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Agressividade dos alunos nas aulas de educação física escolar

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
22 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Educação física escolar (ensino fundamental)
    1. A importância da Educação Física para o Ensino Fundamental
    2. Como a Educação Física é trabalhada atualmente no ensino fundamental?
  3. A agressividade
    1. Definição/ Conceituação
    2. Como surge
    3. Fatores motivantes
    4. Agressividade em crianças do 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental
  4. Agressividade na escola
    1. Situação atual
    2. Intervenção
  5. Considerações finais
  6. Bibliografia

Essa monografia apresenta como tema: ?Agressividade dos alunos nas aulas de Educação Física Escolar?. É um assunto polêmico e abrangente dentro da área da educação, que nos últimos tempos vem tomando importância para estudos de psicólogos, educadores e profissionais da área.
Segundo Santin (1987), no mundo atual observa-se a presença de uma realidade estimuladora da competitividade entre os homens e, infelizmente, a educação física também se enquadra neste contexto visto que hoje em dia parece assumir um caráter de treinamento ou adestramento do movimento corporal.
Na escola o ambiente não é diferente e por este motivo às aulas de educação física se transformaram em verdadeiros treinamentos desportivos que visam colocar os alunos como "máquinas de rendimento" as quais tem por fim atingir a capacidade de obtenção dos melhores resultados nas competições interescolares.
Cabe aqui diferenciar a agressividade de um ato de agressão, pois quando o aluno não é compreendido pelo professor que, ele começa a cometer atos de agressão. A agressividade faz parte do impulso de conhecer e a agressão, ao contrário dificulta a possibilidade de pensar.
Pressupõem-se, que com medidas disciplinares proibitivas, não se resolve o problema do ato agressivo. Ao contrário as medidas assim inibem o pensamento e a capacidade de pensar.
Quando os alunos são proibidos de derrubar conhecimentos dos outros, usando sua agressividade que inicialmente é a única forma de tomar contato com sua capacidade de construir conhecimentos, cometem atos agressivos por terem obstáculos que impossibilitam o pensar.
Segundo Patto (1981), a agressividade está mais freqüente na escola. Para ele o mais importante é detectar o problema para buscar a solução, pois não basta olhar apenas o fenômeno e sim a essência. Para ele, a agressividade é maior entre os adolescentes do que nas crianças.
Deve-se dirigir a agressividade para o desafio de conhecer. Se deseja que um aluno cometa menos atos agressivos, tem-se que buscar dentro dele a o que ocasionou este comportamento. Não há aprendizagem possível, sem que o professor e o aluno ponham em jogo a sua agressividade.
Segundo Santin (1987), a escola na verdade, não pode exigir disciplina e a participação realmente ativa e responsável do aluno, onde se sinta entusiasmado pelos objetivos da escola.
Esta precisa rever e repensar a sua função principal que è a de ensinar e instruir os alunos de maneira mais consistente possível, a fim de realizar a transformação de uma sociedade crítica. Pois, na medida em que a escola cumpra o seu papel autêntico, a disciplina torna-se uma questão e não mais um problema.
A agressividade é um sentimento natural, isto é provém de sentimentos primários: alegria, dor, raiva, curiosidade, medo. E possui sentimentos que pedem um nível de elaboração maior: vergonha culpa, remorso, ciúme. Não é bom nem ruim. É natural.

[...] Segundo Groppa (1996), há pesquisas que mostram que uma criança que vai mal na escola tende a generalizar a sua incompetência para todas as áreas, principalmente nas aulas de educação física. A exposição ao sentimento de fracasso aumenta a chance de a criança sentir vergonha. A vergonha de não ter tido um bom desempenho é um sentimento fortíssimo que não pode ser descartado e cuja superação vai a direção à agressividade. Outro motivo: vive-se hoje a cultura da fama e da glória. [...]


[...] Belloni (2003), é uma das inúmeras autoras que tem estudado com profundidade, a agressividade infantil, como um dos fatores naturais na interação social, cujo comportamento, tem contribuído para o grande crescimento desse tipo de violência entre as crianças em período escolar e muitas das vezes segue até a fase adulta, dando um rumo à criança para a violência e a marginalidade. Quando a criança, apresenta quadro de agressividade em sua fase escolar, a Educação Física, é um dos caminhos para amenizar ou sanar esse tipo de comportamento da criança. [...]


[...] Não esquecendo do desenvolvimento psicológico de cada um, além de estimular nas atividades normais que os alunos conhecem desde que entram na escola, ou vêem os irmãos e amigos praticarem, trabalhando a auto-estima dos mesmos. Este autor apresenta alguns exemplos que podem ser utilizados, mas sem se restringir a eles, deve-se procurar variar o máximo possível as atividades, sempre procurando um equilíbrio entre o desenvolvimento das diversas habilidades corporais correspondendo à faixa etária atendida: Pular corda: desenvolve coordenação, agilidade, velocidade e resistência; Saltos em corda elástica esticada desenvolve resistência muscular (pernas), e resistência cardiorespiratória; Vôlei: Ajuda a desenvolver no aluno a noção de tempo e espaço; Jogos de Xadrez: Trabalha a concentração dos alunos. [...]

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