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Violência e agressividade na juventude

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
educação
Faculdade
UNIASSELVI

Informações do trabalho

Valdineia S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
3 páginas
Nível
Para todos
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. COOPERATIVISMO: UM CORPO DE DOUTRINA
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A constituição brasileira assegura os direitos da criança e do adolescente estabelecido por lei, no entanto esses direitos vêm sendo desrespeitados. Os jovens são vítimas de violência e esta violência geralmente inicia-se na família, passando pela escola e acaba por refletir na sociedade, causando grande revolta e descontentamento que consequentemente afetará todas as pessoas. Essa situação precisa ser modificada e para isso é necessário combater a ignorância das pessoas e a desigualdade social. A sociedade como um todo deve unir forças, formando uma corrente solidária para tentar reverter essa situação. Este trabalho objetiva mostrar a diferença entre violência e agressividade, enfatizando os tipos de violência sofridos na maioria das vezes pelas crianças e adolescente, que são tidos como causadores e não vítimas da violência.

[...] Toda violência é agressão, mas nem toda agressão é violência. As duas se confundem facilmente porque a violência pretende ser a única forma eficaz de agressão todas as formas de agressão podem afinal levar à violência. A forma manifesta, crua, desenfreada, calculada e consciente de agressão é que passa a ser violência. A manifestação da violência a partir de um estado de consciência do ser humano se confirma ao considerarmos que a mesma está presente no comportamento do homem desde as sociedades mais antigas. [...]


[...] Cabe à família tratar os jovens com respeito e dignidade, elevando sua auto- estima e procurando auxiliá-los na concretização de seus projetos sem, no entanto, esquecer de repreendê-los quando preciso. A educação também se apresenta como uma alternativa, não para fazer milagres, mas para formar cidadãos em condições de enfrentar um mundo de incertezas e perplexidades, reconhecendo sua contribuição e compreendendo os problemas pelos quais os jovens passam. O poder público parece ser o caminho mais efetivo para a diminuição dos índices de violência através de suas ações políticas que enfatizam algumas prioridades, como a educação, uma política de crescimento econômico que possa incluir os jovens no mercado de trabalho e uma política de segunda oportunidade a jovens e situação mais vulnerável CONCLUSÃO Vivemos numa época em que a violência e a agressividade tomaram grandes proporções, tornando-se presente nos diversos setores da sociedade. [...]

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