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Educação sexual na escola

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Educação sexual na escola
  2. Retrospectiva histórica
  3. Conclusão
  4. Os educadores e a inclusão do tema no currículo
  5. Bibliografia

Falar de sexo é extremamente difícil, mesmo em nossa era, onde vivemos intensamente as conseqüências da revolução sexual iniciada no final dos anos 60. Por que existem tantos tabus em torno deste tema?
Falar de sexualidade significa também falar de repressão, poder, preconceito, interdição do corpo, desejo, paixão, prazer, vida, morte, controle, gênero, pecado, opção sexual, construção de papéis sexuais, doenças sexualmente transmissíveis e atualmente Aids; enfim, de todas as representações sociais que giram em torno dela na sociedade. Estas questões não estão fora do espaço escolar.
A partir de meados dos anos 80, a demanda por trabalhos na área de sexualidade nas escolas aumentou em virtude da preocupação dos educadores com o grande crescimento da gravidez indesejada entre os adolescentes e com o risco da contaminação pelo HIV (vírus da AIDS) entre os jovens. Com a inclusão da orientação sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, tais como masturbação, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia, dentro de uma perspectiva democrática e pluralista, em muito contribui para o bem-estar das crianças e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.

[...] Educação sexual é um processo de vida inteira: teremos tempo de melhorar o que não conseguirmos explicar da forma como gostaríamos. Não é fácil para pais que não foram educados desta forma em sua infância, mas o importante é tentar melhorar a educação que possam oferecer a seus filhos. É bom saber que, assumindo ou não a tarefa de orientá-los, conversando ou não, estaremos dando educação sexual. Dependendo da atitude dos pais, as crianças aprendem se sexo é bonito ou feio, certo ou errado, conversável ou não. [...]


[...] Outros mostram que a questão da sexualidade entra na escola diretamente, via livro didático, num discurso indireto, de forma preconceituosa, moralizadora, conformadora e estereotipada, não só quando se trata de sexo, mas também do corpo, do comportamento, do amor, da paixão principalmente, dos papéis sexuais, constituindo-se em uma contribuição peremptória para a manutenção das diferenças sociais e sexuais entre homens e mulheres. E que a sexualidade do homem ainda é apresentada, na educação sexual escolar, como uma manifestação anato-biológica que precisa ser controlada e disciplinada, porém revelada sob um ponto de vista higienista, moral, religioso, psicológico. [...]


[...] Muitas professoras tomam para si a responsabilidade de vigilância diante da possível orientação sexual das crianças, especialmente quando se trata de meninos, pois na nossa cultura muitos adultos vêem com extrema reserva o fato de alguns meninos demonstrarem comportamentos considerados como não-apropriados ou não-condizentes com sua masculinidade. Dessa forma, brinca de boneca ou estar sistematicamente brincando de casinha com as meninas, ou querer fantasiar-se de personagens femininos, ainda é visto com muita preocupação por parte de profissionais que atuam em creches e pré- escolas. [...]

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