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Indivíduos portadores de altas habilidades

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
112 páginas
Nível
Para todos
Consultado
547 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Características do portador de altas habilidades
    1. Considerações iniciais
    2. Visão Contemporânea do portador de altas habilidades: o abandono da denominação ?Superdotação? e do uso da psicometria como único instrumento de avaliação diagnóstica dos portadores de altas habilidades
    3. A identificação dos portadores de altas habilidades
    4. Fundamentos legais do trabalho pedagógico direcionados a indivíduos PAH
    5. A importância da inteligência, do potencial criativo e inovador
  2. A existência de portadores de altas habilidades /talentos na Marinha do Brasil
    1. O processo de identificação de alunos PAH na escola naval
    2. Amostragem
    3. Aplicação do Sociodrama
    4. Aplicação do Gráfico de Altas Habilidades/Talentos - GAHT
    5. Aplicação de Entrevistas Individuais
    6. Cruzando a marcação
    7. O uso de testes de QI para a identificação dos PAH
    8. A opinião dos agentes formadores: o Respondente ?Colégio?
    9. A visão do respondente ?família?
    10. Reflexões acerca do processo de identificação dos PAH
    11. O trabalho especializado
    12. O PRODEP
    13. Objetivos do PRODEP
    14. Metodologia
    15. Resultados
    16. O Projeto Jovens Talentos
    17. Objetivos do Projeto Jovens Talentos
    18. Metodologia
    19. Resultados
    20. O Projeto Jovens Talentos
    21. Objetivos do Projeto Jovens Talentos
    22. Metodologia
    23. Resultados
    24. Ações complementares
    25. Ações para a valorização docente na MB
    26. Ações para a valorização do pesquisador militar na MB
    27. A inteligência sob o olhar da águia: o exemplo americano
    28. Entrevista com oficial da Marinha americana
    29. O grupo de estudos em aprendizagem e cognição - GEAC
  3. A importância do capital intelectual e social num país periférico
    1. A necessidade de uma ação educativa especial
    2. Capital Intelectual e Patrimônio Social
    3. O atendimento educacional direcionado aos PAH no país
    4. A formação de pessoal especializado no Brasil
    5. Formas de atendimento educacional especializado
    6. Agrupamentos Especiais
    7. Aceleração da Aprendizagem
    8. Escolas Magnéticas
    9. As possibilidades de trabalho educacional
    10. Fomento à Metacognição
    11. Jogos para o desenvolvimento das ?múltiplas inteligências?
    12. O trabalho educacional baseado no desenvolvimento de Projetos de Trabalho Escolares
    13. A Declaração de Salamanca e a proposta de Educação Inclusiva
    14. A questão sob o enfoque do imaginário social
    15. Implicações decorrentes da falta de atendimento aos PAH
  4. A decisão estratégica da produção de conhecimento e ciência, tecnologia & inovação
    1. A importância crescente do investimento em conhecimento
    2. A emergência da visão estratégica do capital intelectual
    3. Competitividade e gestão do conhecimento
    4. Inteligência Competitiva - IC
    5. Gestão Estratégica do Conhecimento (GEC)
    6. Networking e Foresight como marcos da Gestão da Inovação
    7. A guerra contemporânea e a revolução nos assuntos militares
    8. As incertezas do futuro e a necessidade de modernização
    9. A produção científico-tecnológica na Marinha do Brasil
    10. Instituto de Pesquisas da Marinha - IpqM
    11. Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira - IEAPM
    12. Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo - CTMSP
    13. Centro de Análise de Sistemas Navais - CASNAV
    14. Arsenal de Marinha do Rio De Janeiro - AMRJ
    15. Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar - SECIRM
  5. E existências de portadores de altas habilidades/talentos na marinha do Brasil
    1. O processo de identificação de alunos PAH na Escola Naval
    2. Amostragem
    3. Aplicação do Sociograma
    4. Aplicação do gráfico de altas habilidades/talentos - GAHT
    5. Aplicação de entrevistas individuais
    6. ?Cruzando a marcação?
    7. O uso de testes de QI para a identificação dos PAH
    8. A opinião dos agentes formadores: o respondente ?colégio?
    9. A visão do respondente ?família?
    10. Reflexões acerca do processo de identificação dos PAH
    11. O trabalho especializado
    12. Ações complementares
    13. A inteligência sob o olhar da águia: o exemplo americano
    14. Entrevista com oficial da Marinha americana
    15. 7O grupo de estudos em aprendizagem e cognição (GEAC)
  6. Inteligência: pratrimônio estratégico do país
    1. Desafios da Educação no século XXI
    2. Sociedade do Conhecimento versus Sociedade da Aprendizagem
    3. O paradoxo da Educação
    4. Conhecimento como diferencial econômico
    5. A profissão militar no século XXI
    6. A valorização da inteligência
    7. Entre o individual e o coletivo: uma questão de responsabilidade social
    8. Inteligência e educação na marinha: uma questão estratégica
  7. Referências biliográficas

O desenvolvimento de todo e qualquer país depende, enormemente, do aproveitamento do Patrimônio Intelectual de seu povo, que a partir do trabalho educacional competente poderá ser capaz de criar inúmeras soluções para os problemas de ordem local e global que o atingem, influenciando positivamente seu estilo e qualidade de vida.
O presente trabalho enfocará, especificamente, não o atendimento educacional da população de maneira geral, mas aquele voltado aos portadores de altas habilidades, sabendo que, embora a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB 9.394/96, estabeleça em seu Capítulo V, as diretrizes para o atendimento especializado ao portador de necessidades especiais, referindo-se ao portador de ?habilidade superior? no item IV, do Art. 59, na maioria das instituições escolares do país, os currículos e as metodologias dos cursos, dos diversos níveis de ensino, ainda não contemplam, efetivamente, a demanda do atendimento diferenciado, voltado a essa clientela.
Este estudo pretende demonstrar que a partir de um trabalho pedagógico especializado, que objetive a promoção do desenvolvimento das características especiais (talentos ou habilidades) manifestas nos portadores de altas habilidades, se favoreceria o surgimento de indivíduos criativos, de extrema competência acadêmica e científica, que, tendo desenvolvido ao máximo suas capacidades e construído os conhecimentos necessários para criarem novas soluções para os problemas enfrentados pela humanidade neste novo milênio, ampliariam as possibilidades de desenvolvimento sustentável, elevando, por conseguinte, a qualidade de vida do país e da humanidade.
Iniciaremos nossa abordagem a partir da definição de ?altas habilidades? e da identificação do portador de altas habilidades, tendo por fundamentação a legislação em vigor, acrescida de referências e conceitos reconhecidos e adotados pela comunidade acadêmica. Descreveremos a relação existente entre a produção científico-tecnológica e o investimento em Capital Intelectual, considerando a importância da inovação como um componente motriz do progresso, demonstrando que esta pode ser potencializada pelo aproveitamento dos talentos especiais apresentados pelos portadores de altas habilidades (PAH). Após algumas reflexões de caráter filosófico-pedagógico, passaremos à apresentação das formas de atuação em Educação Especial existentes, direcionadas, especificamente, aos PAH.
Enfocaremos, então, a dimensão estratégica da produção de conhecimento e de Ciência, Tecnologia e Inovação (C, T & I) e sua importância para um país, em especial o Brasil, considerando, ainda, a possibilidade do desenvolvimento de um trabalho pedagógico em Organizações Militares (OM) de Ensino das Forças Armadas brasileiras, privilegiando o locus Marinha do Brasil, relacionando exemplos de trabalhos semelhantes desenvolvidos em países estrangeiros, notadamente os EUA.
Dentro desta perspectiva, o Capital Intelectual também é compreendido em sua dimensão estratégica, por meio do trabalho de profissionais altamente capacitados, produtores de C, T & I, com comportamento pró-ativo e inovador. A fim de mediar o desenvolvimento de talentos, desenvolveremos o conceito de Metacognição, apresentando propostas de ações metodológicas as quais somaremos parcerias e projetos que visualizamos como exeqüíveis.
Creditamos ao tema desenvolvido a capacidade de prover meios com os quais os indivíduos portadores de altas habilidades terão maior probabilidade de desenvolver plenamente suas capacidades e talentos especiais e, por conseguinte, a partir da inovação gerada, de atitudes e de modelos, serão capazes de promover o progresso efetivo do país. Sob este enfoque, a inteligência é concebida como Capital Social, entendido como aquele que extrapola o limite do individual, pois que beneficia toda a sociedade. Ressaltamos, ainda, que a importância do tema está refletida na necessidade estratégica da utilização máxima do Capital Intelectual do país e, diante deste enfoque, apresentaremos a idéia de inteligência como Patrimônio Estratégico latente de um país.
Quer seja diante da visão do país como um todo, quer seja visualizando sua contribuição nas Forças Armadas brasileiras, é inegável a grandeza de ordem de colaboração positiva que deste investimento educacional se pode esperar.

[...] Portadores de altas habilidades, pelo alto potencial gerador de soluções inovadoras para os novos problemas vivenciados pela humanidade neste milênio, têm, justamente, esse seu potencial visto como patrimônio social, pois que extrapolando os limites do individual, passa a ?pertencer? à comunidade. Os progressos alcançados pelos PAH são considerados progressos para todos, pela sua capacidade de incentivar os demais envolvidos a desenvolverem suas próprias potencialidades ou pelo que podemos ter como benefício gerado por uma inovação criada por um PAH. Por isso, é nosso dever zelar e desenvolver os talentos e potencialidades destes indivíduos, pois suas capacidades especiais não pertencem somente a eles próprios, mas à sociedade em geral, e deles poderão advir as soluções demandadas pela contemporaneidade. [...]


[...] Algumas definições incluem entre 1 e e outras, acima de , enquanto a Organização Mundial da Saúde que considera os escores obtidos em testes de QI, define que 3,5 a de qualquer população seria de portadores de altas habilidades.Em um ?Estudo de Prevalência de Alunos com Altas Habilidades nas Escolas Públicas e Privadas da Região Metropolitana de Porto Alegre?, desenvolvido pela Associação Brasileira para Superdotados (ABSD) Secção RS, apontou um percentual de 7,78% da amostra como sendo PAH. Os dados referentes ao MEC foram compilados a partir do acesso ao site www.mec.gov.br, em 15 de fevereiro de 2006. [...]


[...] Como dito anteriormente, o desenvolvimento pleno das potencialidades dos portadores de altas habilidades refletir-se-á no desenvolvimento da sociedade. No processo de aprendizagem vivenciado pelos portadores de altas habilidades e a comunidade onde se inserem, todos do grupo irão se enriquecer, desenvolvendo suas capacidades, quer estejam acima da média, quer estejam dentro dos padrões da ?normalidade?. Concordamos com autores como Gardner, Sternberg e Mettrau, quando entendemos que inteligência não é somente uma ?propriedade individual, mas um processo relacional entre seus indivíduos e companheiros que constroem e organizam juntos as suas ações sobre o meio ambiente? (METTRAU p.5). [...]

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