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Inspeção escolar participativa

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
28 páginas
Nível
Para todos
Consultado
23 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A inspeção escolar na educação brasileira
    1. A concepção funcionalista da inspeção escolar
    2. Os papéis e a instituição escolar
    3. O repensar e redefinir o educador
  2. Princípios e características da inspeção escolar participativa
    1. A inspeção como princípio e atributo da gestão democrática
    2. Inspeção escolar participativa
  3. Prática da inspeção
  4. Avaliação de um programa de inspeção
  5. Perfil do inspetor necessário
    1. Pressupostos para a definição do perfil do inspetor - qualidades que definem o perfil
  6. Conclusão
  7. Referências bibliográficas

O pedagogo é concebido como um profissional em condições de atuar conscientemente na coordenação pedagógica, na administração escolar, na gestão de sistemas e na docência, em classes especiais e curso normal. Independente do campo de atuação, o pedagogo deve ter uma compreensão geral da realidade e ser sensível às necessidades do nosso tempo, para possibilitar a formação de cidadãos cada vez mais responsáveis socialmente, favorecendo o trabalho coletivo.
Educação se faz com discernimento, ousadia, pesquisa, determinação, trabalho participativo, visando dar aos educandos instrumentos educacionais que são importantes para o exercício da cidadania.
Cabe à Inspeção Escolar assessorar a Direção Pedagógica quanto à metodologia do ensino e prestar contínua assistência didático-pedagógica aos docentes, pois, o mundo está passando, num ritmo acelerado, por grandes transformações e os educadores devem estar à frente dessa nova realidade, com o desafio de transmitir conhecimentos, informações e valores que conduzirão o aluno para uma sociedade mais culta, justa e consciente dos seus direitos e deveres.
A compreensão do papel do inspetor de Educação exige a análise de sua origens, transposições, relações e contradições, no processo histórico do contexto brasileiro, social, político e econômico: país capitalista, monopolista, associado, dependente, de regime autoritário, porém em fase de abertura política e marcada pela nítida presença de classes sociais estratificadas.
As colocações que aqui farei são produto de estudo, pesquisa, reflexão pessoal e de um longo caminho que percorri, no qual tropeço; portanto constituem-se mais em questionamentos para uma reflexão conjunta. Eu poderia descrever este meu caminho como aquele da pedagogia ingênua à educadora que busca ser criativa. Desta forma, as minhas palavras, que eu suponho sempre provisórias dentro do processo histórico, estão sujeitas a críticas e debates, e talvez se constituam ponto de partida para outras reflexões, novos questionamentos e, principalmente, para soluções alternativas que venham atender ás reais prioridades da educação de toda a população brasileira.

[...] Em termos práticos, é importante que este profissional compreenda o significado da asserção seguinte: [ . ] a era de mudanças? nos proporciona os instrumentos necessários para responder à exigência quantitativa e qualitativa da educação, que ela mesma provoca. Mas precisamos saber como reconhecer e adaptar esses instrumentos às nossas finalidades (Fraude p.9). O pressuposto acima implica que o inspetor seja capaz de: 1. Avaliar as diferentes contribuições da ciência e da tecnologia para a educação, distinguindo as formas que devem ser valorizadas positivamente, aquelas em prol das legítimas aspirações da comunidade, daquelas que apenas privilegiam o novo (Furter, 1970), limitando-se a evidenciar ?efeitos de demonstração? (Garcia, 1977), por se fundamentar na Teoria da Modernização (Moore, e Germani, 1974), ignorando as relações de dependência - em termos mundiais (Frank, 1967), continentais (Cardoso e Cardoso e Faletto, 1970) e nacionais (Fernandes, 1974), bem como a própria dependência cultural (Cohn, 1977) Integrar o planejamento curricular no contexto da educação informal, a partir de um redimensionamento dos recursos oferecidos por esta última. [...]


[...] Este processo de mudança acelerada, reflexo da modernização por que passam muitos dos países do ?terceiro Mundo?, provocou profundas mudanças na composição da população que chega à escola, fazendo com que os representantes das camadas mais desfavorecidas já comecem a chegar ao 2º grau. No entanto, esta pouco ou nada tem a lhes oferecer, uma vez que não está preparada para recebê-los. Atestam-no as elevadas taxas de evasão e repetência observadas em nossas classes de 2º grau, especialmente naquelas de período noturno, freqüentadas por indivíduos oriundos de camadas mais humildes da sociedade. [...]


[...] A organização e gestão do trabalho escolar requerem o constante aperfeiçoamento profissional de toda a equipe escolar. Dirigir uma escola implica conhecer bem seu estado real, observar e avaliar constantemente o desenvolvimento do processo de ensino, analisar com objetividade os resultados, fazer compartilhar as experiências docentes bem sucedidas. O processo de tomada de decisões deve basear-se em informações concretas, analisando cada problema em seus múltiplos aspectos e na ampla democratização das informações Este princípio implica procedimentos de gestão baseados na coleta de dados e informações reais e seguras, na análise global dos problemas (buscar sua essência, suas causas, seus aspectos mais fundamentais, para além das aparências). [...]

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