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Avaliação educacional

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
educação
Faculdade
FANS

Informações do trabalho

Alessia C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
48 páginas
Nível
Para todos
Consultado
5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. CONCEITUANDO AVALIAÇÃO
    1. O CONCEITO DE AVALIAÇÃO ATRAVÉS DOS TEMPOS
    2. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
    3. A AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR
    4. A AVALIAÇÃO DAS DIFICULDADES
  2. A PRÁTICA PEDAGÓGICA
    1. O SIGNIFICADO DE APRENDER E ENSINAR
    2. A PEDAGOGIA -CONFLITOS DA CONTRADIÇAO
    3. A METAFÓRA DO VIDRO
  3. A AVALIAÇÃO COMO EXCLUDENTE SOCIAL
  4. A AVALIAÇÃO ESCOLAR ENTRE DOIS MODELOS
  5. A BUSCA DE UMA AVALIAÇÃO INOVADORA
  6. CONCLUSÃO
  7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

?Avaliação? é um tema pertinente nas atuais discussões pedagógicas. A realidade dos tempos atuais nos mostra uma sociedade em constante mutação, diversificada e globalizada. Vivemos a era da informação e as pessoas acompanham ou sofrem as influências de tais movimentos. O presente trabalho monográfico aborda a temática da avaliação sob o enforque da avaliação emancipatória, com vistas à uma mudança significativa na prática educativa. A situação vivida hoje no sistema escolar em termos de avaliação é muito problemática e tem profundas raízes. Este não é um problema de apenas uma disciplina, curso, série ou escola, mas sim, é problema de todo o sistema educacional inserido em um sistema social que impõem certas práticas. A era que vivemos exige uma ressignificação das práticas educativas, voltando-se à formação e educação de novos sujeitos. Quando falamos em novos sujeitos, os queremos críticos, conscientes e autônomos significando que devemos realizar a avaliação segundo uma proposta emancipatória, que está voltada para o futuro que pretende transformar, a partir da crítica, do auto-conhecimento, da autonomia para tomar decisões conscientes, levando o educando a descrever sua própria caminhada e a criar sua próprias alternativas de ação.

[...] Demonstrando que o grande problema do sistema educacional brasileiro é a repetência, e sobretudo a repetência nas séries iniciais do ensino fundamental, esses estudos causaram grande impacto nos sistemas de ensino. As políticas de progressão continuada e de aceleração escolar, atualmente tão incentivadas nas redes escolares, certamente devem o seu tributo a pesquisas dessa natureza. A maior parte dos artigos desse grupo volta-se contudo para o que chamamos, no estado da arte, avaliação de monitoramento. Embora essa denominação possa ser associada a outros modos de avaliar, neste caso, em vista da falta de outro termo consensual, a avaliação de monitoramento foi entendida como a avaliação padronizada do rendimento escolar dos alunos, realizada no âmbito federal ou no dos sistemas estaduais de ensino básico. [...]


[...] Do ponto de vista da função educacional da escola, a ênfase no processo e nas condições gerais em que é oferecido o ensino torna-se condição essencial para que educadores, alunos e as próprias instituições educacionais usufruam do potencial redirecionador da avaliação, não só no sentido de potencializar condições para um efetivo domínio dos conhecimentos pelos estudantes, como para uma formação que se estende a outras esferas. Não obstante, do ponto de vista da população usuária dos serviços educacionais, a quem não interessam diretamente os processos internos dos estabelecimentos escolares, são os resultados apresentados pelos alunos aqueles que se prestam à validação social das funções exercidas pela escola. [...]


[...] No entanto, como em ambos os casos a visão do indivíduo se apresenta de forma abstrata, a autora dá ênfase à necessidade de que a avaliação educacional tenha como unidade de análise o vínculo indivíduo-sociedade numa dimensão histórica. Daí ser fundamental para a avaliação da aprendizagem em todos os níveis o entendimento da atividade humana, da ação prática dos homens, o que pressupõe a análise do motivo e da finalidade dessa ação. Em outro ensaio, Franco (1994) aponta ainda para a complexidade do conceito de qualidade do ensino, considerando-o como um produto histórico e social que reflete um posicionamento político e ideológico orientado por diferentes expectativas, que incorporam demandas diversificadas e mutáveis ao longo do tempo. [...]

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