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Um projeto para analisar as mudanças no perfil do professor de história dentro das novas tendências da educação

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
projeto
Número de páginas
55 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Processo de educação no brasil
    1. História e prática social
    2. A questão da metodologia do ensino de história
    3. O ensino de história e a modernidade
  3. O ciclo de vida profissional dos professores
  4. Objetivos
  5. Método
    1. Sujeitos
    2. Procedimentos
    3. Para a análise de dados

Sendo a escola uma instituição cujo papel consiste na socialização do saber sistematizado (conhecimento elaborado e não espontâneo), mantém se presente neste estudo a vinculação entre educação e sociedade. Assim, profes¬sor e alunos são tomados como agentes sociais.
Nesta direção, a prática peda¬gógica do professor é vista como prática social e/ou prática educativa, na qual o ponto de partida da relação escola sociedade (para o trabalho com o saber) é comum aos professores e aos alunos.
Esta reflexão, necessária para o desenvolvimento deste estu¬do, leva a uma análise que possibilita abordar, de um lado, um enfoque histórico desta formação dos professores e posterior prática profissional, e de outro lado, faculta um enfoque mais conjuntural.
A visão histórica deste contexto permite situar as diferentes tendências que se têm manifestado nos cursos de formação de professores no país, desde o seu início, e também as diferentes situações de prática pedagógica, em caráter profissional, por que tem passado os professores.
Ao percorrer os vários momentos da história da educação brasileira em suas relações com o quadro mais geral, pode se, de acordo com a visão mais conjuntural, situar estes distintos mo¬mentos da vida dos professores dentro das diferenciadas situa¬ções de contexto sócio político e econômico em sua totalidade.
Esta questão adquire maior realce quando se analisa o processo histórico do sistema educacional brasileiro e, principalmente, a função dos professores dentro deste contexto. Ou seja, contextualizar o papel dos professores de História junto à sua categoria, aos seus alunos, à sua escola e à sua comunidade.
Isto se faz necessário porque tais professores, na qualidade de sujeitos ativos do processo das relações sociais de uma sociedade determinada (GRAMSCI,1979), juntamente com os professores das demais áreas, podem servir de mediadores entre as aspira¬ções políticas dos grupos dominantes e as aspirações da sociedade como um todo.
O ideário pedagógico brasileiro, com matriz no pensamento liberal (WARDE,1984), que por sua vez é uma vertente da corrente positivista, apresenta a escola como promotora da igualdade social na medida em que garante a todos as mesmas oportunida¬des de ascensão social.
Em outras palavras, difunde a suposta democratização da escola, já pregada por outros pioneiros e para tal, o pressuposto básico que se tem do sistema escolar brasileiro, vem do princípio de que a posição que cada um ocupa na sociedade, depende das suas características e dons pessoais, e não das condições objetivas de vida que cada um desenvolve em cada grupo social determinado.
Nessa linha de raciocínio, todos os indivíduos têm oportunidades iguais para obterem uma formação teórica razoável e, consequentemente para exercerem uma prática profissional adequada. Esta situação torna se ainda mais complexa quando se consideram as reais condições para a efetivação desse processo. Uma vez que o professor, para exercer uma prática profissional que preencha todos os requisitos pregados pela pedagogia atual que a situação social exige, além dos fatores que interferem neste desempenho, tais como as reais condições de trabalho que enfrenta na escola e na sociedade em geral, deve ainda as questões da sua consciência de cidadão político e social e da sua formação teórico-pedagógico. Esta, em especial, tem forte influência no exercício da sua profissão.

[...] Será adotado a técnica de análise de conteúdos para tratar as informações coletadas através do questionário, no que se refere as questões abertas, através da categorização das respostas. Para tanto, nas questões inicialmente as respostas serão transcritas na íntegra e em seguida a resposta de cada sujeito em cada questão será analisada com o intuito de selecionar as emissões que responderão a cada pergunta. Essas emissões serão examinadas comparativamente, com o objetivo de derivar os temas ou categorias de significado mais importante para os sujeitos parciais e para a totalidade dos sujeitos. [...]


[...] Através da aliança do Estado com a Igreja, as Campanhas de Alfabetização de Adultos, tomaram novos rumos, incentivadas por uma série de movimentos específicos com forte conteúdo político: os CPC (Centros Populares de Cultura); O MEB (Movimento de Educação de Base); A Campanha Pé no Chão Também se Aprende a caracterizavam suas ações, para além das atividades pedagógicas, enriquecidas de canto, dança, música popular, teatro de rua, centros e parques de cultura. O método de alfabetização utilizado não partia apenas da instrumentalização de uma técnica, mas das análises de condições de vida e trabalho de operários e camponeses. [...]


[...] Segundo MARTINS(1987,p.57), O Estado que: Emerge no Brasil a partir da Revolução de 30 e se consolida no curso do processo de industrialização, é um Estado que não se limita a garantir a ordem capitalista (quer dizer: manter as condições sociais externas necessárias à produção capitalista), mas que passa a atuar internamente no sistema de produção para organizar a acumulação, tornando-se ao mesmo tempo promotor e ator da industrialização( . Mas, esse Estado que assim atua, já é um Estado que cria e reproduz burocracia dotada dos interesses próprios e que se realizam através da ampliação do intervencionismo estatal prevalecendo até 1964. [...]

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