das características individuais dos alunos, agrupando-os de acordo com suas necessidades e seu ritmo próprio de aprendizagem, para garantir que todos os alunos alcancem os objetivos estabelecidos, ou seja, reconhecendo que diferenças no jeito de aprender implicam em doses maiores de atenção e estímulo para a aprendizagem.
As crianças com alguma deficiência, independente de qual seja ela, são crianças que têm necessidade e possibilidade de conviver e interagir com outras, algumas vezes de forma diferente. Essa forma diferente de ser e agir é que as torna um ser único, singular. Não devem ser olhadas como quem tenha um defeito mas sim como uma pessoas com possibilidades e dificuldades que se tornam desafios, com as quais podemos aprender e crescer. O ponto comum a todos os portadores de deficiências é o fato de pertencerem a uma minoria da população e, em função disso são freqüentemente considerados ?anormais?. Esta visão é preconceituosa e não lhes proporciona nenhum tipo de ganho, ao contrário, empobrece suas potencialidades. A pessoa com deficiência é viva, portanto, é dinâmica. Seu desenvolvimento ocorre sempre de forma mais lenta. Esta é a maior diferença entre ele e a criança normal. É uma pessoa que sente, pensa e precisa do contato com o outro para objetivar suas potencialidades. Necessita ser estimulado a rendar cada vez mais. Crianças com deficiência precisam ser vistas como seres com recursos e com necessidades, como todos os demais e, à medida que forem alcançando progressos no seu desenvolvimento e aprendizagem, mais passos darão em favor de novas conquistas e possibilidades.

[...] No Brasil, o instrumento jurídico precursor na legitimação da voz dos movimentos sociais pela inclusão educacional é a Constituição Federal de 1988 na qual se explicita, pela primeira vez, que o atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência deverá ocorrer, preferencialmente, na rede regular de ensino. Além desse claro indicador integrador, estabelece diretrizes para a compreensão da Educação Especial como modalidade de educação escolar, obrigatória e gratuita, ofertada, também, em estabelecimentos públicos de ensino, o acesso aos alunos com deficiência aos benefícios conferidos aos demais educandos e a integração das escolas especiais ao sistema de ensino. [...]


[...] A inclusão de alunos com necessidades especiais na classe regular implica o desenvolvimento de ações adaptativas, visando a flexibilização do currículo, para que ele possa ser desenvolvido da mesma maneira efetiva em sala de aula, e atender as necessidades individuais de todos os alunos. A maximização de oportunidades de uma vida inclusiva tem como ponto crítico a percepção que o educador tem das pessoas com deficiência. Elas necessitam ser percebidas como pessoas com fortes possibilidades de se desenvolver e participar, cabendo ao educador descobrir estas capacidades e potencializa- las ao máximo. [...]


[...] A segregação é condenável, como também o é a prática da inclusão sem todos os cuidados para seu êxito Estratégias Pedagógicas Para a Intervenção na Adptação Curriculares A inclusão de alunos com necessidades especiais na classe regular implica o desenvolvimento de ações adaptativas, visando a flexibilização do currículo, para que ele possa ser desenvolvido da mesma maneira efetiva em sala de aula, e atender as necessidades individuais de todos os alunos. Segundo o MEC/SEESP (BRASIL,1999), essas adaptações curriculares realizam-se em três níveis: adaptações no nível do projeto pedagógico (currículo escolar) que devem focalizar, principalmente, a organização escolar e os serviços de apoio, propiciando condições estruturais que possam ocorrer no nível de sala de aula e no nível individual; adaptações relativas ao currículo da classe, que se referem, principalmente, à organização das atividades elaboradas para sala de aula; adaptações individualizadas do currículo, que focalizam a atuação do professor na avaliação e no atendimento a cada aluno. [...]

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