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O cérebro e suas vertentes

Informações sobre o autor

Instituto das Filhas de São José/ Profª Química -...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Engª...

Informações do trabalho

Simone P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
6 páginas
Nível
Especializado
Consultado
114 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Desenvolvimento
  3. Bibliografia

A maioria dos especialistas brasileiros, ainda não se habituaram, a escrever para um grande público. Têm medo, talvez, de se apequenarem aos olhos dos colegas, descendo de seus pedestais. Ou, quem sabe, ainda não encontraram editores dispostos a publicar seus trabalhos desse gênero. É tão mais fácil traduzir! Merece por isso especial referência o livro do professor de neurologia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. Ele está escrito em linguagem tão simples e fluente que tanto pode servir a estudantes quanto ao público culto. Constitui agradável passeio, que nos leva desde a evolução do sistema nervoso até a maneira pela qual se processam as várias funções que o cérebro controla, como o sono e a vigília, a memória, as emoções, a linguagem, a consciência. Para terminar em uma comparação entre o homem e sua criatura, isto é, o computador, comparação que, por mais voltas que se dê, sempre há de terminar na frase de McCulloch: "O cérebro se parece com o computador, mas não existe computador que se pareça com o cérebro?. Trata-se, entretanto, de livro geral, que procura mostrar as relações entre o cérebro e suas partes e o comportamento humano, não descendo por isso à descrição das estruturas microscópicas nem à fisiologia das células nervosas. Não é possível resumir cada capítulo da obra. Por isso elegemos, para tratar aqui, a seção em que Sanvito aborda duas concepções diferentes do cérebro, a do norte-americano P. MacLean e a do russo A.R. Luria.

[...] O encéfalo paleomamífero contem o hipotálamo, o tálamo, o hipocampo e a amígdala, que são considerados responsáveis pelas emoções e instintos emocionais como comportamentos relacionados à alimentação, competição e sexo. Essas emoções são importantes tanto para o indivíduo quanto para a espécie. O encéfalo paleomamífero é capaz de aprender, pois retém memórias de emoções que resultam das experiências onde o animal sentiu prazer ou dor em maior ou menor grau. Enfim, o encéfalo paleomamífero responde pelo comportamento emocional. E a interna ou réptil representada pelo número 3 no desenho abaixo, corresponde ao cérebro dos répteis, sendo a mais antiga do ponto de vista evolucionário. [...]


[...] Alegam que o homem não estratificou seu intelecto ao longo da evolução, e a imagem de um São Jorge abatendo o dragão que se esconde em nós, ou do motor colocado sobre o arado, presta conta imperfeitamente da arquitetura cortical. "Não existe lei da recapitulação", explica ainda Jean-Didier Vincent, "através da qual seríamos sucessivamente girino, réptil, camundongo, macaco e homem. Mas o cérebro reptiliano repercute no córtex (com a passagem de neurotransmissores químicos, serotonina, adrenalina) e nosso córtex frontal toma as decisões emocionais. [...]

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