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A medida do supervisor educacional nas relações interativas na escola

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Marcos Botega S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
18 páginas
Nível
Para todos
Consultado
7 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. A supervisão educacional na implementação de mudança
    1. Supervisão Escolar Democrática
  2. Competências e formação para a supervisão escolar
    1. Competência necessária
    2. Os fundamentos básicos da formação e prática do Supervisor da unidade escolar
  3. Competências profissionais dos supervisores escolares
  4. Supervisão escolar e relacionamento interpessoal
  5. Conclusão
  6. Referências bibliográficas

O presente trabalho se propõe a pesquisar o tema ?Supervisão Educacional?, delimitando-se à investigação sobre as formas de mediação do Supervisor Escolar nas relações interativas na Escola.
Nesse sentido questiona-se: como o Supervisor pode tornar-se um mediador das relações interativas no ambiente escolar?
A presente pesquisa tem por objetivo: investigar as formas de mediação do Supervisor nas diversas relações interativas na Escola; e pontuar algumas formas de intervenção-mediação nas relações interativas na Escola.
A concepção de que o Supervisor Educacional é mediador das relações interativas na Escola foi o pressuposto que motivou esta pesquisa.
Entender a educação como um processo de participação orientado, de construção conjunta, que leva a negociar e compartilhar significado, faz com que a comunicação que se estabelece na Escola tenha uma importância crucial.
Para construir esta rede é necessário compartilhar uma linguagem comum de maneira clara e explícita, tratando de evitar e controlar possíveis mal-entendidos ou incompreensões.
Os próprios efeitos educativos dependem da interação complexa de todos os fatores que se inter-relacionam nas situações de ensino: tipo de metodologia, estilo de professor, relações sociais, conteúdos culturais, etc. Fica claro que é preciso criar um ambiente seguro e ordenado que ofereça a todos os alunos e professores a oportunidade de participar da coletividade, num clima com multiplicidade de interações que promovam a cooperação e a coesão do grupo.
Acredita-se que o Supervisor Educacional pode tornar-se um mediador das relações interativas no ambiente escolar.
Para o desenvolvimento desta pesquisa, optou-se pela pesquisa bibliográfica.
A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas, buscando conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema.
O presente estudo será dividido em 5 etapas, a saber: (a) levantamento do referencial teórico; (b) seleção do referencial teórico apropriado a presente investigação; (c) leitura crítico-analítica do referencial selecionado; (d) organização dos dados levantados e (e) elaboração do relatório final.

[...] A fundamentação da Supervisão está, pois, na constituição de um espaço público de direito, que deve promover condições de igualdade, garantir estrutura material para um serviço de qualidade, criar um ambiente de trabalho coletivo que vise a superação de um sistema educacional seletivo e excludente, ao mesmo tempo, que possibilite a inter-relação desse sistema com o modo de produção e distribuição de riqueza, com a organização da sociedade, com a organização política, com a definição de papéis do poder público, com as teorias do conhecimento, as ciências, as artes e as culturas. [...]


[...] A superação da visão burocrática e hierarquizadora de funções e posições, evoluindo para uma ação coordenada, passa, necessariamente, pelo desenvolvimento e aperfeiçoamento da totalidade dos membros do estabelecimento, na compreensão da complexidade do trabalho educacional e percepção da importância da contribuição individual e da organização coletiva. CONCLUSÃO Vivendo a escola e o sistema de ensino, percebem-se altas perdas e baixos ganhos no cotidiano do Supervisor Escolar. As universidades falam. Fornecem muitas informações sobre seu cotidiano: dificuldades, acertos, desacertos; demonstram sua vontade de acertar, de ser competentes, de ser eficientes, eficazes e a necessidade de serem ouvidas e atendidas. [...]


[...] O clima escolar centra-se principalmente na percepção dos atributos organizacionais, ou seja: diferenciam uma dada organização, podendo considerar- se que cada escola é susceptível de possuir uma personalidade própria, um clima específico; resultam dos comportamentos e das políticas dos membros da organização, especialmente da direção, uma vez que o clima é causado pelas variáveis físicas (estrutura) e humanas (processo); são percepcionadas pelos membros da organização; servem de referência para interpretar uma situação, pois os indivíduos respondem às solicitações do meio ambiente de acordo com a sua percepção do clima; funcionam como um campo de força destinado a dirigir as atividades, na medida em que o clima determina os comportamentos organizacionais (BRUNET p. [...]

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