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A música na educação infantil: saberes e práticas

Informações sobre o autor

Professora de Educação Infantil
Nível
Especializado
Estudo seguido
Pedagogia -...

Informações do trabalho

Tâmara S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
14 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Introdução
  2. O ensino de arte e a educação musical
  3. Algumas considerações sobre a prática do professor na Educação Infantil
  4. Referências

A linguagem da música parece ter estado sempre presente na vida dos seres humanos e dede há muito faz parte da educação de crianças e adultos (ROSA, 2000). Para uma visão cognitivista, o conhecimento musical se inicia por meio da interação com o ambiente, através de experiências concretas, que aos poucos levam à abstração. A criança se envolve integralmente com a música e a modifica constantemente, transformando-a, pouco a pouco numa resposta estruturada.
Ao nascer a criança é cercada de sons e esta linguagem musical é favorável ao desenvolvimento das percepções sensório-motoras, dessa forma a sua aprendizagem se dá inicialmente através dos seus próprios sons (choro, grito, risada), sons de objetos e da natureza (chuva, vento), o que possibilita a criança descobrir que ela faz parte de um mundo chio de vibrações sonoras, pois como afirma Brito (2003, p.35)

O envolvimento das crianças com o universo sonoro começa ainda antes do nascimento, pois na faze intra-uterina os bebês já convivem com um ambiente de sons provocados pelo corpo da mãe, como sangue que flui nas veias, a respiração e a movimentação dos intestinos. A voz materna também constituí material sonoro especial e referência afetiva para eles.

Portanto, a interação da criança com a música, como podemos observar já se inicia logo cedo, ouvir música é quase inevitável em nossa paisagem sonora, pois como foi dito, é interessante observar o reconhecimento dos bebês ao ouvir a voz da mãe, o barulho do pai chegando do trabalho, das cantigas de ninar para dormir, o barulho dos objetos ao cair, o que desperta na criança a curiosidade, a alegria, entusiasmo ocasionados pela sonoridade. Estando presente a música em nossas vidas, podemos então afirmar que a linguagem musical surge espontaneamente na criança por meio do contato com o ambiente sonoro da cultura na qual está imersa.
Segundo Brito (2003), as cantigas de ninar, as canções de roda, as parlendas e todo tipo de jogo musical têm grande importância, pois é por meio das interações que se estabelecem os repertórios que permitirá às crianças comunicar-se pelos sons.
O RCNEI (Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil) afirma que a música é: [] uma das formas importantes de expressão humana, o que por si só justifica sua presença no contexto da educação, de um modo geral, e na Educação Infantil, particularmente (BRASIL, 1998, v 3, p. 45).

[...] Com este novo olhar, percebemos que existe a necessidade de uma formação, inicial e continuada, em ensino de Arte para que assim, os profissionais da educação infantil que não tiveram acesso à Educação Musical, construam saberes e fazeres docentes considerando a Arte musical como linguagem e como conhecimento. Concordamos com Bellochio (2004,p 125) quando afirma que [ . ] ser pedagogo, com identidade na docência em níveis de escolarização, implica um identidade complexa de exercícios profissional, que não está acabada, isolada por isso, requer constante reflexão e auto-reflexão crítica, individual e coletiva Não desconhecendo a importância das práticas musicais, isto é do fazer musical, o professor deve ir em busca de aprofundar os seus conhecimentos, pois é preciso como afirma Fusari & Ferraz, (1993), saber arte e saber ser professor de Arte. [...]


[...] Algumas considerações sobre a prática do professor na Educação Infantil Durante muito tempo na história da educação do homem, confundiu-se ?ensinar? com ?transmitir? dentro desse contexto, o aluno era visto como um agente passivo da aprendizagem e o professor um transmissor do conhecimento, não atendendo as necessidades dos alunos. Sabe-se, hoje que não ocorre ensino sem que ocorra a aprendizagem, e esta não acontece senão pela transformação, pela mediação do professor, do processo de busca do conhecimento, que deve partir dos interesses das crianças para ampliar o seu repertório cultural. [...]


[...] A opção pelo estudo qualitativo deve-se ás características que esse tipo de investigação apresenta como adequadas à observação e análise da realidade de forma natural, complexa e atualizada (LUDKE & ANDRÉ, 1986). Através de uma pesquisa bibliográfica e documental buscamos mostrar a importância da música como conhecimento a ser trabalhado na Educação Infantil e as principais tendências que influenciaram e influenciam a prática do professor. Para realização desse trabalho foram selecionadas bibliografias e documentos portifólio de formação e relatos de prática que serviram de material e fundamentação para nossa análise. [...]

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