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Alfabetização e estratégias

Informações sobre o autor

Professora de Educação Infantil
Nível
Especializado
Estudo seguido
Pedagogia -...

Informações do trabalho

Tâmara S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
3 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Alfabetização
  3. Considerações finais
  4. Bibliografia

Os mecanismos da leitura e da escrita fazem parte da alfabetização, porém, a linguagem oral, a expressão e a compreensão do próprio pensamento do outro, participam igualmente do processo de alfabetização.
Antes mesmo de aprender a decodificar e codificar convencionalmente, a criança pequena já traz para sala de aula uma bagagem de experiências e leitura de mundo que não pode ser desprezada.
O aprendizado prévio da criança deve assim, servir de pressuposto para que o professor consiga despertar o interesse do aluno, já que parte de um tema que encontra sentido (correspondência) na vivencia do aluno.
A atividade de leitura e escrita, portanto, deve constituir-se em atividade prazerosa, voluntária (SOLÉ, Isabel), compartilhada, imbuída de sentido tanto para quem ainda está iniciando na leitura quanto para quem ministra o gosto e a familiarização pela leitura e produção de textos. A leitura não pode ser tratada como obrigação, mas como um objeto de prazer e uma via de acesso ao mundo das idéias, das sensações e das emoções.
Qualquer atividade de leitura deve levar em conta a questão do sentido da mesma para a criança. Por que realizar determinada tarefa? Pra que seguir determinados passos? É dessa forma que o leitor se situa frente à leitura para obter a compreensão do texto.

[...] Portanto, o aluno para deve-se sentir seguro e possuir confiança no professor, dessa forma, a confiança será um fator importante no desenvolvimento cognitivo(processo de leitura e escrita). A criança deve encontrar prazer quando lê, quando escreve. O educador deve até mesmo incentivar seus alunos a buscarem este prazer por si mesmos; através de situações de aprendizagem que estimulem a criação, a leitura; atividades que envolvam os diversos objetos da leitura (SOLÉ, Isabel) como as estratégias de leitura: para obter uma informação precisa ou de caráter geral, para aprender ou para seguir instruções, para comunicar um texto a alguém ou simplesmente ler por prazer. [...]


[...] O fato da criança sentir-se capaz de realizar determinada atividade proposta sem a preocupação em corresponder á expectativas da professora também é de relevante importância; por meio de situações de leitura mais próximas do real contexto do leitor (utilização de gibis por exemplo), para incentivar a identificação do leitor com o texto e assim fazer com que elas mesmas busquem e até mesmo criem situações de leitura. Cabe ao professor também estar atento ao modo como apresenta a leitura e a escrita a seus alunos. [...]

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