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Os Sem-Terra, ONGs e Cidadania

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
educação
Faculdade
UNIASSELVI...

Informações do trabalho

Déborah V.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Surgimento das ONG's
  2. Os sem-teto e os sem-terra no Brasil
  3. Os sem-teto e sem-casa: lutas e movimentos sociais pela moradia popular urbana no Brasil após 1970
  4. Os sem-terra: lutas e movimentos populares no campo no Brasil após 1970

Nas condições de miserabilidade em países do bloco do Terceiro Mundo, expressas em situações de grande desigualdade social, geradoras de forma de exclusão socioeconômica e cultural, os movimentos sociais populares representam ainda uma das poucas válvulas de pressão efetiva sobre o Estado, o qual cada vez mais promove reformas e reengenharias por meio de políticas neoliberais, desobrigando-se de seus compromissos na área social. A sociedade civil, cenário fundamental de relações sociais nos tempos modernos, tem permanecido ap sabor das forças do mercado. Nela, os movimentos se debatem e buscam criar por meio de estratégias de resistência e de sobrevivência espaços alternativos. Os movimentos sociais e as ONG's, nos anos 90, são instrumentos fundamentais na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, em que a cidadania se constrói.

[...] OS SEM-TERRA: LUTAS E MOVIMENTOS POPULARES NO CAMPO NO BRASIL APÓS 1970 A luta das classes populares pela terra no Brasil é secular. Desde a época da Colônia e da escravidão a aquisição de um pedaço de terra para produzir e nela habitar se constitui em um sonho da maioria da população pobre do campo. Após 1950 a população camponesa passa a ter apoio de organizações partidárias de esquerda, através do Partido Comunista do Brasil, para se organizar e lutar pelos seus direitos. [...]


[...] Os projetos de grandes conjuntos habitacionais verticais, escassos mas que marcaram época nos anos 70 e 80, praticamente desaparecem. Surgem vários projetos isolados, de casas unifamiliares, padronizadas e de baixíssimo custo e qualidade. Algumas exceções ocorreram em prefeituras administradas pelo Partido dos Trabalhadores, que incorporam aos quadros administradores, arquitetos e outros profissionais que eram assessores dos movimentos pela moradia nos anos 80. Nesses casos, as soluções engendradas, em termos do projeto arquitetônico, custos, materiais e qualidade da obra, representam grandes saldos do período. [...]


[...] OS SEM-TETO E OS SEM-TERRA NO BRASIL Desde o tempo colonial a situação da moradia das classes populares no Brasil é precária. Essas condições a partir dos anos 70, além de terem se deteriorado, adquiriram características específicas no cenário nacional. De um lado, o desenvolvimento do capitalismo levou, nas cidades, ao surgimento das periferias urbanas, das áreas de acampamentos, invasões, e bairros inteiros de construções populares realizadas pelo poder público, com a participação da população por meio de mutirões; e de outro, o surgimento de novas formas de organização da população pobre na luta pela obtenção de um teto para morar e um local para produzir, no caso dos habitantes do campo. [...]

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