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autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Data de Publicação
30/07/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
21 páginas
Nível
Especializado
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5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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A inclusão de deficiêntes visuais na escola de educação infantil

  1. Considerações gerais sobre deficiências visuais
    1. A criança com perda visual total
  2. A inclusão da criança deficiente visual no ensino infantil
    1. O processo ensino-aprendizagem da criança deficiente Visual
    2. O método braille
  3. O trabalho pedagógico do professor em sala de aula com crianças deficientes visuais no ensino infantil
    1. A Promoção de Auto-Estima e o Aproveitamento Escolar da Criança Deficiente Visual
    2. Defasagens no processo de desenvolvimento
  4. Estudo de caso
  5. Conclusão
  6. Referências

A educação especial no Brasil está passando por um processo de mudanças profundas, algumas das quais estão acontecendo de forma muito rápida, cabendo a nós, educadores refletir sobre esse novo contexto, e tentar estabelecer algumas das estratégias que julgamos fundamentais para que essa educação se converta em iniciativas de qualidade, que culminem de fato no crescimento do seu público alvo, ou seja, as crianças.
Por outro lado, tem-se ouvido, com certa apreensão e com grande temor, referências a esta palavra “inclusão”, que surge no cenário educacional brasileiro, como se fosse mais uma moda.
Sabe-se por relatos de colegas professoras que, em escolas públicas bem equipadas e, principalmente, dotadas de professores capacitados para trabalhar com o processo de integração plena, os resultados têm se mostrado positivos.
Entretanto, essa realidade não se constitui regra em nosso meio, pois nas salas de recursos específicos para deficientes visuais, há professores sem capacitação específica e nenhum preparo para trabalhar em parceria com o ensino comum, tornando-se, desta forma, o trabalho pedagógico das salas de recursos individualizados, solitários, e, muitas vezes, esses espaços acabam funcionando como classe especial.
Apesar de tudo isso, é necessário estudarmos as diversas formas de poder trabalhar com esses alunos, afinal, eles agora fazem parte do nosso dia-a-dia. Não podemos isolá-los, temos que nos aperfeiçoar, precisamos encontrar meios para que eles não se sintam como “especiais” e sim como crianças normais.

[...] A educação de excepcionais deve, no que for possível, enquadrar-se no sistema geral de educação, a fim de integrá-los na comunidade.” O principal objetivo da educação infantil é favorecer o desenvolvimento físico, motor, emocional, cognitivo e social de todas as crianças com deficiência visual. A escola promove experiências e conhecimentos, por meio de jogos e brincadeiras, bem como do convívio com outras crianças e outros adultos, fora do ambiente doméstico. O que se verifica é que, mesmo após quase quatro décadas, ainda temos que rediscutir esse direito já consagrado. [...]


[...] Mas, para que tudo isso aconteça é necessário o envolvimento, a vontade política, disposição de educadores, bibliotecários, de todos enfim, que estão envolvidos no processo da chamada educação especial. Além dessa vontade política, dessa disposição, exige-se defesa do braille como ferramenta indispensável na educação de crianças cegas, antes se convertam em "excelentes ouvintes de textos", mas sejam completamente analfabetos em leitura e escrita braille. A abordagem desse problema é larga, e pede diferentes instrumentos de interpretação, onde os professores não estão capacitados em discutir esse tema seria necessário suporte de pessoas comprometidas com a educação e sua essência para transmitir o conhecimento em sua amplitude. [...]


[...] Embora não seja fácil, a família precisa entender que o portador de deficiência é, antes de mais nada e acima de tudo, uma pessoa total, evitando focalizar a atenção na sua condição visual. Assim, ela deve oferecer condições para seu crescimento como indivíduo, tornando-o capaz de ser feliz e produtivo dentro de sua realidade, de sua potencialidade e seus limites. A família exerce papel fundamental no processo de desenvolvimento e aprendizagem das pessoas com deficiência visual como mediadora nas interações, nas formas de comunicação, nas relações da criança com o mundo e no processo de construção do conhecimento. [...]

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