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Leitura e televisão na sala de aula

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
26 páginas
Nível
Para todos
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. O Problema
    2. Relevância
    3. Metodologia
  2. O processo ensino - aprendizagem
    1. Teorias da Aprendizagem
    2. Métodos e técnicas de ensino
    3. O processo educativo como espaço da construção do conhecimento
  3. Linguagem e imagem
    1. A linguagem imagética - não verbal
    2. A linguagem escrita - verbal
  4. Literatura e televisão em sala de aula
    1. A leitura
    2. A televisão
  5. Conhecimento e interação e mediação pedagógica por meio da leitura e da televisão
    1. A leitura e o processo de mediação
    2. A televisão e o processo de mediação
  6. Conclusão
  7. Referências bibliográficas

O conhecimento consiste em um produto histórico-social, sendo que sua produção não se configura como um ato natural, descritivo, mas algo construído e como tal sujeitos às transformações ocorridas no meio no qual é produzido.
Para Bourdieu, a Ação Pedagógica, enquanto um processo de imposição de um arbitrário cultural dominante, muito mais do que uma simples relação de comunicação, implica e impõe uma definição social daquilo que merece ser transmitido (BOURDIEU; PASSERON, 1992, p.11).
Ao longo dos tempos, a função docente vem passando por inúmeras transformações, no sentido de perceber as dificuldades encontradas no modelo de educação formal, onde questões como a aprendizagem centrada no professor, o aluno como depositário de conhecimentos num contexto de passividade e aceitação, a reprodução e a memorização desses conhecimentos, a relação de teoria dicotomizada da prática, um projeto político-pedagógico fragmentado em disciplinas, a falta de formação pedagógica dos docentes e um sistema de avaliação somativo que privilegia resultados constituem pontos relevantes a serem revistos.
O crescente avanço das fontes tecnológicas de informação em nossa sociedade atual, que privilegia o conhecimento, reconstruído a todo o momento, exigindo dos futuros profissionais competências e habilidades, tais como: atualização constante, capacitação permanente, busca de novos conceitos e domínio de novas técnicas e recursos.

[...] A partir dessas questões é que se procurará analisar a prática de leitura e televisão em sala de aula O Problema A partir das colocações anteriormente expostas acima, surgiu meu problema de pesquisa que assim se define: Realizar um estudo exploratório a partir de práticas pedagógicas alternativas, realizadas com estratégias fundadas na prática de leitura e utilização de televisão em sala de aula. Trata-se então de um estudo teórico investigativo sobre a utilização desses recursos de trabalho Relevância A utilização de recursos alternativos de aprendizagem ainda é incipiente, por outro lado é de grande importância ter um embasamento didático-pedagógico diversificado, não se limitando apenas as aulas expositivas. [...]


[...] A prática de leitura e a utilização de recursos visuais nas aulas apesar de distintos na sua interessam refletem o contexto e possibilitam uma mediação entre professor aluno no sentido de possibilitar que o segundo passe a ter uma postura mais ativa em sala de aula, interpretando o texto ou a imagem observada. Diante disso as duas técnicas precisam ser aplicadas de modo competente pelo professor no sentido de cativar e motivar o aluno no processo de aquisição do conhecimento, na leitura como interação com o texto e na televisão como observação e reflexão. [...]


[...] Assim também, os gêneros textuais aparecem, evolucionam, trocam, alguns perdem vigência e até chegam a desaparecer LEITURA E TELEVISÃO EM SALA DE AULA Na atualidade, os meios de comunicação em massa, tais como a televisão, o cinema, o rádio e o computador, veiculam discursos com apelo imediato às emoções, com o objetivo de reforçar valores voltados para o consumo. Giroux (1997) postula que a cultura de massa, visualmente consumista, distingue-se da cultura impressa, na medida em que aquela, particularmente a televisão, oferece possibilidades muito maiores de manipulação e de controle social, enquanto esta, representada pela tecnologia da leitura, constitui-se de um público específico, com habilidades técnicas e críticas para dela fazer uso. [...]

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