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O deficiente visual e a escola

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

CLEONICE A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
32 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. Formulação do problema
    2. Objetivos
    3. Definição de termos
    4. Metodologia
  2. A educação especial
    1. O porquê da educação especial
    2. Deficiência de audição
    3. Distúrbios da linguagem
    4. Deficiência visual
  3. Legislação da educação especial
    1. Introdução a educação especial no estado do paraná
  4. Visão histórica do atendimento do deficiente visual
  5. Deficiente visual
    1. Características gerais do deficiente visual
    2. A educação do deficiente visual
    3. Importância do diagnóstico e classificação do deficiente visual
  6. Sugestões práticas para pessoas dotadas de visão
  7. Para trabalhar com deficiente visual
    1. Visão subnormal, quando existe luz
    2. Alunos em idade escolar

A preocupação com o atendimento às pessoas que apresentam diferenças acentuadas, em relação a maioria das pessoas de uma sociedade, notadamente os deficientes visuais, tem se evidenciado através de ações, as mais diversas.

No presente trabalho procurou-se precisar o sentido da educação especial para os deficientes visuais. No Brasil, a lei nº 5.692/71 que preconiza, em seu artigo 19, parágrafo 2º: ?os sistemas de ensino velarão para que as crianças, de idade inferior a 7anos, recebem conveniente educação em escolas maternais, jardim de infância instituições ensino equivalentes?.

A partir deste impulso, o numero de alunos, cresceu em uma proporção, de quase 100%. Apesar da expansão ter sido benéfica para um certo número de crianças, não atendeu ao grande contingente que ainda hoje, não tem acesso a esse tipo de educação.

As condições sócio-econômicas são fatores que acentuam o fenômeno de privação cultural. Os conhecimentos, informações, contra informações, desinformações são desenvolvidas para criança, que os transformam e reestruturam através de sua potencialidade psíquica, física, afetiva num longo processo formativo resultante da interação entre ela, os indivíduos e o meio.

No ato da concepção, a criança recebe de seus progenitores uma carga hereditária de caracteres que formarão indivíduo único. Incluem-se neles características biológico-sociais, como ainda o esqueleto, musculatura, sistema nervoso, modo comportamental, perante si mesmo e a sociedade. Para que esses caracteres se desenvolvam é necessário estímulos internos bem como, os fatores externos incidindo sobre o indivíduo, situação geográfica, contexto sócio-cultural, tradições, escalas de valores, classe social, grupo família, alimentação, escolaridade, efetividade, etc.

[...] Tais normas entraram em vigor a partir de Introdução a Educação Especial no Estado do Paraná A elaboração de diretrizes para fundamentar o atendimento aos deficientes levou-nos a examinar as diversas etapas de crescimento, atraso e urgência histórica em diversos lugares. Assim teremos parâmetros para comparar o atendimento aos excepcionais no Paraná. Para iniciar é preciso redefinir , reinterpretar as diversas filosofias de ação usadas até os dias de hoje com os deficientes visuais a fim de, se permitir um ajuste dele aos ambiente sócio- econômico em transformação no Paraná . [...]


[...] Neste ambiente cresce a confiança do deficiente visual em si mesmo e nos outros desencadeando a comunidade onde o companheirismo é latente e preservado a todo custo. Reflete, opina e decide junto aos outros na certeza e na incerteza dos rumos a seguir. A diversidade de pensar e a capacitação permanente de seus membros. Agora, estes passam a formar novos conceitos, com interpretações mais libertadoras de uma nova ação no mundo criando, nova cultura que os humaniza mais. O deficiente visual esquece de suas limitações e se lança à participação sem se poupar, independentemente do que possa ocorrer. [...]


[...] Constitui-se de suma importância a inclusão, currículos do magistério o conhecimento científico básico que possibilitem o diagnóstico das deficiências e permitam as primeiras ações relativas e ao atendimento do deficiente visual, como a detectação das dificuldades de aprendizagem. Não só as deficiências mas também os desajustes, o produto de pedagogia inadequada, responsável muitas vezes por procedimentos prejudiciais ao aproveitamento escolar do excepcional. Sob o aspecto jurídico enfatiza-se hoje capacidade de direito?, porém junto ao vem o consequentemente a auto- promoção do deficiente decorre da educação adequada, quando seta atinge a meta desenvolvendo as potencialidades cognitivas, efetivas psicomotoras. [...]

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