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O professor de le: uma atitude construtiva

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
educação
Faculdade
UEMA

Informações do trabalho

Joadyla A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
avançado
Consultado
7 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. O professor de linguas estrangeiras: uma atitude construtiva

Muito se tem discutido sobre a problemática do ensino da língua nas escolas, onde o desinteresse e a desvalorização imperam, pois a importância da língua não é claramente colocada e o resultado é comprovado quando o aluno chega ao Ensino Médio totalmente despreparado.
Face às dificuldades enfrentadas pelos professores de Língua Estrangeiras do Ensino Fundamental da rede publica municipal de Lago da Pedra ? MA, sentiu-se a necessidade de elaborar um trabalho que buscasse analisar aspectos e métodos influenciadores no aprendizado de LE e que objetivasse corrigir os problemas decorrentes da causa apontada.
Proporcionar aos professores melhores condições para trabalhar com a LE, favorecendo, com base nos estudos de LA, a analise dos aspectos lingüísticos e sociais que facilitam a aprendizagem da mesma.
Não se sabe exatamente desde quando os homens falam. Há 30 mil anos pelo menos sob uma forma bastante próxima da comunicação lingüística atual.
No livro ?O construtivismo na sala de aula?, SOLÉ e COOL (1999, 12) afirmam:
?Se aceitássemos que o ensino é exclusiva ou fundamental uma atitude rotineira, estática e ate estereotipada, não precisaríamos de teorias sobre essas características; nesse caso, as receitas e instruções seriam o mais adequado. Mas já sabemos que ensinar é outra coisa, e que os planos fechados raramente se adaptam às necessidades da situação?.
A concepção construtivista da aprendizagem e do ensino parte do fato óbvio de que a escola torna accessíveis aos seus alunos aspectos da cultura que são fundamentais para o seu desenvolvimento, considerado globalmente, e isso também supõe incluir as capacidades de equilíbrio pessoal de inserção social, de relação ao caráter ativo da aprendizagem, o que leva a aceitar que esta é fruto de uma construção pessoal, mas na qual não intervém apenas o sujeito que aprende; os ?outros? significativos, os agentes culturais são peças imprescindíveis para essa construção pessoal, para esse desenvolvimento ao qual aludimos.
Também na concepção construtivista, aprendemos quando somos capazes de elaborar uma representação pessoal sobre um objeto da realidade ou conteúdo que pretendemos aprender, ou seja, a aprendizagem contribui para o desenvolvimento na medida em que aprender não é copiar ou produzir realidade, ?aprender é construir"

[...] Em seguida, passa-se à leitura extensiva e faz-se o fichamento de citações e agrupamentos importantes. Com a ajuda do esquema de questões, elaboram-se os capítulos de uma forma seqüenciada e dar-se andamento ao texto. Ademais, aplica-se um questionário aos professores de LE da rede municipal a fim de conhecer a postura destes diante do trabalho com a Língua Estrangeira depois de coletados os dados, faz-se a analise dos mesmos compondo assim mais um capitulo do trabalho monográfico CRONOGRAMA ATIVIDADES JUL. [...]


[...] No livro construtivismo na sala de SOLÉ e COOL (1999, 12) afirmam: aceitássemos que o ensino é exclusiva ou fundamental uma atitude rotineira, estática e ate estereotipada, não precisaríamos de teorias sobre essas características; nesse caso, as receitas e instruções seriam o mais adequado. Mas já sabemos que ensinar é outra coisa, e que os planos fechados raramente se adaptam às necessidades da situação?. A concepção construtivista da aprendizagem e do ensino parte do fato óbvio de que a escola torna accessíveis aos seus alunos aspectos da cultura que são fundamentais para o seu desenvolvimento, considerado globalmente, e isso também supõe incluir as capacidades de equilíbrio pessoal de inserção social, de relação ao caráter ativo da aprendizagem, o que leva a aceitar que esta é fruto de uma construção pessoal, mas na qual não intervém apenas o sujeito que aprende; os significativos, os agentes culturais são peças imprescindíveis para essa construção pessoal, para esse desenvolvimento ao qual aludimos. [...]

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