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Alfabetização

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
Faculdade...

Informações do trabalho

Vanessa C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
17 páginas
Nível
avançado
Consultado
7 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Competência lingüística das crianças
  2. Definindo melhor o sistema de leitura e escrita
  3. O processo da aquisição da linguagem

Esta monografia tem como objetivo fazer uma análise acerca do processo de alfabetização, mostrando porque as crianças não se alfabetizam ao mesmo tempo.
A educação infantil é um espaço propício para a iniciação ao mundo letrado, devendo promover experiências significativas com a linguagem oral e a escrita, cuja função e responsabilidade é garantir a todas as crianças o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania. O domínio da língua adquire importância, enquanto instrumento de comunicação e expressão de idéias, pensamentos, sentimentos, bem como de acesso às informações, construção de visões de mundo e produção de conhecimento.
A história da educação brasileira apresenta diferentes concepções sobre a educação infantil e o papel da aquisição da escrita pelas crianças.
Durante muito tempo, concebida como um espaço de cuidados e recreação, não havia espaço para a intervenção visando a aquisição da escrita. Este processo deveria ter início com a entrada da criança na escola aos sete anos. Em algumas instituições, havia a proibição do contato intencional com a escrita.
A partir da década de setenta, a educação infantil é pensada como forma de contribuir para a redução do fracasso escolar. Vista como pré-escola, deveria compensar carências e déficits perceptivos motores das crianças despreparadas, através de exercícios gráficos chamados de prontidão, antes de iniciar-se a alfabetização.
Em outra perspectiva, a pré-escola antecipava a alfabetização. Esta prática baseava-se em um esquema progressivo de contato dos alunos com as letras e seus traçados. Através de exercícios motores corporais, seguidos da identificação oral das letras, e posteriormente da cópia, os alunos aprendiam primeiro as vogais, depois as consoantes e em seguida as sílabas, até chegar às palavras. Nesta concepção, a alfabetização é concebida como uma técnica. É preciso primeiro aprender a ler e escrever, para depois, poder fazer uso da leitura e da escrita. Não havia a preocupação intencional com as situações reais de letramento das crianças dentro e fora da escola.
O diagnóstico realizado pelo MEC (1996), revelou que dentre a diversidade das práticas de educação infantil existentes no Brasil, há uma ênfase nas atividades de alfabetização, com ausências do lúdico, de atividades corporais, de jogos e brincadeiras e de trabalho com diferentes formas de representação.
As consequências tem sido preocupantes, sobretudo para as crianças das camadas populares, às quais muitas vezes o acesso ao ensino fundamental é impedido por não terem atingido os padrões desejáveis de aprendizagem da leitura e da escrita.

[...] Contudo, cabe à educação escolar ampliar e organizar esses conhecimentos iniciais para que possa permitir, através da linguagem escrita, o acesso às informações e conhecimentos necessários ao pleno desenvolvimento da cidadania. COMPETÊNCIA LINGÜÍSTICA DAS CRIANÇAS Desde muito pequenas, mesmo não falando com fluência, as crianças são capazes de utilizar a linguagem oral para diversos fins: pedir, solicitar determinadas ações ou objetos, expressar seus sentimentos, perguntar ou explorar o mundo à sua volta. Da mesma forma, mesmo antes de falar, elas podem entender o que os outros falam. [...]


[...] Pois quanto mais oportunidades o educando tiver de ler e discutir, maior será o seu referencial para realizar uma produção escrita e oral própria; assim ele não será um mero reprodutor das idéias dos outros. É sempre um trabalho de conscientização que o professor deve fazer no sentido de que a criança melhore sempre sua produção, tanto no aspecto gráfico, como no de estruturação de textos, seqüência lógica das narrativas orais e escritas. O trabalho com o texto é sempre norteador de todo trabalho com a alfabetização e a língua. [...]


[...] - sentido estrito - processo inicial de aquisição das habilidades básicas de leitura e escrita. - sentido lato - processo que busca o domínio da linguagem escrita e suas variações, levando à construção de um escritor e leitor dos mais variados, ricos e criativos textos. A alfabetização, em seu sentido estrito, conta com as seguintes fases: a fase da garatuja, pré-silábica, silábica, silábica/alfabética, alfabética/ortográfica. No processo de construção da escrita, o grupo tem papel fundamental - ele possibilita levantamento e verificação de hipóteses portanto, avanços significativos. [...]

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