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Inclusão social do portador de necessidade especial através de sua integração no sistema regular de ensino

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
UNITRI

Informações do trabalho

FRANCISCO CARLOS S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
26 páginas
Nível
Para todos
Consultado
6 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Educar: função de toda a sociedade
  2. Legislação e inclusão
  3. Educação especial
  4. Aspectos da educação inclusiva no Brasil
  5. Conceito de integração
  6. Conceito de normalização
  7. Convivência na escola regular
  8. A influência da família
  9. O papel do professor
  10. Uma educação para todos
  11. Removendo barreiras
  12. Uma história de inclusão vencida pela persistência
  13. Um caminho de reflexão em busca da verdadeira "inclusão"

No limiar do século XXI, a humanidade vem se confrontando com sérios conflitos decorrentes do descompasso entre o avanço vertiginoso da ciência e da tecnologia e a crescente marginalização social em todos os países, com maior predomínio naqueles menos desenvolvidos. Tais conflitos demandam soluções urgentes que implicam a definição de estratégias de ações pelos governos e organismos em âmbito mundial.
A partir da Conferência Mundial sobre Educação Para Todos (1990), os movimentos internacionais recomendam a construção de espaços educacionais comprometidos com a educação de qualidade para todos. Neste sentido, compromissos éticos e políticos foram consolidados num esforço coletivo para assegurar a democratização da educação, independente das diferenças particulares dos alunos.
A Declaração de Salamanca (1994), reflete um consenso mundial sobre a necessidade de mudanças fundamentais que transformem em realidade uma educação capaz de reconhecer as diferenças, promover a aprendizagem e atender as necessidades de cada criança individualmente. Que as escolas ajustem-se às necessidades dos alunos, quaisquer que sejam as suas condições físicas, sociais e culturais.
No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional -9394/96, em seu capítulo V, se refere à Educação Especial como modalidade da Educação Escolar Regular. Entretanto, é necessário o exercício da compreensão de Educação Especial numa nova perspectiva, exigindo uma leitura ampla e dinâmica que extrapole os limites do capítulo a ela destinada e se direcione no sentido de promover de fato uma educação inclusiva.
Ao analisar sua trajetória percebe-se que a evolução dos serviços de educação especial caminhou de uma fase inicial, eminentemente assistencial, visando apenas ao bem estar da pessoa com deficiência para uma segunda, em que foram priorizados os aspectos médicos e psicológicos desses indivíduos. Em seguida, chegou às instituições de educação escolar e, depois, à integração da educação especial no sistema geral de ensino. Hoje, finalmente, choca-se com a proposta de inclusão total e incondicional desses alunos na sala de aula do ensino regular.
Os portadores de necessidades especiais estão expostos aos prejuízos e prevenções dos demais pela única razão de serem diferentes do usual, do normal, do diário. Tendo a sociedade adquirido através dos tempos, seus conceitos supersticiosos, é comum ouvir frases do tipo: "Não foi à toa que foi marcado pela natureza", ou "Corpo lesado, espírito lesado". Junto a essas superstições, existe a falta de comunicação, gerando o preconceito. Os portadores de deficiência, sofrem com a rejeição, superproteção, indiferença e restrições impostas pela família e pela sociedade. Junto ao preconceito direcionado a esses indivíduos, aparece também o sentido de punição aos pais, por um suposto pecado cometido.

[...] A integração dos PNEs no ensino regular não é fácil, principalmente para os portadores de deficiência mental, que embora formem o maior contingente, são os mais desvalorizados, em decorrência da supervalorização, pela sociedade, das habilidades intelectuais. À medida em que indivíduos com problemas físicos e sensoriais estão gradativamente se integrando à vida comunitária (embora enfrentando inúmeras dificuldades e barreiras), ainda persistem, em grau muito mais elevado, preconceitos em relação àqueles que possuem deficiência mental. Geralmente vivem isoladas em suas casas ou instituições, não são ouvidas em seus interesses e necessidades, sendo sempre representadas por familiares, responsáveis ou pelas pessoas com as quais convivem. [...]


[...] E é dever da família, da escola, bem como de toda a sociedade, agir de forma a facilitar este processo CONCEITO DE NORMALIZAÇÃO Do ponto de vista sociológico, os PNEs sempre foram considerados como pessoas à margem da participação no sistema econômico, político e social uma minoria, embora sejam eles da população mundial. (MEC, v.1) Ao longo da história da humanidade, podemos facilmente identificar vários tipos de percepção a respeito dos PNEs. Já foram considerados como: . seres subumanos( . [...]


[...] Esta e outras imprecisões acentuaram o caráter dúbio da Educação Especial no sistema geral de educação. A questão que se punha na época era: Afinal, diante da lei, trata-se de um sistema comum ou especial de educação? O mesmo está acontecendo atualmente com relação à inserção dos PNEs no ensino regular. O esclarecimento da referida questão envolve a consideração de três direções possíveis aos encaminhamentos desses alunos à escola: oposição entre educação especial e regular, onde os alunos com deficiência só teriam uma opção para seus estudos, ou seja, o ensino especial. [...]

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