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A importância da escola na educação sexual do DM

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
28 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Desenvolvimento psicossexual: a teoria de freud
    1. Fase oral (de 0 A 18 meses)
    2. Fase anal (de 18 meses a 3 anos)
    3. Fase fálica (de 3 a 7 anos)
    4. Fase de latência
    5. Fase genital
    6. Aparelho psíquico - ID, ego mecanismos de defesa
    7. Complexo de édipo e a formação do superego
    8. Período das operações concretas
  2. Pessoas portadoras de necessidades especiais
    1. A deficiência mental
    2. Educação especial na perspectiva atual
    3. Integração educacional no portador de deficiência mental
  3. Definição e classificação das excepcionalidades
    1. Com relação ao deficiente mental

Sabe-se que por muito tempo os deficientes foram vistos e entendidos como seres ?diferentes? que deviam viver às margens dos grupos sociais. Conforme explica CLEMENTE FILHO (1977), os deficientes em algumas épocas eram sacrificados por serem considerados inúteis para a sociedade e incômodo aos seus familiares.
A igreja é que passa a vê-los como pessoas que mereciam caridade e a relacionar os problemas da deficiência como pagamento de pecados.
Na Idade Moderna, com as filosofias humanísticas e a valorização do ser humano foi que tiveram início observações, estudos e experiências sobre os excepcionais e a partir daí que certos casos de excepcionalidade começaram a serem vistos sob o enfoque patológico.
A preocupação com a educação dessas pessoas chega a Idade Contemporânea, porém com atendimento em instituições especiais e segregadas.
Hoje, a preocupação com a educação dessas pessoas é a de que não sejam segregadas e que tenham a oportunidade de adaptação à sociedade e tendo garantido o seu direito de ser diferente, muito embora ainda existem muitos preconceitos para com eles.
Com a evolução dos direitos humanos, ou seja com o liberalismo, em todos os aspectos a pessoa deficiente vem tomando consciência de seus direitos e lutando junto ao governo e associações para que tais direitos sejam garantidos, como muitas vezes deparamos com situações como a gravidez de uma DM (Deficiente Mental) adolescente, ou um ato considerado anormal é imprescindível que busquemos um maior aprofundamento no conhecimento das relações do DM com a sexualidade.
Muitas atitudes ou estados apresentados pelos DM em relação à sexualidade são resultantes de uma total ausência de orientação.
Neste sentido, o presente trabalho tem por objetivo realizar uma pesquisa bibliográfica sobre a sexualidade humana, sexualidade e deficiência mental e quais as implicações desta sexualidade para as pessoas que convivem com o deficiente mental.


[...] Acredito que a primeira dificuldade que um educador precisa vencer para poder orientar, fornecer uma educação sexual coerente aos Deficientes Mentais é a dificuldade do seu próprio preconceito. Fomos criados acreditando e ouvindo dizer constantemente que o sexo é feio, é pecado, masturbar é pecado, enfim uma infinidade de preconceitos que tiram a nossa espontaneidade, a liberdade até mesmo para orientar. Quanto aos Deficientes Mentais, assim como todos, tem suas fases de desenvolvimento sexual e precisam ser orientados de forma natural e verdadeira. [...]


[...] Uma decorrência fundamental do princípio da normalização é a integração desses indivíduos na instituição escolar e na comunidade em geral. Integração que pode ser percebida como um processo fundamental para o atingimento da normalização. De igual modo, se procurarmos o significado dos termos integração/ integrar, encontraremos as seguintes definições: - integrar ?tornar inteiro?; completar; reunir-se; incorporar-se; juntar-se, tornar-se parte integrante?; - integração ou efeito de integrar-se; ação política que visa integrar em um grupo as minorias . ?(Ferreira, 1986). Para De Lourenço (1985, apud Martins, 1996), integração é o ?processo de incorporar física e socialmente, dentro da sociedade, as pessoas que estão segregadas e isoladas dos outros?. [...]


[...] Entre 18 meses e dois anos de idade, a criança está na sexta e última fase do período sensório - motor, que apresenta um avanço cognitivo muito importante .Nessa fase, pode-se notar o verdadeiro início da capacidade de responder ou pensar sobre objetos e eventos que não são imediatamente observáveis. As crianças começam a inventar novos meios para atingir seus objetivos, através de ?combinações mentais?, isto é , da imaginação e de idéias. ?Pensam ?sobre os problemas antes de partir para sua solução e usam idéias e imagens para inventar novos meios de atingir objetivos. [...]

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