Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

Data de Publicação
10/01/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
20 páginas
Nível
Para todos
Consultado
5 vez(es)
Validado por
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Fundamentos sociológicos, filosóficos, biológicos e psicológicos da educação

  1. Introdução
  2. Fundamentos sociológicos, psicológicos, filosóficos e biológicos da educação
    1. Fundamentos sociológicos
    2. Fundamentos psicológicos
    3. Fundamentos filosóficos
    4. Fundamentos biológicos
  3. Conclusão
  4. Referências bibliográficas

A finalidade deste estudo é esboçar aqueles elementos dos Fundamentos de Educação que consideramos relevantes para a compreensão adequada de educação e da tarefa do ensino.

Pretendemos com o embasamento apresentado evitar a frase já tão comum “Se você finge que ensina, eu finjo que aprendo” (Hamilton Werneck, 1993).

Numa disciplina como a Didática, não se pode compreender o seu todo sem estudar seus fundamentos sociais, psicológicos, biológicos e filosóficos.

Todo conceito num dado sistema é determinado por todos os outros conceitos do mesmo sistema, e nada significa por si próprio.

“Sendo educar a adaptação da criança ao meio social adulto, isto é, transformar a constituição PSICOBIOLÓGICA do indivíduo em função do conjunto de realidades coletivas ás quais a consciência comum atribui algum valor”. (Jean Piaget)

A educação deve levar em conta a natureza própria do indivíduo, encontrando esteios nas leis da constituição psicológica do individuo e seu desenvolvimento. A relação entre os indivíduos a educar e a sociedade torna-se recíproca. Pretende que a criança aproxime do adulto não mais recebendo as regras de boa ação, mas conquistando-as com seu esforço e suas experiências pessoais, em troca a sociedade espera das novas gerações mais do que uma imitação; espera um enriquecimento ( em Psicologia e Pedagogia de Jean Piaget, p. 139).

Sendo convincente para nós as palavras de Piaget, não haverá o que acrescentar para assegurar o valor da contribuição da Sociologia, Psicologia, Filosofia e Biologia para a Educação.

Caso queiramos proceder corretamente no campo técnico da educação, teremos que a elas recorrer para que não sejamos tentados em nossa ação educativa, a impor modelos, para com que eles, os alunos, se identifiquem. Teremos sim que lhes oferecer situações. experiências que resultem em uma modelagem adequada. Modelagem não estereotipada, mas decorrentes das diferenças individuais de cada aluno.

Abordaremos a seguir os fundamentos sociológicos da educação, seqüenciando os Fundamentos Psicológicos, Filosóficos e Biológicos.

[...] O primeiro passo para que alguém aprenda é que ele seja reconhecido por um outro, do ponto de vista da identidade pessoal e da possibilidade de interação cognitiva. Esses dois, quem aprende e quem ensina, visam a explicar a realidade, explicar para transformá-la. Mas a realidade não é atingida diretamente pelo aluno com o professor. Entre eles, há sistemas de valores, uma cultura, uma rede de significados. O professor e o aluno só vão abordar da realidade aquilo que é considerado como valor; esse sistema de valores é que determina a ciência. [...]


[...] Ora, quando os pressupostos teóricos e os fundamentos filosóficos da prática ficam implícitos, isto significa que o educador, via de regra, está se guiando por uma concepção que se situa ao nível do senso comum. Entende- se por senso comum uma concepção não elaborada, constituída por aspectos heterogêneos de diferentes concepções filosóficas e por elementos sedimentados pela tradição e acolhidos sem critica. Em conseqüência, a prática orientada pelo senso comum tende a se caracterizar pela inconsistência e incoerência. Para imprimir maior coerência e consistência à sua ação, é mister que o educador se eleve do senso comum ao nível da consciência filosófica da sua própria prática, o que implica detectar e elaborar o bom senso que é o núcleo válido de sua atividade. [...]


[...] São aprendidos através de um processo típico de ensaio e erro, sem que o individuo tenha consciência da condição motivadora, que está sendo satisfeita pelo comportamento aprendido. A agressão é uma reação típica à frustração. As crianças exibem agressão direta e gradualmente aprendem a expressar agressão indiretamente, através de meios mais ou menos socialmente aceitáveis. Se o comportamento agressivo não é compensador o individuo pode fugir”. A fuga é uma resposta relativamente fácil e é imediatamente compensadora. Deixando de ser envolvido em situações sociais, o individuo está melhor protegido contra o fracasso social. [...]

...

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