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Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
UNITRI

Informações do trabalho

FRANCISCO CARLOS S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
20 páginas
Nível
Para todos
Consultado
176 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A escolha profissional
  2. O arquiteto e sua missão profissional
  3. O acesso ao ensino universitário
  4. A pesquisa de campo

Uma pergunta com que toda criança é confrontada durante sua infância é: o que você vai ser quando crescer? Esta pergunta, geralmente trazida à tona pelos parentes, vem com as melhores intenções por parte desses, que procuram saber se aquela criança tende a este ou àquele caminho, para assim orientá-la da melhor maneira possível. Porém, o resultado de tal pergunta acaba por fazer mais efeito na criança questionada do que no adulto curioso.

No meu caso, por exemplo, lembro de ter ficado muitas vezes pensando na resposta sem achar uma saída fácil. Para uma criança que não conhece nada da vida, que não está preocupada com o futuro e só quer brincar, esta questão lhe cai como uma ducha de água fria. Por outro lado, ela remete a reflexões, a fantasias, a curiosidades a respeito do que existe no mundo e a respeito do que ela deve fazer para desvendá-lo. Em conta disso, suas brincadeiras passam a ser desenvolvidas com base na repetição das coisas observadas na vida dos adultos que a cercam, tornando-se um verdadeiro laboratório de funções e profissões. Alguns brincam de médico, outros de construtor, professor, astronauta, bombeiro, piloto, etc.

O tempo na escola durante o ensino fundamental vai preparando o aluno para a tomada de decisão, que será consolidada, geralmente, no ensino médio com a escolha do campo de estudo profissional. Se esta decisão não acontecer antes do aluno chegar no ensino médio, o sofrimento e a angústia serão maiores, podendo ele escolher uma faculdade que não seja o melhor caminho para o seu futuro profissional. Daí tantas desistências nos primeiros anos da faculdade, onde encontramos diversos alunos retornando ao vestibular, tentando outras carreiras, às vezes em funções opostas às anteriormente escolhidas. Onde está o erro? Os alunos foram mal informados? Será que eles não se interessaram durante o ensino médio em pesquisar as possibilidades existentes e encontrar aquela profissão que mais se ajustasse ao seu modo de ver a vida e de acordo com suas habilidades e facilidades de estudo?

Para os alunos indecisos existem os testes vocacionais. Mas estamos cansados de ouvir histórias de profissionais que seguiram caminhos diversos aos testes realizados e se encontram muito bem na profissão adotada. Podemos também testemunhar outros que seguiram as indicações do teste vocacional e, quando cursaram a faculdade, ficaram decepcionados com a escolha.

Parece não haver uma lógica que leve o aluno a fazer uma escolha acertada pelo caminho a ser trilhado na faculdade. Um ponto básico para que haja uma escolha correta é quando o aluno se interessa em pesquisar a profissão mais adequada às suas habilidades intelectuais, manuais ou culturais. Às vezes um hobby leva o aluno a seguir a profissão dos sonhos, onde se realiza profissionalmente naquilo que mais lhe agrada fazer no dia-a-dia. A habilidade com um instrumento musical, por exemplo, poderá determinar uma carreira ou um bom desenhista na adolescência poderá ser um bom arquiteto ou engenheiro.

[...] Um levantamento das primeiras matérias ministradas na escola de arquitetura demonstra claramente o início do longo caminho a ser trilhado pelo estudante, sempre se baseando na visão espacial, no domínio desta matéria e nas outras que possam melhor compreendê-la. Vejamos uma descrição do levantamento das matérias ministradas no primeiro período da faculdade de arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro: COMPOSIÇÃO E MODELAGEM DAS ESTRUTURAS: Análise qualitativa dos sistemas estruturais através de modelos reduzidos. Observações e experiências. Confecção de modelos estruturais. [...]


[...] Porque a sua inteligência e a sua habilidade mental não é esta. Não é este o assunto que lhe interessa. O mais lógico, se você se interessa por música, é que desde menino você busque os elementos para o aprimoramento neste campo de atividade. Esta busca instintiva por assuntos específicos de atividades nos é muito bem explicada pelo psiquiatra Howard Gardner, quando este desenvolve o estudo sobre uma visão pluralista da mente, ampliando o conceito de inteligência única para o de um feixe de capacidades. [...]


[...] Podemos também testemunhar outros que seguiram as indicações do teste vocacional quando cursaram a faculdade, ficaram decepcionados com a escolha. Parece não haver uma lógica que leve o aluno a fazer uma escolha acertada pelo caminho a ser trilhado na faculdade. Um ponto básico para que haja uma escolha correta é quando o aluno se interessa em pesquisar a profissão mais adequada às suas habilidades intelectuais, manuais ou culturais. Às vezes um hobby leva o aluno a seguir a profissão dos sonhos, onde se realiza profissionalmente naquilo que mais lhe agrada fazer no dia- a-dia. [...]

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