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Infância e educação infantil

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
educação
Faculdade
uniasselvi

Informações do trabalho

Jonatas S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A relação da inflação

Esta pesquisa visa conceituar Infância e Educação Infantil, sendo que antigamente nem sempre a criança era reconhecida, como um ser que mereça atenção, carinho, respeito, que precisa ser trabalhada, educada e modelar. Já a Educação Infantil era basicamente para atender as crianças pobres, abandonadas, ou seja, aquelas que não tinham onde morar. Mas hoje em dia a educação infantil é uma das principais instituições de Ensino. E todas as crianças têm o direito e dever a ir à escola.
Desde quando a criança nasce ela precisa de alguém que cuide e a ensine, pois ela é um ser que mereça atenção, carinho, respeito, afeto, e muito mais amor e ser compreendida.
Mas antigamente a criança não era vista assim, o que abordarei nesta pesquisa é a concepção de Infância que varia de acordo com a cultura de onde ela esta concebida. Também a concepção de Educação Infantil, que hoje a pré-escola e creches é muito mais do que um lugar para se passar o tempo, é um lugar de Ensino onde a criança desenvolverá o seu aprendizado.
Falando-se em Infância, destacarei que neste sentido, sua concepção varia de acordo com a cultura onde ela é concebida. Desde Idade Média e inicio da Idade Moderna, que nos remete à compreensão do que chamamos de sentimento da Infância. Áries (1981) demonstra que a concepção de desenvolvimento humano na Idade Média esta relacionada com a ação que os humanos exerciam na sociedade.
Já a partir do século XVI, ao contrario do que valia para a civilização medieval, começa a se estabelecer a diferença entre o mundo da criança e o mundo dos adultos. No século XVII, mudanças consideráveis vêm contribuir de forma definitiva e imperativa para a concepção de Infância atual. Nesse século definiu-se um novo lugar para a criança e para a família, frutos de novas relações sociais que se estabeleciam pela então sociedade capitalista.
As crianças são o maior tesouro da humanidade, por esta razão cabe a cada profissional da Educação Infantil aprofundar os temas relacionados a esta etapa da educação básica podendo assim, com conhecimento, desempenhar bem o seu papel e contribuir para uma Educação Infantil de qualidade, que atenda os indicadores estabelecidos.
Com a exigência do atual momento histórico, vários são os fatores sócio-culturais que permitem a compreensão da atual conjuntura em que estão inseridas as instituições educativas que devem atender as crianças de 0 à 6 anos. É importante destacar, alguns deles nas duas últimas décadas foram inúmeras as modificações sócio-demograficas ocorridas em nossa sociedade em geral, e nas famílias em especial, também houve um grande aumento de produção de conhecimento cientifico, nas mais diferentes áreas-linguistica, historia, sociologia, antropologia, psicologia, entre outras. A respeito das especificidades das crianças nesta faixa etária; os movimentos da cidadania conquistaram direitos sociais e houve um avanço significativo no âmbito da lei e política publica que dão uma nova configuração para com a educação da criança.

[...] Em função disto, a criança deixa de conviver com os adultos e passa a ser mantida á distância, longe dos pais, num processo de enclausura mento denominado a escola. Daí entra, as instituições que faziam a guarda das crianças em asilo passam a receber a influencia desses pensamentos educacionais. Então a Educação de todas essas crianças; pobres, órfãos e filhos dos trabalhadores começam a adotar os principais de corrigir, compensar e recuperar sua condição de marginalidade social. Então o conceito de Infância foi construído a partir das relações sociais estabelecidos e não em função de uma essência ou natureza da criança. [...]


[...] Já a partir do século XVI, ao contrario do que valia para a civilização medieval, começa a se estabelecer a diferença entre o mundo da criança e o mundo dos adultos. No século XVII, mudanças consideráveis vêm contribuir de forma definitiva e imperativa para a concepção de Infância atual. Nesse século definiu-se um novo lugar para a criança e para a família, frutos de novas relações sociais que se estabeleciam pela então sociedade capitalista. Contudo, é no contexto da sociedade burguesa que o homem é destituído de seus instrumentos de produção, passando a ter como forma de sobrevivência apenas a sua força de trabalho. [...]

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