Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

As principais religiões mundiais

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
49 páginas
Nível
Para todos
Consultado
6 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Introdução
  2. Conceito
  3. Teorias sobre a origem da religião
  4. O sagrado e o profano
  5. Mito
  6. Religião e magia
  7. As religiões primitivas
    1. Tabus
    2. A evolução das funções da religião
  8. História das religiões
  9. As religiões do mundo
  10. Religiões Fetichistas
  11. Religiões politeístas
    1. Confuncionismo
    2. Taoísmo
    3. Hinduísmo
    4. Budismo
    5. Xintoísmo
  12. Religiões Monoteístas
    1. Judaísmo
    2. Cristianismo
    3. O Catolicismo Romano
    4. Catolicismo Oriental
    5. Protestantismo
    6. Espiritualismo
    7. O Islamismo
  13. O fenômeno religioso, como fato social
  14. Religião e luta de classes
  15. A influência da fé
  16. Conclusão
  17. Referências bibliográficas

Religião é uma instituição social como muitas outras. Ela não existe apenas na nossa civilização ocidental, ela existe em quase todas as civilizações, desde as mais complexas (como a nossa) como as menos complexas (como as ditas "primitivas" ou "selvagens" ? observe que esses termos preconceituosos foram utilizados primeiramente pela igreja).
Religião nasceu com os mitos criados pelos homens, pois antes de "nascer" um conhecimento científico, esses mesmos homens precisavam explicar os mistérios que os rodeavam, como o nascimento, a morte, o dia, a noite, etc. Para poderem explicar esses mistérios surgem os mitos, os deuses Desses, surgem aqueles que detinham o poder de transmitir essas histórias, receber chamados dos deuses, conhecer a verdade ? são eles os Sacerdotes; os detentores das verdades daquele povo. E daí, com o surgimento desses sacerdotes é que nascem as religiões, seitas ou qualquer outro nome que se dê.
Daí, vemos que a religião é uma intuição criada pela mente curiosa do ser humano, e como toda instituição, ela também faz parte do patrimônio cultural de uma sociedade. Não nego então, que religião faz parte da cultura e que em determinadas épocas ou em determinadas sociedades, elas foram ou são extremamente importante.
Mas o que fica no ar (e que tentarei descê-lo para o chão), é que: Será que a religião é importante numa sociedade complexa, onde a razão é extremamente necessária?
Ora, numa sociedade indígena, por exemplo, a religião ou a sua mística (como alguns preferem que a chamem assim) é importante para se traçar hierarquias, o grau de parentesco, as relações sociais o tipo de alimentação, entre muitas outras coisas. E o mais importante, é que nessas sociedades não existe uma ciência, ou melhor, um pensamento científico para organizarem sua sociedade, portanto a religião cabe-lhes para a organização social.
E numa sociedade complexa como a nossa?

[...] As tendências para um intelectualismo aristocrático por parte dos eruditos, muitas vezes foi sufocadas em virtude disso, o Cristianismo, através de inúmeras transigências e concessões, penetrou na vida diária das massas, em sociedades diversas. Este é um dos objetivos dos profetas emissários do Cristianismo que, como ativistas, procuraram transformar o mundo. Neste sentido, renunciando à aristocracia religiosa do sacerdócio e das ordens religiosas, o protestantismo eliminou a separação entre profissionais e leigos. O ascetismo Cristão desenvolveu-se por trás das paredes monásticas, através de elites especialmente organizadas e democratizou-se pelo código do ascetismo espiritual que se tornou, de fato, efetivo nas seitas e países regidos pelo puritanismo calvinista. [...]


[...] Bem, se existem pessoas que crêem que outras culturas devem ser submetidas à dele, essa pessoa é etnocentrista, um sentimento semelhante ao que acontece nos sistemas fascistas e em muitos ideais religiosos CONCEITO Ao sociólogo não interessa responder à indagação se a religião é ou não verdadeira; ele se preocupa em analisá-la como fenômeno social que pode ser encontrado em todas as sociedades, a despeito de ser, entre todas as instituições existentes nas sociedades humanas, a única que não se baseia apenas em necessidade física do homem. [...]


[...] Se aceitamos a tese, segundo a qual o divino, isto é, o objeto da ligação é uma realidade suprema em alguma medida e pessoal de certa maneira, então, devemos excluir do domínio religioso, tomado a rigor, não somente a magia, mas também tais fenômenos primitivos em cuja companhia a magia geralmente aparece como o animismo, totemismo; e além desses tais fenômenos como o budismo, na sua forma autêntica e primitiva, que não passa de uma "filosofia prática, uma espécie de terapêutica mental ou de 'Mind cure', e todas as formas da 'Ersatzreligion' que pretendem substituir as religiões tradicionais pelo culto da beleza, da humanidade, da ciência, do progresso, da raça, da classe." Não há dúvida a cerca do caráter não religioso da magia, porque essa, ao menos na época histórica, aparece em relação não com Deus ou com deuses superiores, mas com poderes sub alternos por isso, produz no homem não o reconhecimento da sua dependência, muito pelo contrário, o induz a aproveitar essas forças difusas e ocultas para diversas manipulações, no sentido de assegurar o seu destino temporal e eterno. [...]

Estes documentos podem interessar a você

Turismo

 Administração e marketing   |  Administração   |  Estudo   |  18/11/2006   |  BR   |   .doc   |   28 páginas

Mais Vendidos sociologia

As etapas do pensamento sociológico

 Sociedade   |  Sociologia   |  Estudo   |  22/02/2007   |  BR   |   .doc   |   20 páginas

Sociologia Histórica

 Sociedade   |  Sociologia   |  Estudo   |  27/02/2013   |  BR   |   .doc   |   13 páginas