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Áreas de atuação do orientador educacional diante das perspectivas atuais da escolas

Informações sobre o autor

Professor de geografia - Auxilar de Ensino
Nível
Especializado
Estudo seguido
Curso de...

Informações do trabalho

Rodrigo A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
11 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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O Orientador Educacional surgiu para suprir uma necessidade da sociedade burguesa em relação à falta de mão-de-obra especializada em diversos setores da indústria, mas com o passar do tempo, foi se tornando indispensável na equipe técnica da escola, onde vem desenvolvendo inúmeras funções, assim como em outros setores da sociedade. Diante das perspectivas atuais da escola, o Orientador Educacional aparece como mediador da relação escola x comunidade, á frente de projetos e ações que auxiliam tanto o grupo técnico, pedagógico, quanto os educandos, no entendimento das relações inter-pessoais, como na procura de soluções de problemas de toda ordem da esfera escolar.De ferramenta de manutenção de uma sociedade capitalista, burguesa e neoliberal, o orientador passa agora, a ajudar na recuperação dos estragos que o sistema capitalista preconiza nas comunidades mais pobres.
A função do orientador educacional vem sendo discutida atualmente no âmago das escolas, talvez justamente por este acarretar muitas funções que não são suas, e assumir desorientadamente ofícios de outros profissionais da escola. Ou por desconhecerem seu papel ou pela própria escola não ser estruturada como deveria, ou ainda por que continuam exercendo o papel de ajudar a manter a ordem estabelecida da sociedade em que estão inseridos, assim como faziam os primórdios da sua profissão.
Porém veremos neste texto que o orientador educacional tem outras áreas de atuação que vai além dos muros da escola. E muito mais importante é sua função como agente colaborador de mudança de uma sociedade injusta em uma um pouco mais igualitária. Contudo o orientador educacional deve dar jus ao nome de sua função, e realmente trabalhar em prol da comunidade em que vive.
Para compreender melhor como vem sendo organizado o trabalho do orientador, e para onde vai faremos um pequeno resgate histórico dessa profissão.
Segundo Collares (2007), a orientação formal surgiu nos Estados Unidos, no século XIX, e foi formalmente instalada nas escolas no século XX, tendo como principal objetivo suprir as necessidades da sociedade burguesa que em plena era industrial, precisava de gente (trabalhadores), preparados nas mais diversas áreas de cada empresa, para que fossem capazes de exercer as partes de cada trabalho, mas claro sem tomar conhecimento do todo.
Para isso surgiu o trabalho do Orientador Educacional, que a princípio, era realizado pelas próprias empresas, mas depois, foram criados escritórios de orientação profissional, visando orientar os indivíduos sobre as várias opções que se dispunha, claros com base em suas ?próprias capacidades?. Posteriormente esse trabalho passa a ser solicitado no interior da escola, para orientar os educandos nos planos de carreira e estudos conforme suas aptidões, passando assim a ser denominado de Orientação Educacional. Em consonância com a psicologia científica, a orientação educacional elaborou testes psicológicos de inteligência, de personalidade, de interesses, capazes de detectar diferenças individuais, tornando-se um modo de persuasão psicológica.

[...] Hoje, também o Orientador Educacional, tem mais opções de trabalho em diversas áreas da sociedade, exercendo sua função com competência e dignidade nos mais diferentes setores. A figura do Orientador volta a aparecer e ter valor, a partir do momento em que ele também começa valorizar o seu trabalho, comprometendo-se com a construção de uma sociedade e um mundo melhor, através de projetos, e ações dentro e fora da escola. É nesse sentido,que deve permear o trabalho do profissional em Orientação Educacional, nos dias atuais,seja qual for a sua área de atuação, primar sempre pela ética, pelo [...]


[...] Para isso é preciso ressaltar que a consciência da ética, do respeito, do amor, da solidariedade, da cidadania, devem estar sempre presentes nas tomadas de decisão do orientador educacional, assim como de todos os profissionais envolvidos com a educação, visto que é compromisso de todos nós que por qualquer motivo estamos nessa área. E o orientador tem o dever de se tornar instrumento de luta pelas causas justas, e por meio do seu trabalho, também ajudar a construir um mundo melhor. [...]


[...] No Brasil a orientação educacional surgiu formalmente por volta de 1930, e de lá pra cá passou por vários períodos conforme afirma Collares (2007): Período Implementar: compreende o período de 1920 a 1941 e está associada à Orientação Profissional, preponderando a seleção e escolha profissional; Período Institucional de 1942 a 1961: caracterizado pela exigência legal da Orientação Educacional nos estabelecimentos de ensino e nos cursos de formação dos orientadores educacionais; nesse período há a divisão funcional e institucional; surge a Escola Pública; Período Transformador de 1961 a 1970: pela Lei 4.024 a Orientação Educacional é caracterizada como educativa, ressaltando a formação do Orientador e fixando as Diretrizes e Bases da educação Nacional; Período Disciplinador de 1971 a 1980: conforme a Lei 5.692 a Orientação Educacional é obrigatória nas escolas, incluindo o aconselhamento educacional. [...]

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